sexta-feira, novembro 20, 2009
domingo, novembro 01, 2009
domingo, agosto 02, 2009
Acordem Bestas!
Resolvi atribuir o titulo "Acordem bestas", uma vez que a maior besta à face do planeta, é o bicho homem, da espécie na qual eu me incluo também e facto de que não me orgulho mesmo nada!
Que tal em vez de dizermos por vezes: "epá, este gajo é mesmo um camelo!" ou "txiiii és mesmo burro!", que tal passas a usar "homem" em vez de "burro" e "camelo"! Boa?!
quarta-feira, abril 15, 2009
PAUL na SIC pelos piores motivos.....
Soluções "entupidas" para colector de esgoto
in Blog Vila do Paul, Terra de Tradições
Divulgamos nós o nús as noticias dos rotos...
Lembram se desta?
E desta?
E das descargas para a "Praia Fluvial"?
sexta-feira, maio 16, 2008
Todo-o-Terreno (TT) no PNSE o paradigma da mobilidade INsustentável

As actividades de TT organizadas pelas empresas de animação turísticas (puro negócio) ou de grupos informais, para além de não serem uma actividade sustentável, quer uns queiram ver, quer não – e sempre assim será ao contrário do que os seus praticantes se esforçam por fazer crer - fomenta exactamente a degradação ambiental: maior emissão de gases de efeito de estufa que um veiculo ligeiro citadino, forte erosão dos solos, destruição da vegetação, possível atropelo de fauna e visitantes pedestrianistas, ruído que assusta animais e anula a experiência genuína dos visitantes que gostam efectivamente da natureza,…delapidam e ajudam a abrir cicatrizes onde dantes existiam natureza e belas paisagens livres de marca humanas.
Ler noticia complete in Kaminhos
segunda-feira, março 10, 2008
Cornudos voltam à carga (parte III)
Desejo ao cornudo que passe uma semana como esta criança e que nosso senhor lhe dê muitos filhos da raça deste menino caso o nosso cornudo e sua esposa sejam "brancos"!
Então mas a fome é assim tanta por cá?!
Terá sido o coelho da Páscoa? Raposo? Ou o bicho mais selvagem à face da terra...?
Tudo aponta para a 3ª hipótese, uma vez que não ficaram quaisquer vestígios, seja da pata ou de ovos.Deixo recado ao senhor cornudo:
Vou oferecer uma das minhas cameras de vigilância de logo alcance do restaurante Ovelhita à Casa do Povo que será instalada o mais breve possível no edifício em local estratégico.
Aguardamos a sua próxima investida!
Garanto-lhe que será a ultima e pagará pelas anteriores!!!
sábado, dezembro 29, 2007
Poluição na Ribeira de Casegas
Infelizmente, em vez de usar água decidiu usar gasóleo.
Obviamente daí não podia sair coisa boa!!, pelo que neste momento não só nos deparamos com a nossa ribeira completamente poluída como temos ainda de suportar o cheiro nauseabundo.
Entretanto parece que a Brigada do Ambiente da GNR já tomou conta da ocorrência, tendo mesmo recolhido água para análise. Espero apenas que tudo isto não dê em águas de bacalhau.
Assim, agradecemos todas as informações que ajudem a encontrar o responsável por este vil atentado ao ambiente e património de todos nós caseguenses.
O infractor tem que ser responsabilizado e pagar por tamanha ignomínia!!!!
quarta-feira, setembro 12, 2007
The end of the jungle and "Labiryntic Chaotic Gardens" ("Jardins Proibidos" para quem não domina a lingua)!
terça-feira, agosto 28, 2007
Água e mais água! (recordando as cheias de 2007)
segunda-feira, junho 11, 2007
Correio do Leitor
SANEAMENTO BÁSICO
Nos últimos dias verifiquei que junto à Ponte se construiu uma caixa de intercepção do emissário de esgoto com uma saída aparentemente directa para a ribeira.
Para quê e porquê, é uma pergunta que se impõe?
Parece-me que os responsáveis pela Junta de Freguesia, tão apressados em explicações e acções quando os interesses são mais restritos, se mostram lestos quando o interesse é colectivo.
Preocupado, como muitos outros Caseguenses, com o deficiente funcionamento da ETAR que provoca desequilíbrios no sistema, procurei informar-me.
