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domingo, agosto 02, 2009

Acordem Bestas!

Não posso deixar de divulgar esta vídeo que o César Craveiro, sempre atento e sensível para com estas causas, me fez chegar ao mail.
Resolvi atribuir o titulo "Acordem bestas", uma vez que a maior besta à face do planeta, é o bicho homem, da espécie na qual eu me incluo também e facto de que não me orgulho mesmo nada!
Que tal em vez de dizermos por vezes: "epá, este gajo é mesmo um camelo!" ou "txiiii és mesmo burro!", que tal passas a usar "homem" em vez de "burro" e "camelo"! Boa?!

quarta-feira, abril 15, 2009

PAUL na SIC pelos piores motivos.....

Soluções "entupidas" para colector de esgoto




NOTA: Se a "moda" pega temos todos os problemas resolvidos na Hora. A este tipo de resolução vamos chamar de PAULEX - SIMPLES E NA HORA.

in Blog Vila do Paul, Terra de Tradições

Divulgamos nós o nús as noticias dos rotos...
Lembram se desta?
E desta?
E das descargas para a "Praia Fluvial"?

sexta-feira, maio 16, 2008

Todo-o-Terreno (TT) no PNSE o paradigma da mobilidade INsustentável


As actividades de TT organizadas pelas empresas de animação turísticas (puro negócio) ou de grupos informais, para além de não serem uma actividade sustentável, quer uns queiram ver, quer não – e sempre assim será ao contrário do que os seus praticantes se esforçam por fazer crer - fomenta exactamente a degradação ambiental: maior emissão de gases de efeito de estufa que um veiculo ligeiro citadino, forte erosão dos solos, destruição da vegetação, possível atropelo de fauna e visitantes pedestrianistas, ruído que assusta animais e anula a experiência genuína dos visitantes que gostam efectivamente da natureza,…delapidam e ajudam a abrir cicatrizes onde dantes existiam natureza e belas paisagens livres de marca humanas.

Ler noticia complete in Kaminhos

segunda-feira, março 10, 2008

Cornudos voltam à carga (parte III)

De sexta para sábado o cornudo voltou a marrar. A pata selvagem que estava a chocar os ovos no ninho no parque de lazer, simplesmente desapareceu juntamente com os ovos

Desejo ao cornudo que passe uma semana como esta criança e que nosso senhor lhe dê muitos filhos da raça deste menino caso o nosso cornudo e sua esposa sejam "brancos"!
Então mas a fome é assim tanta por cá?!

Terá sido o coelho da Páscoa? Raposo? Ou o bicho mais selvagem à face da terra...?
Tudo aponta para a 3ª hipótese, uma vez que não ficaram quaisquer vestígios, seja da pata ou de ovos.

Deixo recado ao senhor cornudo:
Vou oferecer uma das minhas cameras de vigilância de logo alcance do restaurante Ovelhita à Casa do Povo que será instalada o mais breve possível no edifício em local estratégico.
Aguardamos a sua próxima investida!
Garanto-lhe que será a ultima e pagará pelas anteriores!!!

sábado, dezembro 29, 2007

Poluição na Ribeira de Casegas

Pois é, parece que alguém decidiu aumentar o parco caudal da nosso ribeira.
Infelizmente, em vez de usar água decidiu usar gasóleo.
Obviamente daí não podia sair coisa boa!!, pelo que neste momento não só nos deparamos com a nossa ribeira completamente poluída como temos ainda de suportar o cheiro nauseabundo.

Entretanto parece que a Brigada do Ambiente da GNR já tomou conta da ocorrência, tendo mesmo recolhido água para análise. Espero apenas que tudo isto não dê em águas de bacalhau.
Assim, agradecemos todas as informações que ajudem a encontrar o responsável por este vil atentado ao ambiente e património de todos nós caseguenses.
O infractor tem que ser responsabilizado e pagar por tamanha ignomínia!!!!

quarta-feira, setembro 12, 2007

The end of the jungle and "Labiryntic Chaotic Gardens" ("Jardins Proibidos" para quem não domina a lingua)!

Fogo...eu nem sou sócio! Será que chego a honorário?

Ha-de ir...devagar mas vai!

Sempre os mesmos, fogo tasse mal!

Tá quase!

Não perca as cenas dos próximos capítulos da saga "Labiryntic Chaotic Gardens" ("Jardins Proibidos" para quem não domina língua)!

terça-feira, agosto 28, 2007

Água e mais água! (recordando as cheias de 2007)

E tudo a água levou!!!

Que água limpinha!!!!!

A carrinha lá ao fundo não é estranha!!

segunda-feira, junho 11, 2007

Correio do Leitor

SANEAMENTO BÁSICO

Nos últimos dias verifiquei que junto à Ponte se construiu uma caixa de intercepção do emissário de esgoto com uma saída aparentemente directa para a ribeira.

