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quinta-feira, maio 27, 2010

Faleceu o Zé Viriato da Carreira, o Zé Costa

Faleceu o meu pai também, três meses depois.
Com as suas virtudes, defeitos e exentricidade...
Quem o conhecia bem, sabia que falava mais que o que sentia ou fazia de mal.
Mais um adeus.

Ainda não sei a hora do funeral.

terça-feira, março 09, 2010

Deus não é filho da Puta...

...sê-lo-ia se existisse, corrigindo a tese de Saramago.
67 anos de devoção, uma vida de doenças e sofrimento, nunca fez mal ninguém...e o pressuposto "Todo Poderoso" que fez? Nada...Javé se existisse, seria um filho da puta tal como os porcos que não conhecem a pia em que comem. Já Satã nunca dei por ele, nem sei se existe, mas esse pelo menos não apregoa aos quatro ventos, que é mau, que faz e acontece.

Adeus Mãe, a melhor que conseguiu ser.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Infeliz 2010

É consensual que 2010 será o ano de todas as desgraças. Não me apetece enumerá-las, até por que elas vos vão bater à porta, uma atrás da outra, dia após dia, até à consumação final.

A cena internacional é negra, e não só no sentido figurado como no literal: a primeira grande fraude política do séc. XXI, uma coisa peçonhenta, pretenciosa e favelada, chamada Obama, que o típico europeu "soissante-huitard" continua a considerar um milagre da Fé, é, de facto, um objeto das causas sobrenaturais, que é como alguém consegue, sem a graça que tinha a estupidez do Bush, continuar a exercer as mesmas políticas, e a aprofundá-las, mais, ainda. Falo, obviamente, do Médio e do Próximo Orientes, onde se está a consumar, com falinhas mansas, aquilo que os senhores que governam o mundo já tinham preconizado: mais tarde ou mais cedo, a Monarquia Saudita, uma das más invenções do Ocidente, vai ter de cair, para deixar vulneráveis os dois corações do Islão, e poderem-se atacar os fundamentalismos pela raiz. Os idiotas acreditam nos tais "piratas da Somália", que devem receber treinos de agências americanas e israelitas, e agora veio a cereja em cima do bolo, o Yemen, que também se tornou "perigoso". Basta olhar para um mapa, e ver que ambos os países representam a entrada para o Mar Vermelho, e que a instalação de forças marítimas internacionais na zona poderá ser a plataforma para o atrás exposto, mas como a ideia não é de Bush, que não tinha ideias, mas de Obama, que acha que as tem, a plateia do idiotismo internacional aplaude, e a coisa irá em frente, assim como já foi a proteção das Rotas da Droga, no Afeganistão, sob a proteção do Nobel da Paz. Com um pouco de sorte, e isso aplaudo, o Irão cairá por dentro, embora isso seja só mais uma faceta do mesmo diamante negro.

A vergonha será a primeira coisa a desaparecer em 2010, e brevemente ninguém saberá o significado do termo.

Internamente, sem Governo, nem Oposição, vivemos alguns dos dias mais felizes da nossa história recente, embora isso vá já acabar, lá para o final de Janeiro, quando vier a Realidade, travestida de Orçamento de Estado, e percebermos que nós, os cidadãos cumpridores, os que trabalham, os da Função Pública, os que pagam impostos, os que nem sabem o que é um "off-shore", tivermos de pagar décadas de porcaria, alimentadas no seio do Cavaquismo, a pior coisa que flagelou Portugal, e continuadas, agora, no Socratismo, que é o Cavaquismo das Sucatas. Corre o boato de que aquela coisa, a que alguns ainda insistem em chamar de "Presidente da República" tirou os dinheiritos todos, que tinha depositados no BPN, mal lhe soou um espírito santo de orelha de que a coisa ia descarrilar. Pena que essa sineta não tenha soado para tantos outros prejudicados, e, sobretudo, num país onde se fala de referendos, não se tenha feito um referendo, para saber se os Portugueses estavam interessados em pagar o buraco do BPN, que não é buraco nenhum, mas uma reles metáfora do Fim do Regime. Para que se percebam as diferenças, os Americanos, de quem toda a gente diz mal, e eu não, meteram na prisão o Madoff, durante 150 anos, enquanto os Portugueses, inteligentemente, pouparam esses 150 anos ao Constâncio, empurrando-o para uma Vice Presidência do Banco Central Europeu (!).

De facto, a Maçonaria quer, pode e manda.

