quinta-feira, maio 27, 2010
Faleceu o Zé Viriato da Carreira, o Zé Costa
Com as suas virtudes, defeitos e exentricidade...
Quem o conhecia bem, sabia que falava mais que o que sentia ou fazia de mal.
Mais um adeus.
Ainda não sei a hora do funeral.
terça-feira, março 09, 2010
Deus não é filho da Puta...
67 anos de devoção, uma vida de doenças e sofrimento, nunca fez mal ninguém...e o pressuposto "Todo Poderoso" que fez? Nada...Javé se existisse, seria um filho da puta tal como os porcos que não conhecem a pia em que comem. Já Satã nunca dei por ele, nem sei se existe, mas esse pelo menos não apregoa aos quatro ventos, que é mau, que faz e acontece.
Adeus Mãe, a melhor que conseguiu ser.
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Infeliz 2010
segunda-feira, dezembro 14, 2009
segunda-feira, novembro 16, 2009
Faleceu o Carlos Brito

É verdade, fiquei boquiaberto quando ligo à minha mãe a saber como estava, porque entretanto também havia sido internada no hospital, que me disse que tinha morrido o Carlos Brito...fiquei sem palavras!
É com alguma comoção que escrevo este post, sobre quem ainda no outro dia bebia um copo connosco...
Com os seus defeitos ou virtudes como todos nós, era sem duvida e sobretudo um personagem de Casegas, que apesar de viver no Sobral, não dispensava uma ou várias paragens na terra, para uma fresquinha que ele tanto apreciava enquanto o fiel camião da lenha esperava à porta.
É uma grande perda sem duvida, e triste este desaparecimento prematuro. Fazia boa companhia, parodiante, falava a toda a gente e animava o ambiente por onde passava contando mais uma história que trazia de outras paragens ou de outros tempos, com o jeito que herdou do seu pai T´Xquim Brito.
Os meus sentimentos à família, particularmente a que conheço pessoalmente.
É homenagem que me é possível prestar de momento, se puderem disponibilizar uma foto do Carlos, ficaria grato.
Vou criar um separador para lembrar este companheiro de momentos sempre alegres.
Espero que se tiveres ido para algures, que tenha sido para um sitio melhor.
Adeus Carlos.
quarta-feira, julho 15, 2009
Faleceu o Padre José Geraldes
O director do jornal Notícias da Covilhã, cónego José Geraldes, faleceu na madrugada de hoje nos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde se encontrava internado devido a doença prolongada, informou fonte da Diocese da Guarda.
O funeral do docente aposentado do Departamento de Comunicação e Artes da Universidade da Beira Interior, de 71 anos, está marcado para quinta-feira às 15:30 na Igreja da Conceição, na Covilhã, seguindo depois para o cemitério de Casegas, aldeia onde nasceu e onde será sepultado.
A Câmara da Covilhã determinou, entretanto, a colocação da bandeira do município a meia haste durante três dias, em sinal de luto. A autarquia homenageou o cónego José Geraldes em 2008 com a Medalha de Mérito Municipal - Categoria Ouro.
Entre outras funções que desempenhou, destaca-se a sua eleição, em 1997, para Arcipreste da Covilhã, tendo sido Director do Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais até 2008.
Integrava ainda a Comissão de Ética do Centro Hospitalar da Cova da Beira.
José Geraldes era licenciado em Ciências da Comunicação, pela Universidade de Direito, Economia e Ciências Sociais de Paris.(Jornal Reconquista)
terça-feira, outubro 21, 2008
«crime na Quinta do Covelo»
"Bom dia"
"Havia árvores com mais de 20 anos ali e no entanto houve quem se lembrou que gostava de estacionar o carro mesmo no sitio onde estava a árvore (digo eu). Resultado, bora cortar todas as árvores e assim fica tudo livre pa deixar carros...
Eu tinha 3 árvores com mais de 15 anos a porta e todas foram cortadas, árvores pagas por mim, criadas por mim!!! ISTO É UM ULTRAJE!!! E depois vemos noticias a passar a dizer "uma árvore plantada por cada bebe nascido no Hospital da Covilhã..."! Cambada de hipócritas é que é!!!"
"Denunciem esta situação a quem conseguirem porque isto não se faz!!!"
Cumprimentos
Sobre as árvores...
"Estas questões (dos abates) ponderam-se no momento em que se escolhe a árvore a plantar. Acaba por ser um pouco inevitável que árvores de grande porte possam causar danos nos passeios; sobretudo se o substrato não permitir um crescimento das raízes em profundidade."
"A maioria das ruas portuguesas, mesmo de bairros modernos, são demasiado acanhadas para árvores de grande porte, e não apenas pela questão dos passeios. Deste modo, em muitas delas, seria preferível plantar árvores de menor porte e deixar as grandes árvores (tílias, plátanos, choupos,...) para os parques e jardins."
No estrangeiro também se observam grandes crimes contra as árvores; em Espanha, o panorama é tão mau ou pior! Já na Irlanda, o panorama é diferente; nunca vi um único caso de "podite". Em geral, as grandes árvores são deixadas para os parques e muitas ruas não possuem árvores, ou seja, só as plantam onde estas podem crescer "livremente".
"Tomara eu que as nossas ruas (e casas) fossem como as que vemos nas cidadezinhas de província nos EUA: moradias uni-familiares com jardins repletos de grandes árvores; em frente à vedação de madeira do jardim um largo passeio e, antes da rua, uma segunda faixa relvada e com mais árvores!"
"Pedro Nuno Teixeira Santos"
http://sombra-verde.blogspot.com/
http://arvores-do-sul.blogspot.com/
terça-feira, outubro 07, 2008
Será este o principio do fim do Capitalismo?
O Social rendeu-se por definitivo ao Económico.
Então e as emoções?
Os sentimentos?
O ser Humano?
A família?
A criatividade?
A entre ajuda?
A repartição dos bens?
Cuidado com o Abismo…!
Está nas nossas mãos a recriar um sistema que cuide dos seres humanos e do Planeta, senão não valerá a pena termos filhos!!!
"O Caminho Faz-se caminhando"
António Machado
sexta-feira, maio 30, 2008
Justiça Criminosa
NB: Não sabemos em que jornal foi publicado o artigo de Clara Ferreira Alves, e que aqui publicitamos, já que nos foi transmitido por amigo que também não conseguiu descobrir a fonte. Pela clarividência que revela , vale apena ler e meditar! ...
*A Justiça criminosa* por Clara Ferreira Alves
«Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhunm português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços do enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogues, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muito alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos.
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria suspeita de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa.»
In Reginot
sexta-feira, maio 16, 2008
Todo-o-Terreno (TT) no PNSE o paradigma da mobilidade INsustentável