Para quê e porquê, é uma pergunta que se impõe?

Parece-me que os responsáveis pela Junta de Freguesia, tão apressados em explicações e acções quando os interesses são mais restritos, se mostram lestos quando o interesse é colectivo.

Preocupado, como muitos outros Caseguenses, com o deficiente funcionamento da ETAR que provoca desequilíbrios no sistema, procurei informar-me.

E que me foi dito?

Que estão a construir um descarregador de tempestade.

É certo que em dias de maior pluviosidade é frequente a saída nas caixas entre a ponte e a estação de tratamento (ETAR), de águas da chuva misturada nos efluentes, certamente pela ocorrência de infiltrações em zonas mal tamponadas, mas em grande parte porque de forma “ilegal” muitos residentes ligaram à rede de esgotos as descargas de águas não residuais.

Tecnicamente é essa uma das formas de resolver o problema da afluência de águas pluviais na rede de esgotos/ETAR, mas será que a ligação à ribeira é feita em conduta sifonada para não deixar sair os cheiros?

Terá a caixa feita no centro da via, em blocos e vigas de pré-esforçado, resistência suficiente para suportar o peso das viaturas?

Saberão também os responsáveis pela Junta de Freguesia que a Águas da Serra empresa que explora e faz a manutenção da ETAR, traz de outras Freguesias cisternas de águas residuais que despeja na nossa estação de tratamento e que vão parar à ribeira sem o devido tratamento?

SÓ NOS FALTAVA MAIS ESTA.

Por "Joaquim até ver"

Obrigado Joaquim até Ver! Afinal Casegas não é uma terra só de comodistas, alguém se vai preocupando TAMBÉM COM OS OUTROS!

sábado, abril 21, 2007

Se as árvores falassem

Correio do Leitor enviado por "Joaquim Até Ver"

No últimos anos os nossos autarcas, não sei se contagiados com os maus exemplos que por aí abundam, elegeram o Fernando a podador-mor, quiçá orientado por algum capataz licenciado na Independente em “Copas mal formadas e gomos adventícios.”

Um dos plátanos que está junto à fonte da Eira tem os dias contados e os outros não vão ter melhor sorte. As árvores excessivamente podadas ficam quase sempre deformadas e susceptíveis a podridões.

No lameiro da ribeira, as podas praticadas contrariam a forma natural das árvores, e jamais veremos a exuberância e esplendor dos “prunus serrulata” e “liquidambar styraciflua”, algumas das espécies ali existentes.

____________________________________________

Seguem-se alguns excertos do texto "Se as árvores falassem"*, da autoria do Dr. Francisco Coimbra, e que é uma lição sobre as árvores no ambiente urbano.:

«As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. (...)

De facto, é inacreditável como certos preconceitos sobre a poda de árvores ornamentais estão arreigados nos responsáveis pela sua gestão e manutenção. É frequente ouvirmos dizer, como justificação, que as "podas" radicais, ou "rolagens", rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... quando, na verdade, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela! (...)

1. A poda drástica rejuvenesce a árvore?- NÃO! (...) O facto de, após uma operação traumática, as árvores apresentarem uma rebentação intensa - como tentativa "desesperada" de repor a copa inicial - não significa rejuvenescimento, mas sim um "canto-de-cisne", à custa da delapidação das suas reservas energéticas.(...)
2. Fortalece-a? - NÃO, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às enfermidades. (...)
3. Torna-a menos perigosa? -NÃO, estas "podas" induzem a formação, nos bordos das zonas de corte, de rebentos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. (...)
4. É a única forma de a controlar em altura? - NÃO, a quebra da hierarquia -que estava estabelecida entre os ramos naturalmente formados - permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma desorganizada e muito mais densa! (...)
5. É mais barata? - NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! (...)»

Bem, e melhor que o Professor Gonçalo Ribeiro Telles, ninguém o poderá expressar:

«Qualquer supressão de que resulta um aspecto definitivamente mutilado da árvore deve considerar-se inadmissível visto comprometer definitivamente a finalidade estética da planta ornamental. É preferível nesse caso a supressão pura e simples do indivíduo. Apenas se exceptuarão os casos raros de indivíduos ligados a factos históricos ou quando se pense que seja possível uma reconstituição aceitável da planta.
Normalmente os cortes devem fazer-se de modo a não se notarem. O maior elogio que se pode fazer a um podador de árvores ornamentais é que não se perceba que a árvore foi podada. A forma da árvore é perfeita e portanto não é necessário corrigi-la no sentido estético nem fisiológico.»

«Se não há espaço para a árvore é preferível plantar só o arbusto, ou mesmo só a flor e não contar depois com a tesoura para manter com proporções de criança o gigante que se escolheu impensadamente.»

in "A Árvore em Portugal" de Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Telles (Assírio & Alvim, 1999. 2ª ed.) p. 161