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segunda-feira, agosto 04, 2008

S.O.S. pela cultura e tradiçôes

(esta imagem é uma brincadeira, logo tratamos de um logótipo "em maneiras" só para o grupo)

Depois de várias investidas e contactos desenvolvidos junto dos proprietários dos bombos existentes em Casegas após este post, não consigo manifestar outro sentimento que o de frustração. Deste modo passo a divulgar os nomes dos "Proprietários dos bombos" cuja disponibilidade é meritória de menção e louvor:
Zé da Moita
Tonho Azinheiro
Chico (C.Branco)
Joaquim Nunes
Não sei se se me escapou algum(a recordar-me logo adicionarei mais algum à lista), mas pelo menos estes estariam disponíveis para ceder ou doar os bombos à Casa do Povo, mas lamentavelmente ao que se consta não se consegue quantificar a quota que os proprietários têm nos bombos, logo basta uma não cedência para bloquear o processo. Foi a leitura que fiz da situação e o sucedido.
Mas não desistiremos por isso.

Deste modo lançamos dois desafios:
1- Pedido individual aos proprietários dos bombos, ou alguém que tenha um em casa, da cedência destes membranofones ou outros instrumentos tradicionais para que o grupo possa arrancar com o mínimo de condições.
Uma segunda hipótese: A casa do povo já tem encomendada um caixa "como deve de ser" ao Telmo dos Tocavakalhar e já está a ser fabricada, mas não tem condições para aquisição de pelo menos 2 Bombos.
Na semana passado fui a Silvares com o Telmo comprar um pífaro ao Ti Paulo de Silvares, que tem em stock dois bons bombos por 150€ cada, o que é um excelente preço, tendo em conta que um bombo custa em qualquer sitio, entre 200 a 250€. Se alguém pudesse contribuir ou adquirir estes bombos, a CPC agradecia e os putos também.

O 2º desafio é...(ponho um post a seguir para não dar confusão). Tem a ver com um concurso para se escolher um nome para o grupo. Deixo já a minha proposta, uns nomes que o meu avô me chamava, o que não era nada justo, uma vez que desde os 4 anitos lhe desamolava os pregos enferrujados (que arrancava e guardava na lata do leite em pó ou cacau Molico ou Milo, já não sei.. ) em cima do torno ou da bigorna.
- Uma nos dedos, uma no prego, uma nos dedos uma no prego...também lhe podia dizer que que os martelos que ele fazia é que eram rombos heh!

Então ai vai o meu contributo:
"Estraga Albardas Rompe Silhas" (que se dizia a quando estragávamos ou rompíamos alguma coisa) ou uma frase muito utilizado pelos antigos: Dá-lhe "Até ao diabo dzabunda" (que queria dizer "dá-lhe até não poderes mais") o mal da frase é que era dita quando alguém estava a levar porrada em vez de um bombo heh!
Ainda a ouvi algumas vezes, pois também fiz das minhas, então quando me juntava com o Noel, era cá uma dulpa, mas também as levou da Ti Alice, não fui só eu. Não era só sandes de manteiga em papos-secos que que o Carlitos trazia dentro do Kispo azul para a malta e escavalgar num cavalito sem rodas pela vinha abaixo ou jogar matrecos e umas futebolas "à coca-cola" com o Tino(não dava para as bolas, a Ti Brasita e a Ti Piedade da Vinha confiscavam-nas)...de vez em quando levavam umas chineladas e não piavam!

Sugiram nomes que depois ponho um quadro de votação na sidebar.

Já sabem que para comentar, é só clicar ao fundo dos posts em "urra aqui". Aguardamos noticias.

Saudações associativas a todos os Caseguenses de bem

Rui Jorge

2 comentários:

Anónimo disse...

Gostaria de vos ajudar na acquisicao de bombos. Para contribuir na compra de um, preferem o dinheiro e depois escolhe-lo a vossa vontade, ou preferem ja o bombo? Posso ajudar mas nao sei o que preferem. Tambem prefiro ficar anonimo uma vez que nao intessa saber quem ajudou - o que interessa e que estas iniciativas se ajudem. Digam me so quem devo contactar - presumo que seja o Rui Jorge. Se nao for, e so dizer.

Manjedoura disse...

Afirmativo caro anónimo.
O meu mail: rui_j_costa@hotmail.com

Obrigado