terça-feira, março 18, 2008
Antes depois e agora
Antes depois e agora...começam a dar nas vistas.
Quando o povo se manifesta, ficam nervosos...
Estes gajos andam doidos!!!

Nunca fui admirador dos “piercings” e até sempre me fez alguma confusão andar a furar a língua, a cara e sei lá que mais. Pretende-se agora proibir a sua colocação em alguns locais do corpo (língua por exemplo) a toda a gente e em qualquer local do corpo, bem como o fazerem tatuagens, a menores de 18 anos (mesmo com autorização dos pais). O argumento, uma vez mais, é a saúde pública. Não sei qual a quantidade de casos e de problemas que a colocação de piercings tem criado, mas temo que uma vez mais estejamos diante de um abusivo ataque à liberdade individual. Isoladamente não passaria daquilo que é, mas se lhe juntarmos as actividades da ASAE no cumprimento de uma série de leis perfeitamente ridículas e despropositadas, a paranóia que tem sido feita com a lei do tabaco, tudo legislado em nome da nossa saúde, retirando-nos o direito de gerirmos as nossas vidas como muito bem o desejarmos, tudo nos transporta para um mundo onde nem de nós próprios seremos donos. Eu gosto de comer um queijo caseiro, um bolo feito no café onde não há casa de banho para empregados, e de temperar a minha comida com azeite que não venha em horríveis pacotes impossíveis de utilizar sem ficar com as mãos ensopadas em gordura. Gosto de fumar o meu cigarro e não ser olhado como um criminoso, mesmo que o esteja a fazer num local em que o meu fumo não prejudique ninguém. Gosto de sentir que sou senhor de mim mesmo, que posso escolher e não de ser tratado como um irresponsável a quem o estado tem de proibir que faça mal a si próprio.
Quantas pessoas morrem anualmente com problemas de alcoolismo? Proíba-se então a venda de álcool. Quantas pessoas morrem em desastre de viação? Proíbam-se os carros e já agora também os comboios que podem descarrilar, os aviões que podem cair ou os barcos que afundam. E toda aquela gente que anualmente morre em acidentes de trabalho, proíba-se. E os afogados? Vedem-se as praias. E os doentes que morrem em ambulâncias a caminho dos hospitais porque a urgência local foi fechada por um ministro qualquer, não deveria fazer com que se proibisse essa gente de chegar ao governo?
(kaos)
segunda-feira, março 17, 2008
Cristiano Ronaldo deitado, rende...
Com som
5 anos do dia da vergonha

Ontem passaram cinco anos sob aquele fatídico dia em que o "Cara de Cherne" aceitou receber em solo português outros três assassinos para assinalar o início de um massacre que, no Iraque, dura até hoje. Estes quatro personagens cometeram um crime contra a humanidade e, cinco anos depois, continuam sem serem acusados e julgados no Tribunal Internacional de Haia, continuando a ocuparem posições de poder na política mundial. Faz-se tarde para se fazer justiça, pois só então poderá ser possível encontrar uma solução para o mal que despoletaram no Iraque. Até lá, a morte faz parte do dia a dia daquele povo, de uma forma tão normal que já nem tem direito a ser noticia. É importante nunca esquecer os culpados e nunca deixar de lhes lembrar que têm sangue inocente nas suas mãos.
Assassinos! Mundo hipócrita!
sexta-feira, março 14, 2008
Os estudos do Eugénio
REMUNERAÇÕES E REDUZIR OS VENCIMENTOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Consulte o estudo e tabelas salariais aqui
Eugénio Rosa
Economista
13.3.2008
Olhem-me para este palermoide, a chamar "hooligans" aos professores

Leia a resposta a este palerma aqui
E assim vai o jornalismo em portugal...há sempre alguém ao serviço do governo a fazer o "dirty job". Este deve andar a ver se xuxa alguma coisa, aliás, este já xuxa há muito tempo!
quinta-feira, março 13, 2008
O profeta da desgraça...
Em declarações aos jornalistas no Fórum do Diário Económico sobre Banca e Mercados de Capitais, em Lisboa, Vítor Constâncio disse que "o custo de financiamento para os bancos vai aumentar". "Até agora, os bancos não reflectiram isso concretamente, mas a continuação desta situação, se não houver uma normalização nos mercados internacionais, terá reflexos no preço a que os bancos oferecem os serviços aos seus clientes", acrescentou o governador.
in Wehavekaosinthegarden
Foi este mesmo sacripanta que ajudou o Sócrates a ganhar poleiro, anunciando o fim do mundo se Sócrates não nos pusesse a pedir e que tinhams de andar a pagar que nem cordeirinhos ou o mundo acabaria.