O Casamento "Gay", um entretimento de fim de semana, já que essas "coisas" não existem em Portugal, serve de cortina de fumo para esconder o desastre que aí vem. Para um Tratado onde perdemos a soberania, toda a gente achou normal que não houvesse referendo, mas, num assunto que diz respeito, em princípio, à vida privada dos outros, já se toca a rebate, e vêm imediatamente as mulheres de bigode, as parideiras e os fariseus achar que a palavra deve ser dada ao povo. Acontece que esse povo é o mesmo povo de incestuosos, de violadores de velhinhas e crianças, de paneleiros, de padres pedófilos, de senhoras decentes que vendem a cona a troco de roupa cara, de gajos com vícios inconfessáveis, e de freirinhas masoquistas, que acham que os outros devem seguir a norma da sua enorme pobreza interior. Este é um dos sinais do Cóccix Europeu, e é por isso que eu, que odeio casamentos, por os achar uma das instituições mais desacreditadas da sociedade, que nunca tive o menor interesse por crianças, nas quais só consigo ver goelas, onde não se põe a questão de "se", mas sempre de "quando" é que vão desatar a berrar, desta vez, estou comodamente sentadinho, no meu sofá, a ver se o país profundo, de bigodes e bocas da servidão, aquele que nos tornou numa espécie de Transilvânia do Atlântico, vai apanhar um lambadão nas fuças, já na sexta feira. Digamos que faço uma aliança pontual com os ventos de "Esquerda", só para chatear o País da Hipocrisia, embora o tema não me interesse um corno. A haver referendo seria, hoje em dia, sobre a necessidade de manutenção do Casamento Tradicional, já que ele se reduziu não a saber "se", mas "quando" é que o divórcio se consuma, e, como podem imaginar, os frutos dessas fornicações de conveniência ficam muito bem entregues, naquelas rodas vivas do uns dias com o pai, outros com a mãe, quando, entretanto, já a mãe se juntou com outra gaja, e o pai é capaz de andar a apanhar no cu de um amigo qualquer, ou de um qualquer um, nos duches do "Holmes Place" com o qual deveria era ter, no tempo certo, organizado os trapinhos, não fosse a pressão social para... casar e... procriar.

Poderia desenvolver isto, por aqui fora, mas não me apetece escrever mais. Os tempos são fundamentalmente desinteressantes e estou cada vez mais numa postura hipocritamente "dandy": para mim, é deixá-los comerem-se todos uns aos outros, que eu adoro estar a ver.

(Duo no "Arrebenta-Sol" e em "The Braganza Mothers")

segunda-feira, novembro 16, 2009

Faleceu o Carlos Brito


É verdade, fiquei boquiaberto quando ligo à minha mãe a saber como estava, porque entretanto também havia sido internada no hospital, que me disse que tinha morrido o Carlos Brito...fiquei sem palavras!
É com alguma comoção que escrevo este post, sobre quem ainda no outro dia bebia um copo connosco...


Com os seus defeitos ou virtudes como todos nós, era sem duvida e sobretudo um personagem de Casegas, que apesar de viver no Sobral, não dispensava uma ou várias paragens na terra, para uma fresquinha que ele tanto apreciava enquanto o fiel camião da lenha esperava à porta.
É uma grande perda sem duvida, e triste este desaparecimento prematuro. Fazia boa companhia, parodiante, falava a toda a gente e animava o ambiente por onde passava contando mais uma história que trazia de outras paragens ou de outros tempos, com o jeito que herdou do seu pai T´Xquim Brito.

Os meus sentimentos à família, particularmente a que conheço pessoalmente.
É homenagem que me é possível prestar de momento, se puderem disponibilizar uma foto do Carlos, ficaria grato.
Vou criar um separador para lembrar este companheiro de momentos sempre alegres.

Espero que se tiveres ido para algures, que tenha sido para um sitio melhor.
Adeus Carlos.

quarta-feira, julho 15, 2009

Faleceu o Padre José Geraldes



O director do jornal Notícias da Covilhã, cónego José Geraldes, faleceu na madrugada de hoje nos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde se encontrava internado devido a doença prolongada, informou fonte da Diocese da Guarda.

O funeral do docente aposentado do Departamento de Comunicação e Artes da Universidade da Beira Interior, de 71 anos, está marcado para quinta-feira às 15:30 na Igreja da Conceição, na Covilhã, seguindo depois para o cemitério de Casegas, aldeia onde nasceu e onde será sepultado.

A Câmara da Covilhã determinou, entretanto, a colocação da bandeira do município a meia haste durante três dias, em sinal de luto. A autarquia homenageou o cónego José Geraldes em 2008 com a Medalha de Mérito Municipal - Categoria Ouro.

Entre outras funções que desempenhou, destaca-se a sua eleição, em 1997, para Arcipreste da Covilhã, tendo sido Director do Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais até 2008.

Integrava ainda a Comissão de Ética do Centro Hospitalar da Cova da Beira.

José Geraldes era licenciado em Ciências da Comunicação, pela Universidade de Direito, Economia e Ciências Sociais de Paris.

(Jornal Reconquista)

terça-feira, outubro 21, 2008

«crime na Quinta do Covelo»


"Bom dia"
"Venho informar que na semana passada foi cometido um crime na Quinta do Covelo. TODAS as árvores que se encontravam ali foram cortadas pela raiz...a razão? Os passeios estavam a ficar feios..."