E que me foi dito?
Que estão a construir um descarregador de tempestade.
É certo que em dias de maior pluviosidade é frequente a saída nas caixas entre a ponte e a estação de tratamento (ETAR), de águas da chuva misturada nos efluentes, certamente pela ocorrência de infiltrações em zonas mal tamponadas, mas em grande parte porque de forma “ilegal” muitos residentes ligaram à rede de esgotos as descargas de águas não residuais.
Tecnicamente é essa uma das formas de resolver o problema da afluência de águas pluviais na rede de esgotos/ETAR, mas será que a ligação à ribeira é feita em conduta sifonada para não deixar sair os cheiros?
Terá a caixa feita no centro da via, em blocos e vigas de pré-esforçado, resistência suficiente para suportar o peso das viaturas?
Saberão também os responsáveis pela Junta de Freguesia que a Águas da Serra empresa que explora e faz a manutenção da ETAR, traz de outras Freguesias cisternas de águas residuais que despeja na nossa estação de tratamento e que vão parar à ribeira sem o devido tratamento?
SÓ NOS FALTAVA MAIS ESTA.
Por "Joaquim até ver"Obrigado Joaquim até Ver! Afinal Casegas não é uma terra só de comodistas, alguém se vai preocupando TAMBÉM COM OS OUTROS!
terça-feira, maio 22, 2007
sábado, abril 21, 2007
Se as árvores falassem
Correio do Leitor enviado por "Joaquim Até Ver"
No últimos anos os nossos autarcas, não sei se contagiados com os maus exemplos que por aí abundam, elegeram o Fernando a podador-mor, quiçá orientado por algum capataz licenciado na Independente em “Copas mal formadas e gomos adventícios.”
Um dos plátanos que está junto à fonte da Eira tem os dias contados e os outros não vão ter melhor sorte. As árvores excessivamente podadas ficam quase sempre deformadas e susceptíveis a podridões.
No lameiro da ribeira, as podas praticadas contrariam a forma natural das árvores, e jamais veremos a exuberância e esplendor dos “prunus serrulata” e “liquidambar styraciflua”, algumas das espécies ali existentes.
Seguem-se alguns excertos do texto "Se as árvores falassem"*, da autoria do Dr. Francisco Coimbra, e que é uma lição sobre as árvores no ambiente urbano.:
«As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. (...)
De facto, é inacreditável como certos preconceitos sobre a poda de árvores ornamentais estão arreigados nos responsáveis pela sua gestão e manutenção. É frequente ouvirmos dizer, como justificação, que as "podas" radicais, ou "rolagens", rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... quando, na verdade, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela! (...)
2. Fortalece-a? - NÃO, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às enfermidades. (...)
3. Torna-a menos perigosa? -NÃO, estas "podas" induzem a formação, nos bordos das zonas de corte, de rebentos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. (...)
4. É a única forma de a controlar em altura? - NÃO, a quebra da hierarquia -que estava estabelecida entre os ramos naturalmente formados - permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma desorganizada e muito mais densa! (...)
5. É mais barata? - NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! (...)»
Bem, e melhor que o Professor Gonçalo Ribeiro Telles, ninguém o poderá expressar:
«Qualquer supressão de que resulta um aspecto definitivamente mutilado da árvore deve considerar-se inadmissível visto comprometer definitivamente a finalidade estética da planta ornamental. É preferível nesse caso a supressão pura e simples do indivíduo. Apenas se exceptuarão os casos raros de indivíduos ligados a factos históricos ou quando se pense que seja possível uma reconstituição aceitável da planta.
Normalmente os cortes devem fazer-se de modo a não se notarem. O maior elogio que se pode fazer a um podador de árvores ornamentais é que não se perceba que a árvore foi podada. A forma da árvore é perfeita e portanto não é necessário corrigi-la no sentido estético nem fisiológico.»
«Se não há espaço para a árvore é preferível plantar só o arbusto, ou mesmo só a flor e não contar depois com a tesoura para manter com proporções de criança o gigante que se escolheu impensadamente.»
in "A Árvore em Portugal" de Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Telles (Assírio & Alvim, 1999. 2ª ed.) p. 161