Se soubesse o que sei hoje quando este camelo foi a Casegas...ai as bogas do chão da velha, que gordinhas andavam hoje!
O tratado em 10 parágrafos
1. Tal como pretendia a dita «constituição europeia», o «Tratado de Lisboa» confere à União Europeia personalidade jurídica, lançando assim as bases para a criação de um super-estado. Neste sentido, são criados os cargos de Presidente do Conselho Europeu, pondo fim às presidências rotativas, e de Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, ao qual competirá a condução da política externa e de segurança comum da União.
2. Os estados-membros ficam comprometidos a melhorar progressivamente as suas capacidades militares e a colocá-las à disposição da União de modo a contribuir para os objectivos definidos pelo Conselho em matéria de política de segurança e de defesa. Para a promoção da escalada militarista é criada a Agência Europeia de Defesa que identifica as necessidades operacionais e executa medidas de reforço da base industrial e tecnológica da defesa. Prevendo o aumento da despesa militar dos estados-membros, o tratado subordina expressamente os compromissos e a cooperação neste domínio ao quadro da NATO ou, por outras palavras, ao comando dos Estados Unidos.
3. O âmbito das competências exclusivas da União é substancialmente alargado, passando a incluir regras de concorrência do mercado interno e a conservação dos recursos biológico do mar, para além da política comercial comum, da união aduaneira, política monetária da zona euro e acordos internacionais.
4.Incomparavelmente mais vasto é o campo das ditas competências «partilhadas», nas quais, reza o tratado, «os estados-membros exercem a sua competência na medida em que a União não tenha exercido a sua». Na realidade, também aqui, as instâncias supranacionais prevalecem sobre os órgãos nacionais democraticamente eleitos, com a agravante de poderem interferir em domínios que afectam o quotidiano das pessoas: mercado interno, política social, coesão, agricultura e pescas, ambiente, defesa dos consumidores, transportes, energia, espaço de liberdade, segurança e justiça, etc. Todas estas políticas nacionais são subordinadas às regras do mercado capitalista, garantidas por «um sistema que assegura que a concorrência não seja falseada». Dito de outro modo, os estados terão dificuldades crescentes para financiar serviços públicos, apoiar as micro e pequenas empresas, ou a economia social.
5. A Carta dos Direitos Fundamentais, documento minimalista que reduz conquistas históricas dos trabalhadores a uma expressão ridícula, adquire «o mesmo valor jurídico que os tratados», sendo que a interpretação do seu articulado é agora balizada pelas anotações do relatório de Giscard d’Estaing sobre os trabalhos da Convenção. Como exemplo, refira-se que, nela, o direito constitucional ao trabalho é transformado num alegado «direito de trabalhar» e numa hipotética «liberdade de procurar emprego, de trabalhar». A «Carta» representa uma regressão de mais de meio século, ficando aquém da Declaração Universal dos Direitos do Homem, da Carta Social Europeia do Conselho da Europa e, naturalmente, a anos de luz da Constituição da República Portuguesa, uma das mais avançadas da Europa e importante obstáculo ao avanço das reformas neoliberais.
6. A institucionalização da regra de maioria dupla na tomada de decisão («O Conselho delibera por maioria qualificada, salvo disposição em contrário nos Tratados») significa, na prática, que nenhuma decisão poderá ser tomada contra a vontade dos quatro maiores estados da UE (Alemanha, França, Itália, Reino Unido), o que se traduz no reconhecimento «constitucional» do «directório dos grandes», que já hoje determina o rumo do essencial das políticas comunitárias, das quais é também o principal beneficiário. Este grupo de países, com a Espanha e a Polónia, dominarão igualmente a maioria dos deputados do Parlamento Europeu. Sem possibilidade de vetar uma decisão que fira o interesse nacional, Portugal perde também o comissário permanente na Comissão Europeia e fica sem dois deputados no Parlamento Europeu.
