A canção ‘A luta é alegria’ venceu a 47.ª edição do Festival RTP da Canção, que se realizou sábado, no Teatro Camões, em Lisboa, com a votação do público a mostrar-se decisiva no resultado final.
domingo, março 06, 2011
quarta-feira, março 02, 2011
O ESCÂNDALO do Santuário de Fátima em relação ao abate de animais é conhecido de muitos, mas ninguém ainda conseguiu parar esta crueldade.
As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças e colocados na caixa que apresentamos em foto.Esta caixa está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas. Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, à chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço mínimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé...
Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou colegas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.
Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes extremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourem tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.Quem nos informou, disse-nos também, que os cães que lá estão, vivem os poucos dias que lhes resta em condições extremamente miseráveis.
A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponível para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.
A FAA soube também que existe um engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais difíceis de apanhar... Não conseguimos ter acesso ao seu nome, mas sabemos que existe apenas um engenheiro com funções ligadas à área verde que circunda o santuário.
Mais grave a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão. Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram á noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus tratos contra os animais perpetados num local "sagrado".
Não sabemos quantos animais foram mortos com a chegada do 13 de Maio e com a vinda do actual representante da Igreja Católica a Fátima, mas acreditamos que quem lá for, não vê nenhum cão, porque as ruas foram limpas, tal como é sempre feito com uma regularidade impressionante.
Esta é uma situação abominável, pela parte de quem se diz representante de Deus, não é compreensível tamanha crueldade num espaço que querem fazer sagrado e que eles próprios profanam e o sujam de morte e sangue.
Deixamos aqui o contacto do Santuário, para quem quiser mostrar a sua indignação perante esta monstruosa atitude.
Peçam para encaminhar a vossa chamada para a reitoria:
249 539 600
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
UTTERINGS: Hand Painted Parson Chairs and a Resurfaced Pine T...
Blog da caseguense Carmen Tomé. Uma referência...
É espetacular ela. Visitem tambémo site:
http://www.carmentome.com/
UTTERINGS: Hand Painted Parson Chairs and a Resurfaced Pine T...: "There was a great deal on a pine table a few years ago that I couldn't pass up. Ditto some Parsons Dining Chairs I saw in a second hand ..."
É espetacular ela. Visitem tambémo site:
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UTTERINGS: Hand Painted Parson Chairs and a Resurfaced Pine T...: "There was a great deal on a pine table a few years ago that I couldn't pass up. Ditto some Parsons Dining Chairs I saw in a second hand ..."
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
terça-feira, fevereiro 22, 2011
WEHAVEKAOSINTHEGARDEN: A verdade escondida
WEHAVEKAOSINTHEGARDEN: A verdade escondida: "O governo vem felicitar-se por ter aumentado as receitas, mas se aumentou os impostos é natural, o Sócrates falar de boas noticias por em J..."
Abaixo-Assinado Contra as Portagens nas Auto-Estradas A25, A23 e A24
Contrariando o seu próprio programa, o Governo já anunciou a sua intenção de introduzir portagens nas auto-estradas A25, A23 e A24.
A introdução de portagens nestas vias de comunicação é profundamente prejudicial e injusta para a economia e as populações, nomeadamente dos distritos de Vila Real, Guarda, Viseu, Aveiro e Castelo Branco.
Hoje, não existem alternativas a estas vias rodoviárias estruturantes uma vez que a EN16, a EN 2, EN 18 e EN17 se encontram num permanente estado de degradação, nalguns casos já não existem ou são apenas ruas de diversas localidades e são manifestamente desadequadas como vias inter-regionais.
O traçado muito sinuoso e com declives acentuados destas auto-estradas acrescenta razões às posições de todos os que defendem que não é justo taxar com portagens vias que ficam muito distantes da qualidade de outras.
Estas auto-estradas, nomeadamente a A25, são das principais vias de escoamento terrestre de produtos e mercadorias produzidas no país, particularmente no distrito de Aveiro e em diversas áreas dos distritos de Viseu, Vila Real, Guarda e Castelo Branco. O pagamento de portagens provocaria um aumento do custo de vida, criaria mais dificuldades às empresas e agravaria a situação económica e social desta vasta região [segundo valores médios anunciados pelo Governo, para veículos ligeiros classe 1: Aveiro - Vilar Formoso, 16.00 € ; Guarda - C.Branco, 7.70 €; Viseu - Chaves, 12.80 €; Vila Real - Chaves, 6.40 €; Lamego - Vila Real, 3.60 €; Lamego - Régua, 1.40€;].
Por outro lado, o pagamento de portagens na A25, A24 e A23 seria uma medida que em nada contribuiria para combater a interioridade e a desertificação que afectam estes distritos do interior do país.
A adopção de tal medida significaria que estes distritos continuariam a ser sacrificados e o seu desenvolvimento adiado.
Assim, os cidadãos e entidades abaixo-assinados exigem que o Governo altere a decisão de introduzir portagens nas auto-estradas A25, A23 e A24. De igual modo, no exercício de direitos legalmente consagrados, solicitam à Assembleia da República que decida discutir esta matéria, recomendando ao Governo que corrija a orientação que assumiu neste domínio.
http://www.contraportagens. net/Assine.htm
A introdução de portagens nestas vias de comunicação é profundamente prejudicial e injusta para a economia e as populações, nomeadamente dos distritos de Vila Real, Guarda, Viseu, Aveiro e Castelo Branco.
