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segunda-feira, abril 28, 2008

Feijoada do 25 de Abril não pode falhar na CPC! Ai vão elas!

Passeios pelo jardim
Nova aquisição à auto transportes um pack em promoção de motorista+detector de toupeiras
Matraquilhada, os resistentes adeptos deste jogo


O "da volta" vem sempre da Suiça, não falha um ano
Uma sorte meu, ficaste com a "garrafeta" só para ti este ano!
Quando estes dois não aparecerem é porque nesse ano não houve feijoada! Heh!
SEMPRE!
Malta nova
Os 2 bigodes besuntados

Este ano a feijoada foi entregue às mulheres, afinal estamos em casa e data de igualdades.
Um agradecimento especial às sócias "Beatriz do Gabriel" e Diamantina por toda a logística. Voluntárias incondicionais que não podem passar ao lado dos sócios a realçar. Não esquecendo os garrafões de vinho do Zé Neves que também devem ter marcado a habitual presença, que é quase a adega do Povo(e não estive lá para ver hehe)!

3 comentários:

Pobre disse...

Crise alimentar Mundial : um problema de fornecimento em vez de exigir!

Para explicar a fome que ganha várias regiões do mundo, a maioria dos especialistas entrevistados alegaram um problema da explosão da procura, presumindo que será cada vez mais difícil para alimentar a população mundial. Poder-se-na verdade acho que a Terra não pode alimentos para 6 mil milhões de habitantes e com uma explosão demográfica no meio, fomes são susceptíveis de aumentar. Isso não é inevitável uma vez que estamos muito mais a enfrentar uma escassez da oferta como um problema de excesso de procura!

Como é que vamos na Terra, em 50, 100, 200, 300 anos?
Demógrafos previsões dependem de uma população global de 9 mil milhões de euros em 2050. Como vamos então na Terra, em 2100 ou 2150? Também 9 bilhões!
Para o crescimento mundial não segue uma função linear, mas sim uma curva que irá estabilizar além de um certo limite. Com efeito, todos os países têm experimentado ou será uma experiência familiar fenómeno da transição demográfica, que é caracterizada por um declínio das taxas de natalidade na sequência de uma queda nas taxas de mortalidade (ver esquema). É provável que, a longo prazo, todas as mulheres têm cerca de duas crianças (como é o caso hoje em países desenvolvidos), que é apenas o suficiente para assegurar a renovação das gerações.

A Terra pode alimentos para 6 mil milhões de seres humanos (e amanhã 9 mil milhões de euros)?
Você sabe que de 2 / 3 das culturas da agricultura questões globais que não está sequer em um que foi praticado na Europa durante a Idade Média (de fome Engenheiro Agrônomo Rene Dumont)? A grande maioria dos agricultores no mundo inteiro têm efeito somente ferramentas que as suas duas mãos e algumas técnicas rudimentares. Eles não usam máquinas motorizadas (tractores ou outras), nenhum instrumento mecânico (arado ou animal ou para ajudar os campos), são confrontados com problemas de irrigação e falta acesso aos fertilizantes.

Famina: um problema de oferta insuficiente
Por que é importante considerar a questão da fome em termos de uma escassez de oferta e não como excesso da procura? Porque, dependendo se o mesmo ocorre do lado da procura ou a oferta, apelamos às diferentes políticas económicas. Por um lado, propomos políticas de natalidade nos países em desenvolvimento, controle e diminuir nos países industrializados, enquanto o outro será apresentada a necessidade de ação afirmativa ajuda ao desenvolvimento. Car minúsculo ganhos de produtividade na agricultura tecnologia poderia ajudar a resolver muitos problemas de sub-nutrição em todo o mundo.


Mantém-se a agir ...

Anónimo disse...

opa so pensais em feijoada...
mas nao pensam em torneios de futebol de 9 casados encontra solteiros hou asim....ou um mei maratona por as ruas de casegas..sempre os mesmos tristes..xau

Manjedoura disse...

anónimo, a porta está aberta, haja quem chegue à frente.
Ou serás triste demais para chegar à frente?
- torneios de "futebol de 9"
- "meia maratona"
A especificidade por si só já denota alguma tristeza.
De qualquer maneira é reconfortante saber que há sempre alguém mais triste porque vive frustrado, talvez porque nada faça ou em nada participe.

As melhoras!