7. Salários, condições de trabalho e sistemas de protecção social ficam debaixo do fogo da «concorrência livre e não falseada» à escala da União. Sem entraves à liberdade de estabelecimento das empresas, as deslocalizações e o dumping social acentuar-se-ão. É o próprio tratado que o afirma ao prever que a «harmonização» das «condições de vida e de trabalho» e a «promoção do emprego» resultarão «do funcionamento do mercado interno» que «favorecerá a harmonização dos sistemas sociais» tendo em conta a «necessidade de manter a capacidade concorrencial da economia da União». As recentes decisões do Tribunal de Justiça Europeu sobre os casos Laval e Viking são a alarmante antecipação de futuras decisões em que os direitos dos trabalhadores serão preteridos em favor do capital explorador.
8. O alargamento dos poderes da União, que passaria a tutelar com exclusividade o sector das pescas, por exemplo, põe em causa o direito soberano e inalienável de cada país a utilizar os seus recursos para o desenvolvimento da sua economia e elevação do bem-estar da sua população.
9. A decisão por maioria constitui um procedimento normal no funcionamento das instituições democráticas de cada país. Todavia, este método torna-se intolerável no relacionamento entre estados soberanos, como são os 27 países que integram a União Europeia, já que os interesses das chamadas «grandes» nações passariam a impor-se aos restantes parceiros impedidos de evocar o interesse nacional. A eliminação das decisões por unanimidade (único princípio aceitável no relacionamento multilateral entre estados), e a aplicação de um sistema de maioria qualificada (55% de países e 65% da população) vêm assim acentuar o carácter antidemocrático da União Europeia (igualmente expresso no alargamento das competências exclusivas da UE), visando retirar aos povos a capacidade de decidirem democraticamente sobre questões centrais que afectarão as suas vidas e as gerações vindouras.
10. A tendência para o esvaziamento dos órgãos nacionais (os únicos que resultam directamente da vontade democrática dos povos), é também visível na redução das competências dos parlamentos nacionais, que perdem poder de decisão em áreas fundamentais, transformando-se numa espécie de órgãos consultivos sem direito de vetar decisões comunitárias contrárias aos interesses nacionais. Por outro lado, o reforço das competências do Parlamento Europeu, sendo feito à custa dos poderes dos parlamentos nacionais, coloca em clara desvantagem países como Portugal que, em consequência do novo projecto de tratado, veriam ainda mais reduzidas as suas já hoje fracas representações no hemiciclo de Estrasburgo e Bruxelas.
quarta-feira, março 12, 2008
terça-feira, março 11, 2008
Lobo vestido de ovelha

DUAS OBRAS RECOMENDADAS NO PLANO NACIONAL DE LEITURA

1. Sem pôr lá os pés
2. Só aos fins – de - semana
3. Um prof. para 4 cadeiras
4. Permuta directa de favores (cargos)
5. Pontos da Margarina Vaqueiro
Apresentamos aqui, em primeira edição, a obra-prima de Maria de Lurdes Rodrigues, Mona Vazia, ou Como lixei a escola pública . Aplaudido pela critica mais liberal, esta obra mostra como em apenas dois anos se pode abrir o caminho à futura gestão privada das escolas e como se transformam os educadores dos nossos filhos, os professores, em inimigos públicos da sociedade e culpados do estado em que se encontra a educação em Portugal.segunda-feira, março 10, 2008
Cornudos voltam à carga (parte III)
Desejo ao cornudo que passe uma semana como esta criança e que nosso senhor lhe dê muitos filhos da raça deste menino caso o nosso cornudo e sua esposa sejam "brancos"!
Então mas a fome é assim tanta por cá?!
Terá sido o coelho da Páscoa? Raposo? Ou o bicho mais selvagem à face da terra...?
Tudo aponta para a 3ª hipótese, uma vez que não ficaram quaisquer vestígios, seja da pata ou de ovos.Deixo recado ao senhor cornudo:
Vou oferecer uma das minhas cameras de vigilância de logo alcance do restaurante Ovelhita à Casa do Povo que será instalada o mais breve possível no edifício em local estratégico.
Aguardamos a sua próxima investida!
Garanto-lhe que será a ultima e pagará pelas anteriores!!!
100.000 em Lisboa.
...quando o que deviam fazer, era olharem-se ao espelho e recuar com tanta medida estúpida.Sócrates diz que foi eleito e diz arrogantemente QUEM MANDA SOU EU, NÓS É QUE SABEMOS TUDO E FAZEMOS TUDO BEM!
