quinta-feira, novembro 04, 2010
José Mário Branco - FMI (ao vivo/audio) parte 1
A ver se nos entendemos!
Afinal é a musica escrita em finai dos anos 70 que é actualissima, ou é o país que está igual aos finais dos anos 70?
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Censura. Eles andem aí....
quarta-feira, novembro 25, 2009
Gripe Suína. Vejam isto depressa, antes que retirem este vídeo
O depoimento da ex-Ministra da Saúde da Finlândia, Dra. Rauni Kilde, é muito claro e corajoso.
(pena é a sra ter sido dada como incapacitada para o serviço devido a perturbações mentais, e agora passar o tempo a escrever livros sobre teorias de OVNIS e Conspirações mundiais... :s) De qualquer maneira a culpa não é dela, porque qualquer um se põe a imaginar cenas destas, porque andarem com estes alarmismos e normas e vacinações em massa só por causa da porcaria de uma gripe que mata menos que a gripe sazonal... lá que é estranho é... :s
sexta-feira, novembro 13, 2009
...e mais uma do KAOS para esta avestruz e outras aves de rapina

Todos sabem o que penso e a falta de confiança que o Engenheiro me merece. Nem duvido, por todas as histórias tão mal contadas que aconteceram no passado, que até possa haver motivos para investigação e acusação por razões menos claras, neste e em outros casos em que está envolvido. Já a Manuela Ferreira Leite tem o condão de dizer o pior que pode dizer de cada vez que abre a boca. Em vez de ir para a Assembleia, armada em Urubu por cima do cadáver político do Engenheiro fazer folclore político, mais valia que apresentasse propostas e soluções que obviem a que a corrupção seja possível em Portugal. Proponha acabar com o sigilo bancário, com o enriquecimento ilícito e o agravar das penas para os culpados. É que também não nos podemos esquecer que as leis que temos, as leis que permitem que este país esteja nesta bandalheira, que a corrupção esteja institucionalizada e que nunca se consiga condenar os culpados também é da responsabilidade do PSD. O que falta é uma verdadeira vontade de acabar com a corrupção e o compadrio por parte de todos os que no poder, não vão tentações do diabo fazê-los cair em tentação.
quinta-feira, novembro 06, 2008
A banca nacionalizou o governo

A banca nacionalizou o Governo
A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada
Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.
A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.
Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.
Ricardo Araújo Pereira
in Público, 16 Out 2008
quarta-feira, outubro 15, 2008
A Europa que temos
KAOS
terça-feira, outubro 07, 2008
Será este o principio do fim do Capitalismo?
O Social rendeu-se por definitivo ao Económico.
Então e as emoções?
Os sentimentos?
O ser Humano?
A família?
A criatividade?
A entre ajuda?
A repartição dos bens?
Cuidado com o Abismo…!
Está nas nossas mãos a recriar um sistema que cuide dos seres humanos e do Planeta, senão não valerá a pena termos filhos!!!
"O Caminho Faz-se caminhando"
António Machado
terça-feira, setembro 30, 2008
Os pobres e os Povos desarmados à condução da História, já!
2008 SETEMBRO 30
O Grande Capital sempre foi louco, intrinsecamente demente-demente, perverso, mentiroso e assassino. A Ordem Económico-Financeira Mundial por ele gerada só poderia acabar por ser uma (Des)Ordem Mundial à sua imagem e semelhança. Deveríamos saber isso, desde sempre. Por mim, não me tenho cansado de o lembrar. Sem grande sucesso. Ou mesmo sem nenhum sucesso. Porque, infelizmente, os que continuam aí a conduzir a História ainda não são os pobres e os povos desarmados como eu, mas os grandes ricos e os poderosos como Bush e como o papa de Roma. Juntamente com todos os seus assessores, qual deles o mais demente-demente. Por sinal, todos m
uito mais loucos, dementes-dementes, perversos e assassinos que o Grande Capital. Porque foram os grandes ricos e poderosos do mundo que pariram o Grande Capital. E ele, uma vez independente deles e dos povos do mundo, está hoje aí, finalmente, a fazer de todos nós, gato-sapato. Entre nós próprios, os seres humanos, e o Grande Capital , sempre temos corrido, na peugada dos grandes ricos e dos poderosos, a escolher o Grande Capital, em vez de nos escolhermos a nós próprios e ao Planeta. Deveríamos travá-los, aos grandes ricos e aos poderosos do mundo, e travar o Grande Capital, ter mão neles e nele. Infelizmente, corremos mais eles e, na nossa demência-demência, até os constituímos nossos guias, nossos chefes, nossos reis, os Executivos das nossas