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segunda-feira, setembro 13, 2010

Comam Piri-Piri

Dê picante à sua vida...

 Hoje em dia, parece que tudo o que é bom faz mal, mas os amantes da comida indiana têm boas razões para alegrar-se.

 Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Pittsburgh revelou  que a capsaicina, o composto que torna as malaguetas picantes, combate  activamente o cancro do pâncreas, levando as células cancerosas a autodestruírem-se.

(curcuma)
 
 Num estudo separado do Centro Oncológico M D. Anderson, da Universidade do Texas, descobriu-se que a curcumina, que se encontra no açafrão-das-índias  e em muitos pós de caril, bloqueava uma via de passagem biológica necessária ao desenvolvimento dos melanomas e outros cancros. Já se sabia  que a curcumina tinha propriedades anti-oxidantes e anti-inflamatórias; 

Esta nova descoberta também pode ajudar a explicar porque é que a Índia regista dez vezes menos casos de cancros do cólon, mama, próstata e  pulmões, do que o país que em todo o Mundo gasta mais dinheiro em medicamentos: os Estados Unidos.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Chulice chegou ao CHCB


Já estou a ver um dia destes, no sitio dos balcões das enfermarias, uma bilheteira para cobrar a quem visita os familiares!
Que cambada, há gajos capazes de vender a própria mãe e dizer que fui eu.

quarta-feira, novembro 25, 2009

Gripe Suína. Vejam isto depressa, antes que retirem este vídeo



O depoimento da ex-Ministra da Saúde da Finlândia, Dra. Rauni Kilde, é muito claro e corajoso.


(pena é a sra ter sido dada como incapacitada para o serviço devido a perturbações mentais, e agora passar o tempo a escrever livros sobre teorias de OVNIS e Conspirações mundiais... :s) De qualquer maneira a culpa não é dela, porque qualquer um se põe a imaginar cenas destas, porque andarem com estes alarmismos e normas e vacinações em massa só por causa da porcaria de uma gripe que mata menos que a gripe sazonal... lá que é estranho é... :s

sexta-feira, novembro 13, 2009

Sócrates foi à pica


O nosso Primeiro-ministro e a Ministra da Saúde foram tomar a Vacina contra a Gripe dos Porcos à frente das câmaras das televisões e do flash dos jornalistas. Quero acreditar, embora me custe, que por uma preocupação genuína com a saúde dos portugueses não se cansam de fazer campanha para que todos acabemos com uma picada no braço. Imagino que tenham tomado a vacina destinada ao comum dos mortais e não a outra que, em alguns países, está a ser ministrada a governantes, militares e aos mais poderosos.
Pessoalmente, já tive os meus dois filhos com a gripe e pareceu-me em tudo idêntica a uma gripe normal desta época do ano. Nós pais, escapámos ilesos aos vírus que certamente inundaram a nossa casa; tivemos sorte. Mas, uma coisa é certa, com tantas dúvidas lançadas sobre a segurança desta vacina, com médicos a não a tomarem e a aconselhar a que nós não a tomemos, cá em casa essa vacina não entra.

Mais uma malha gamada ao Kaos.Sempre bem vinda

quinta-feira, outubro 29, 2009

Até na vacinação da gripe dos porcos, há porcos mais iguais que os outros


As autoridades de Saúde estão preocupadas com a recusa de alguns profissionais em serem vacinados contra a gripe A. Muitos enfermeiros e médicos têm recusado a vacina por não considerarem a gripe tão grava como alguns apregoam e por a vacina poder causar mais problemas que a própria doença. Por mais que a Ministra e o Director Geral de saúde e todos os que orbitam á sua volta, venham dizer que serão os primeiros a tomar a vacina, critiquem o que dizem ser as "posições infundadas" de pessoal médico e afirmar que "É uma questão de responsabilidade", a verdade é que muitos a recusam. Cá por casa também ninguém a vai tomar, sobretudo depois de sabermos que na Alemanha o governo pretende vacinar os governantes e o exército com uma vacina diferente daquela que vão distribuir pela população (a mesma que vai ser utilizada em Portugal). Parece que até na vacinação da gripe dos porcos há uns porcos que são mais iguais que outros.

gamado aos KAOS, sempre em cima do acontecimento

quarta-feira, julho 29, 2009

Num inds pa praia!

Ulhai ó cosos!
Vós num indainds pa praia q´iss num tain granjeio nenhum!