"Havia árvores com mais de 20 anos ali e no entanto houve quem se lembrou que gostava de estacionar o carro mesmo no sitio onde estava a árvore (digo eu). Resultado, bora cortar todas as árvores e assim fica tudo livre pa deixar carros...

Eu tinha 3 árvores com mais de 15 anos a porta e todas foram cortadas, árvores pagas por mim, criadas por mim!!! ISTO É UM ULTRAJE!!! E depois vemos noticias a passar a dizer "uma árvore plantada por cada bebe nascido no Hospital da Covilhã..."! Cambada de hipócritas é que é!!!"

"Denunciem esta situação a quem conseguirem porque isto não se faz!!!"

Cumprimentos



Sobre as árvores...

"Estas questões (dos abates) ponderam-se no momento em que se escolhe a árvore a plantar. Acaba por ser um pouco inevitável que árvores de grande porte possam causar danos nos passeios; sobretudo se o substrato não permitir um crescimento das raízes em profundidade."

"A maioria das ruas portuguesas, mesmo de bairros modernos, são demasiado acanhadas para árvores de grande porte, e não apenas pela questão dos passeios. Deste modo, em muitas delas, seria preferível plantar árvores de menor porte e deixar as grandes árvores (tílias, plátanos, choupos,...) para os parques e jardins."

No estrangeiro também se observam grandes crimes contra as árvores; em Espanha, o panorama é tão mau ou pior! Já na Irlanda, o panorama é diferente; nunca vi um único caso de "podite". Em geral, as grandes árvores são deixadas para os parques e muitas ruas não possuem árvores, ou seja, só as plantam onde estas podem crescer "livremente".

"Tomara eu que as nossas ruas (e casas) fossem como as que vemos nas cidadezinhas de província nos EUA: moradias uni-familiares com jardins repletos de grandes árvores; em frente à vedação de madeira do jardim um largo passeio e, antes da rua, uma segunda faixa relvada e com mais árvores!"

"Pedro Nuno Teixeira Santos"

http://sombra-verde.blogspot.com/

http://arvores-do-sul.blogspot.com/

terça-feira, outubro 07, 2008

Será este o principio do fim do Capitalismo?

(clicar para aumentar)

De facto o sistema deixou de olhar o ser humano como pessoa e passou ser um mero indicador de Lucro. Os trabalhadores são vistos como mercadorias e são medidos com indicies de produtividade, estatísticas, gráficos para se perceber como podem sempre produzir mais por menos isto é gerar mais lucro.
O Social rendeu-se por definitivo ao Económico.

Então e as emoções?
Os sentimentos?
O ser Humano?

A família?
A criatividade?
A entre ajuda?
A repartição dos bens?

Cuidado com o Abismo…!
Está nas nossas mãos a recriar um sistema que cuide dos seres humanos e do Planeta, senão não valerá a pena termos filhos!!!


"O Caminho Faz-se caminhando"
António Machado

sexta-feira, maio 30, 2008

Justiça Criminosa

«A JUSTIÇA CRIMINOSA»

NB: Não sabemos em que jornal foi publicado o artigo de Clara Ferreira Alves, e que aqui publicitamos, já que nos foi transmitido por amigo que também não conseguiu descobrir a fonte. Pela clarividência que revela , vale apena ler e meditar! ...


*A Justiça criminosa* por Clara Ferreira Alves

«Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhunm português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços do enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogues, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muito alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos.
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria suspeita de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa.»

In Reginot

sexta-feira, maio 16, 2008

Todo-o-Terreno (TT) no PNSE o paradigma da mobilidade INsustentável


As actividades de TT organizadas pelas empresas de animação turísticas (puro negócio) ou de grupos informais, para além de não serem uma actividade sustentável, quer uns queiram ver, quer não – e sempre assim será ao contrário do que os seus praticantes se esforçam por fazer crer - fomenta exactamente a degradação ambiental: maior emissão de gases de efeito de estufa que um veiculo ligeiro citadino, forte erosão dos solos, destruição da vegetação, possível atropelo de fauna e visitantes pedestrianistas, ruído que assusta animais e anula a experiência genuína dos visitantes que gostam efectivamente da natureza,…delapidam e ajudam a abrir cicatrizes onde dantes existiam natureza e belas paisagens livres de marca humanas.

Ler noticia complete in Kaminhos

quinta-feira, março 20, 2008

Menos um caseguense. José Reis Barata


Professor, jornalista, escritor e político faleceu na A23, na terça-feira

Natural de Casegas, Reis Barata faleceu na sequência de um despiste na auto-estrada, junto a Alcains. Desapareceu uma das figuras de maior relevo cultural e político do concelho da Covilhã. O funeral realiza-se hoje, às 15h30, da Igreja de São Francisco para o Cemitério da Covilhã

in diário XXI

quarta-feira, outubro 03, 2007

Falecimento

T´Zé Paulo, o "Homem do tractor" que dava a curva larga na eira, faleceu.
Funeral amanhã.
Os pêsames do blog à família.
Que tenha mais paz "lá" que nós por cá.