nações. Semelhante demência-demência humana só podia dar no que deu. E hoje, o Século XXI que poderia e deveria ser o século da plenitude do Humano, está a ser o da plenitude da demência-demência humana. Estamos todos - pessoas, povos e planeta - sob o jugo do Império do Grande Capital. Até hoje, não descansamos enquanto não criamos e alimentamos um Ídolo maior do que nós, o Grande Deus Dinheiro, em lugar de trabalharmos dia e noite para levarmos a nossa própria criação, como seres humanos, ao seu termo. Agora, o Ídolo ou Grande Deus Dinheiro que criámos tornou-se um Monstro, uma Besta indomável, e passou a mandar em nós. É a Descriação humana no seu pior. Estamos, por isso, de regresso ao Caos. Não, obviamente, ao Caos inicial, que esse ainda foi o do Começo da vida. Ao princípio, era o Caos, diz o texto bíblico, no seu primeiro livro, o do Génesis. O de hoje, obra da nossa demência-demência, é o Caos da Sucata, do Ferro-velho, da Desagregação, da Descriação, da Morte global. Jesus, o de Nazaré, o Humano por antonomásia, o Alfa e Ómega do Humano, bem advertiu os seus irmãos humanos, as mulheres e os homens do planeta, sobre o desviado rumo que estávamos a imprimir à História e que, se prosseguíssemos por ele, acabaríamos todos no Abismo. Disse-o com a solenidade dos grandes Momentos. Assim: "Atenção! Ninguém pode servir a dois Senhores com objectivos opostos entre si. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro". Riram-se dele, na altura, os saduceus, que já então gostavam muito de Dinheiro. Ainda hoje, se riem. E com os saduceus, riram-se também os sumos-sacerdotes do Templo de Jerusalém, o rei Herodes e, sobretudo, o imperador de Roma. Ainda hoje se riem. Trataram-no todos à uma como o louco dos loucos. Ainda hoje, tratam. E, quando ele se atreveu a dar um passo mais e lhes disse, olhos nos olhos, que os loucos eram eles, por isso, cegos e guias cegos, eles não suportaram tanta Verdade desarmada e correram a matá-lo na Cruz do seu Império, para que nunca mais ninguém se atrevesse a repetir semelhante Verdade, aos ouvidos deles, pura blasfémia. Ainda hoje fazem o mesmo. Mas eis que, vinte séculos depois, os factos estão aí bem à vista. Só que os cegos e guias cegos do planeta continuam a não querer ver. E, perante o Caos global da Sucata e da Morte a que conduziu a sua demência-demência humana, insistem demencialmente nela. Em vez de decapitarem o Grande Capital, correm, na demência das demências, a fornecer-lhe milhares e milhares de milhões de dólares e de euros. São tão cegos, que ainda não viram que o Grande Capital o que pretende não é apenas nem sobretudo mais capital. Também o quer, é verdade, e cada vez mais concentrado, cada vez mais acumulado em poucas mãos. Mas o que o Grande Capital mais quer são as pessoas e os povos, são os seres humanos. Até reduzir tudo a Sucata, a Morte. O Grande Capital odeia a vida humana, os afectos, a ternura, o carinho, a paz, o prazer, o beijo, o abraço, a mesa-partilhada, o ar puro, a beleza, a poesia, a cultura, a arte, a graça e a verdade, numa palavra, a Política feita de Práticas maiêuticas ou libertadoras. Jesus, o de Nazaré, a Luz do Mundo, percebeu como ninguém que o Grande Capital é o inimigo número um dos Seres Humanos e dos Povos. Os Seres Humanos e os Povos ainda não perceberam. Nem querem perceber. E, por isso, estes nossos dias são de demência-demência humana. E poderão levar à Demência Global. Se assim for, acabaremos todos numa guerra global, cósmica como nunca houve desde o início, com bomba atómica e nuclear e tudo. Ou mudamos de rumo e de líderes, ou corremos a alta velocidade para o Caos da Sucata, da Morte. Ou decapitamos já o Grande Capital e temos mão nos seus Executivos mundiais dementes-dementes, ou acabamos juntamente com eles no Grande Abismo. O século XXI - volto a dizê-lo aqui com a solenidade dos grandes Momentos - será jesuânico, ou não será. A escolha é nossa. Cada dia que passa sem escolhermos e escolhermos bem, torna-se muito mais difícil evitar o Caos da Sucata, da Morte. Apressemo-nos a escolher bem e a decidir bem. Distrairmo-nos nestes dias com os futebóis dos Milhões e com o vomitado discurso do sucesso do nosso pinóquio primeiro-ministro, chega a ser obsceno. Decapitemos o Grande Capital. Mudemos de rumo. Cooperemos activamente com Deus-Vivo-e-Criador, mais íntimo a nós do que nós próprios, para levarmos à plenitude a Criação dos seres humanos que o Grande Capital tem sistematicamente impedido. Os pobres e os Povos desarmados à condução da História, já! É Hora!