Num vos inds dsgraçar! Num sendes adôdjeds!
Ditcheivs tar quedinhos, tainds munt pa und ir!
Ind pó pertal du mei e pó lapatchero da mosca, pós quarts, pó tchandmuinh, pó sarralhêro ó pá bôça cm´algum dia!
Tabernas tamain cá tends muntas...o Carpintêro, a Casa du Pov, u Rebalo, u Sobe e Dece, u Sacstão, o Variat du Taxe e a Boáte du Lagar da Pont!
Num andaij lá à acartar essas malêtas sarnaintas das praias!
Pa mor de lavar u nalguêro a btchana e us clhanits num é prciz ir pa tão lonj, ditcheivs tar quedinhs in casa!





Cumé q s´apega?
..e pra mor de num s´apegar?





Juíz na catchamona!

sexta-feira, maio 16, 2008

Entenderam bem porque é que existem listas de espera???

Em 6 dias operou tanto como 5 médicos!!! num ano e por metade do preço cobrado na privada.

Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a "indignar" a Ordem dos Médicos. Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo
ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia. No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde. Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano). No final do
ano passado, a lista de espera era de 384, e foi entretanto reduzida a 50 com a intervenção do médico espanhol.

A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme. Foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo.
Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola - em Dom Benito (Badajoz) e Mérida. Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses. "Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros", diz ao DN o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.

As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidade de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador. O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.

HÁ QUE ACABAR COM A CHULAGEM DA ORDEM DOS MÉDICOS, BAIXAR AS MÉDIAS DE MEDICINA E ABRIR NOVAS FACULDADES. ASSIM ACABA-SE A MAMA DESTA CAMBADA DE PARASITAS

Luís Carvalho (Lyonnais aka Abrantes)

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Assim também eu. O doente é que sofre!


CHCB continua a reduzir défice
Director do Pêro da Covilhã diz ter «orgulho» na capacidade de atracção de médicos internos

O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) reduziu o seu défice para cerca de quatro milhões de euros em 2007, perto de 50 por cento do valor do ano anterior e inferior ao de 2000.

O anúncio foi feito na semana passada pelo presidente do Conselho de Administração (CA), João Casteleiro, durante as comemorações do oitavo aniversário da instituição.

O director considerou 2007 um ano «decisivo e importante» para o CHCB, apesar de ter sido «polémico» em termos de reorganização do sector. «Com racionalização, estratégia e limitações conseguimos baixar o nosso défice sem perdermos qualidade no atendimento», garantiu.

«Começámos com 12 milhões de défice. Temos tido reduções na ordem dos 50 por cento nos dois últimos anos e, neste momento, situa-se entre três e quatro milhões, com a ressalva de que as contas de 2007 ainda não estão fechadas», adiantou João Casteleiro, à margem da cerimónia.

Ricardo Cordeiro - O Interior

Em resposta a a isto nada mais adequada que o post do Manjedoura para ilustrar como o senhor presidente do Conselho de administração baixa défices!
Senhor doutor, responda ao post do Manjedoura sff.
História (verídica) do Manjedoura aqui

Mais uma machadada ao bom estilo "Socialight".
A saúde no CHCB mede-se em euros!
Assim também eu administro...um corte daqui um coice de acolá e cá vamos andando com a cabeça entre as orelhas!



sexta-feira, janeiro 18, 2008

"Quem vai para o mar, avia-se em terra" parece ser o lema do CHCB!




Um episódio (de muitos), no mínimo insólito no CHCB.

Para não citar nomes, vamos chamar as utentes em questão por Manuela Penca Roxa, Joaquina Frieiras, Felizberta Bate o Dente e Zulmira Desenrasca e Arreganha.

Estas quatro utentes encontram-se hospedadas na estância hospitalar de luxo da Cova da Beira, onde se quer fazer passar a imagem de que tudo está bem, chegando ao ponto de ignorar os pedidos do livro de reclamações aos utentes, já que os profissionais que ali laboram não podem fazer, pois já sabem o que os espera...Mas sussurram pelos corredores “tá aqui um gelo neste 3º Piso”.

Manuela Penca Roxa que tocava trompa todo o dia, pois a máscara de oxigénio, era desajustada e o solfejo desafinado era inevitável. Hoje já lá não estava, ou teve alta ou já passou para a refrigeração definitiva ou quiçá foi tocar trompa para fanfarra dos anjinhos. Sempre disse que aquela mulher havia de ser música de futuro!

A dona Joaquina Frieiras esta na passiva coitada…as grandes dores são mudas! Uma paz de alma! Pacata, não se queixava de nada por mais frios que tivesse os pés!

Felizberta Bate o Dente teve mais sorte, houve uma alma com o termómetro biológico em funcionamento que lhe trouxe aquecedor de casa e lá se safou durante o resto da estadia de luxo. Menos sorte teve com a àgua, pois Felizberta também é unsuficiente renal e...tens àgua especifica recomendada? Se não queres da torneira traz de casa!