As actividades de TT organizadas pelas empresas de animação turísticas (puro negócio) ou de grupos informais, para além de não serem uma actividade sustentável, quer uns queiram ver, quer não – e sempre assim será ao contrário do que os seus praticantes se esforçam por fazer crer - fomenta exactamente a degradação ambiental: maior emissão de gases de efeito de estufa que um veiculo ligeiro citadino, forte erosão dos solos, destruição da vegetação, possível atropelo de fauna e visitantes pedestrianistas, ruído que assusta animais e anula a experiência genuína dos visitantes que gostam efectivamente da natureza,…delapidam e ajudam a abrir cicatrizes onde dantes existiam natureza e belas paisagens livres de marca humanas.
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quinta-feira, março 20, 2008
Menos um caseguense. José Reis Barata

Professor, jornalista, escritor e político faleceu na A23, na terça-feira
Natural de Casegas, Reis Barata faleceu na sequência de um despiste na auto-estrada, junto a Alcains. Desapareceu uma das figuras de maior relevo cultural e político do concelho da Covilhã. O funeral realiza-se hoje, às 15h30, da Igreja de São Francisco para o Cemitério da Covilhã
in diário XXI
quarta-feira, outubro 03, 2007
Falecimento
Funeral amanhã.
Os pêsames do blog à família.
Que tenha mais paz "lá" que nós por cá.