E não é verdade que a maioria dos manifestantes votou nele?
Das maioria absolutas nascem ditadorsitos destes.
Desempenho da C.M.C. em Casegas
Suas excelências estacionam aqui. Moradores e cliente dos cafés, se quiserem vão para estacionamento 1º de Novembro.
Este merecia o prémio "orelhas de burro"...
É que parece que começaram a cair e um calhamaço daqueles na tola deve ajoujar bem!
Congratulo-me ao saber que o dinheiro dos meus impostos e contribuições seja empregue em tão elevado profissionalismo...ou em candeeiros leprosos que se desintegram com o vento ou com o barulho das luzes quiçá...
sábado, março 08, 2008
Dia internacional da Mulher
O Dia Internacional da Mulher alcançados pela é celebrado a 8 de Março. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos econômicos, políticos e sociaismulher. A idéia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão econômica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários.
Este fato levou à uma versão distorcida dos fatos, misturando este evento com o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras. Segundo esta versão, 129 trabalhadoras durante um protesto teriam sido trancadas e queimadas vivas. Este evento porém nunca aconteceu e o incêndio da Triangle Shirtwaist continua como o pior incêndio da história de Nova Iorque.
Muitos outros protestos se seguiram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto. Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido. No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março. No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher serviram de estopim para a Revolução russa de 1917. Depois da Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a sua vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a sua simpatia ou amor pelas mulheres da sua vida — um tanto semelhante a uma mistura dos feriados ocidentais Dia das Mães e Dia dos Namorados. O dia permanece como feriado oficial na Rússia (bem como na Bielorrússia, Macedônia, Moldávia e Ucrânia), e verifica-se pelas ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres (quaisquer mulheres). Quando a Tchecoslováquia integrou o Bloco Soviético, esta celebração foi apoiada oficialmente e gradualmente transformada em paródia — ver MDŽ.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.
sexta-feira, março 07, 2008
Governo de Sócrates alheio ao maior problema de Portugal
Os professores estão a caminho de se tornarem os empregados domésticos dos pais
Deus nos livre desta Ministra!
O DN de hoje traz mais uma má notícia para as escolas, os alunos e os professores. A Ministra da Educação ameaça estender o conceito de “escola a tempo inteiro” aos 5º e 6º anos de escolaridade. O senhor Albino, Presidente da Confap, rejubila com a medida. Com esta medida, ficamos mais perto do sonho da Confap: transformar os professores em empregados domésticos dos pais. Os alunos do 2º ciclo do ensino básico passam actualmente 39 horas por semana na escola. A dona Lurdes e o senhor Albino acham pouco. E vai daí, juntam esforços e o sonho concretiza-se: os alunos vão estar, brevemente,enfiados na escola durante 55 horas semanais, ou seja, mais 16 horas do que actualmente. O plano é assim: depois das 17 horas, as escolas do 2º ciclo passam a oferecer mais duas horas de Actividades de Enriquecimento Curricular, onde a Ministra vai enfiar a martelo a área de projecto, a formação cívica e o estudo acompanhado. Para o senhor Albino, esta é uma boa medida. Assim, os pais podem trabalhar descansados, ir ao cinema, namorar e enfiar-se nos centros comerciais, enquanto os filhos ficam enclausurados entre quatro paredes, desafiando a paciência e a autoridade dos professores. Ninguém contesta um modelo de sociedade e de economia que impede os pais de estar com os filhos antes das 20 horas. A anomia e a anestesia deste Povo são tão grandes que poucos contestam uma sociedade que obriga as crianças a estarem 11 horas por dia na escola! Estou em crer que se quer fazer com as crianças aquilo que a economia já fez com muitos dos pais delas: embrutecê-las! É provável que a Ministra ainda tenha tempo para anunciar a suprema das medidas, a mãe de todas as reformas da Educação: as escolas públicas irão passar a funcionar em regime de internato, oferecendo uma verdadeira “escola a tempo inteiro”: 24 horas por dia de actividades lectivas, de enriquecimento curricular e de repouso. O senhor Albino ficará feliz e o Povo rejubilará. Os pais vão finalmente ver-se livres dos filhos: para sempre! E os professores verão aprovado um novo e derradeiro estatuto: o estatuto de empregados domésticos dos pais!