Por fim, a desconcertante Zulmira Desenrasca e Arreganha, recém chegada, mulher de fibra!
Esta é que veio entornar o caldo todo!
Mais uma com problemas respiratórios…pouca sorte! Mas a pouca sorte de Zulmira não fica por aqui…Como se não bastasse os problemas de saúde, os ventiladores também estavam esgotados, uma espécie de maquineta que lhe aspira o dióxido de carbono dos pulmões. Teve de mandar trazer um de casa com os respectivos filtros (carissimos) e o imprescindível aquecedor claro, importantíssimo, que um familiar prontamente providenciou no Hipermercado e trouxe à estância de luxo juntamente com a televisão!

Mas Zulmira Desenrasca e Arreganha, batuta nestas andanças, não se ficou! E fez muito bem! Andou três dias a pedir o livro de reclamações, três dias lho recusaram e três dias lhe disseram incrédulos “ainda não o trouxeram?!”. Pediu-me auxilio. Estava frio, não a deixavam reclamar. Parece mal sabem, uma estância tão (aparentemente) luxuosa numa cidade de industriais de lanifícios, onde toda a gente veste bem! Num país tão desenvolvido…reclamar ali? Nem pensar! Reclamem pó boneco!

Naquele momento o que senti foi revolta e antes de rebentar, deixei-me estar por ali mais um pouco a ouvir lamentos e lá acalmei um pouco. Acabou a hora da visita, toca a andar! Deixei-lhe a promessa de lhe fazer chegar o malfadado livro!

Ainda tentei saber o que se estava a passar junto de uma simpática profissional de enfermagem, mas depois…naaa, isto assim não vai lá! Os profissionais que ali labutavam, também se lamentavam, mas a arrogância é tanta que ninguém os ouve! Dirigi-me ao discreto gabinete do utente, situado no piso 0 onde se encontravam um jovem e uma senhora, questionei-os acerca do sucedido ao que me responderam “não tomámos conhecimento, aqui não chegou nada”. E eu cá com os meus botões “mau, alguém aqui anda a aldrabar”. Bem, mas tinha de resolver o assunto de alguma maneira e uma promessa a cumprir.

Então, para ver o fundo ao tacho, resolvi fazer o seguinte trato com os senhores:

- Fazemos assim, eu peço-lhes que levem logo que possam o livro de reclamações à senhora e amanhã volto cá. Se amanhã a senhora me voltar a dizer que lhe recusam o livro de reclamações, eu volto aqui e reclamo eu de quem não der encaminhamento à situação. E ficou assim combinado.

Voltei no dia seguinte, a dona Zulmira Desenrasca e Arreganha estava mais animada!
Já a tinham deixado reclamar! Veio também um senhor, daqueles que mandam mais, feito salvador da pátria porque deve ter ouvido trovões, dizer que lhe pagavam o aquecedor e que a situação iria ser resolvida (como se não estivesse já assim há anos! O brincalhão!). O senhor parecia furioso com toda a gente, como se afinal as ordens não emanassem de cima e os coitados dos médicos, enfermeiros e auxiliares que também batem dente naquele piso, não andassem ali a cumprir ordens da administração. Enfim...o vulgo “sacudir o capote”, parece bem, dá um ar de competência!
Em relação ao ventilador, até ver, parece que ainda não há novidades! Afinal estamos no país dos desenrascas!
E lá ficou Dona Zulmira Desenrasca e Arreganha mais animadita ligada aos seus tubos! As ultimas palavras que me dirigiu a sorrir foram “olhe ali- apontando para a cabeceira da cama- os tubos atados com uma baraça! Só visto!”. Encolhi os ombros e comentei “isto é incrível!”. Sorri, desejei-lhe as melhoras e vim embora.
E assim acabou a minha aventura na estância de luxo da Cova da Beira


Moral da história: quando temos razão e não nos calamos, somos recompensados. Afinal é o nosso dinheiro que gastam e o hospital não é o mar!

As melhoras "Zulmira", para os pulmões claro, pois da cabeça, tomara que todos andassem como a senhora! Ganda Mulher!




quinta-feira, novembro 22, 2007

Grande malha!

Tive acesso a esta carta escrita por um cidadão ao nosso Ministro das Finanças. É verídica.

Se todos tivéssemos a atitude deste homem, que não conheço, quem sabe se o nosso Portugal não melhorava, e os nossos governantes pensassem mais no povo que governam e que os elegeram.

Passem a todos este acto de coragem.

«Exmo. Senhor Ministro das Finanças :


Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer uma proposta:

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.

Por esta coisinha sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.

Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:

a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.
b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:
c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.
e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
g) ansiedade com que são acompanhados estes exames.
h) A angústia em que vivemos permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.

Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo
fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras.

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.

Atentamente
19/Outubro/2007
Victor Lopes da Gama Cerqueira »