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terça-feira, março 02, 2010

As ultimas fotos da "macna"

Em Casegas também "ainda há pastores"...

"-Ó Jorge, só cá vai metade! Vai ter comigo lá abaixo que eu ando lá!"


O Ti Luis Grilo, uma figura incontornável e um dos personagens mais "castiços" de Casegas. Gostaria de explorar mais, mas não tenho tempo.
Tenho uns videos dele que gravei uma vez numa festa dos Zés se não estou em erro, em conversa comigo, com o Zé Neves e o Gabriel, de partir o côco a rir com o Ti Luís...Para maiores de 18 anos Claro...daqui a uns 50 anos talvez publique isso...heh!
Ele há coisas do arco da velha...a coexistência de duas das mais belas construções de Casegas e o Cruzeiro com o escarro da placa do auto-elogio...gabarolices de merda.
É que o próprio cruzeiro ficou uma cagada...daí a placa até nem destoar muito (do cruzeiro claro...).
Aliás, Casegas está a virar um "placolândia" ao estilo do tempo da velha senhora. Não haverá por lá quem volte a fazer o mesmo que fizeram às do tempo dos "Antonino dos Ócalos"?

As bombas de Casegas, com nova gestão do Fernando Sobreiro do Sobral. Como boas vindas, ao que se consta...Foram assaltadas...outra vez!
Traído pelo sol...logo lá volto, quando tiver "macna". É uma bela vista sobre Casegas, das mais abrangentes...

4 comentários:

leitora disse...

É bom ter-te de volta Rui. É como Casegas voltar a viver.
Obrigado.

João Grande disse...

essas placas são mais, são vómitos

Anónimo disse...

Há placas e placas e pessoalmente nada tenho contra as que identificam obras como o museu Monsenhor Alves Brás ou outras que celebram eventos. Uns gosta de placas reclamando autoria de obras mesmo que feitas atabalhoadamente com dinheiro do erário público, outros reclamam obras mesmo sem placas. São estilos que alimentam de forma diferente as vaidades e o ego de muita gente.
Por acaso até gostaria de ver à entrada do cemitério uma placa como a que se encontra à entrada do cemitério da Conchada em Coimbra e que diz " aqui se findam as vaidades com que o Mundo nos seduz, aqui há paz e abrigo à sombra da eterna cruz"
Sabemos que a sumptuosidade dos monumentos fúnebres que encontramos dentro das muralhas do cemitério, determinada por parentes que desejam honrar a memória do falecido, e não por este, ainda faz parte do orgulho dos parentes, que querem honrar-se a si mesmos. Nem sempre é pelo morto que se fazem todas essas demonstrações, mas por amor-próprio, por consideração ao mundo e para exibição de riqueza. A tumba é o lugar-comum de encontro de todos os homens e nela se findam, impiedosamente, todas as distinções sociais. Haverá na Freguesia exemplo maior do que uma feira de vaidades ?
Mas...afinal a história também se faz de registos, bons e maus.

famel disse...

Só um registo para corrigir, n é o Fernando Sobreiro, mas sim o irmão Francisco.