Hoje, não existem alternativas a estas vias rodoviárias estruturantes uma vez que a EN16, a EN 2, EN 18 e EN17 se encontram num permanente estado de degradação, nalguns casos já não existem ou são apenas ruas de diversas localidades e são manifestamente desadequadas como vias inter-regionais.
O traçado muito sinuoso e com declives acentuados destas auto-estradas acrescenta razões às posições de todos os que defendem que não é justo taxar com portagens vias que ficam muito distantes da qualidade de outras.
Estas auto-estradas, nomeadamente a A25, são das principais vias de escoamento terrestre de produtos e mercadorias produzidas no país, particularmente no distrito de Aveiro e em diversas áreas dos distritos de Viseu, Vila Real, Guarda e Castelo Branco. O pagamento de portagens provocaria um aumento do custo de vida, criaria mais dificuldades às empresas e agravaria a situação económica e social desta vasta região [segundo valores médios anunciados pelo Governo, para veículos ligeiros classe 1: Aveiro - Vilar Formoso, 16.00 € ; Guarda - C.Branco, 7.70 €; Viseu - Chaves, 12.80 €; Vila Real - Chaves, 6.40 €; Lamego - Vila Real, 3.60 €; Lamego - Régua, 1.40€;].
Por outro lado, o pagamento de portagens na A25, A24 e A23 seria uma medida que em nada contribuiria para combater a interioridade e a desertificação que afectam estes distritos do interior do país.
A adopção de tal medida significaria que estes distritos continuariam a ser sacrificados e o seu desenvolvimento adiado.
Assim, os cidadãos e entidades abaixo-assinados exigem que o Governo altere a decisão de introduzir portagens nas auto-estradas A25, A23 e A24. De igual modo, no exercício de direitos legalmente consagrados, solicitam à Assembleia da República que decida discutir esta matéria, recomendando ao Governo que corrija a orientação que assumiu neste domínio.
http://www.contraportagens.
A Páscoa chegou mais cedo ao Sobral??? O insólito.
Há cerca de 3000 anos, quando foi instituída a Páscoa Deus enviou um anjo para matar os filhos mais velhos das famílias egípcias talvez como forma de vingança por os egípcios escravizarem os hebreus. Do tipo:
"- Ai escravizaram? Pera aí que já vos f....!"
As hebreus deviam assinalar as suas portas com sangue de carneiro para que não houvesse enganos na chacina e corresse tudo nos conformes.
Será que a Páscoa chegou mais cedo ao Sobral?
Isto a propósito de quê? Já explico...
Ao que parece, mandara-me fazer placas em laje para numerar as casas do Sobral, alteração estas, ao que se consta com um custo de 16.000€.
Acontece que alguns números foram trocados e o Ginjas não gostou da piada "Então mas agora tenho de ir trocar a morada a todo lado? Nem pensar!"
E então fez isto ("fez" digo eu...):
"- Ai escravizaram? Pera aí que já vos f....!"
As hebreus deviam assinalar as suas portas com sangue de carneiro para que não houvesse enganos na chacina e corresse tudo nos conformes.
Será que a Páscoa chegou mais cedo ao Sobral?
Isto a propósito de quê? Já explico...
Ao que parece, mandara-me fazer placas em laje para numerar as casas do Sobral, alteração estas, ao que se consta com um custo de 16.000€.
Acontece que alguns números foram trocados e o Ginjas não gostou da piada "Então mas agora tenho de ir trocar a morada a todo lado? Nem pensar!"
E então fez isto ("fez" digo eu...):
...e que estas nem prestam porque lhe caiem as letras (...e de facto...)
E resolveu assim.
Mai nada!
Eugénio ensina matemática da 2ª classe ao presidente do IEFP

Num artigo assinado que foi publicado no Jornal de Negócios de 21.2.2011, com o titulo "Como tratar o jornalismo, a verdade e o desemprego", o presidente do IEFP, a propósito de responder ao sr. Camilo Oliveira, faz-me um ataque pessoal sobre a forma como tenho analisado os numeros do desemprego registado divulgados pelo IEFP. Nesta resposta que enviei ao Director do Jornal de Negócios procuro repor a verdade e informar objectivamente os leitores sobre as fortes discrepâncias que existem nos numeros de desemprego registado divulgados mensalmente pelo IEFP, que fundamento com base nos proprios dados do IEFP, mas que o seu presidente se tem recusado sistematicamente a esclarecer. Como a verdade sobre os numeros do desemprego é uma questão que interessa naturalmente a muitos portuguess espero que o texto que envio possa ser útil.
Eugénio Rosa
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domingo, fevereiro 20, 2011
Viram por ai a malta do PS e do PSD? Não me parece...
Precaver o futuro?
O Parlamento chumbou hoje, com votos contra do PS e PSD, projetos de BE, PCP e CDS que limitavam as remunerações dos gestores públicos e alargava a limitação aos órgãos diretivos de institutos públicos, autoridades reguladoras independentes, empresas regionais, municipais, intermunicipais e metropolitanas.
Numa altura em que o país não tem dinheiro para nada pode parecer estranho que não pense que pode poupar alguma coisa com gente que ganha milhares, dezenas de milhares e em alguns casos centenas de milhares de euros, sem contabilizar os cartões de crédito, carros, telefones, prémios e todas as outras alcavalas que recebem. Porque será que votaram contra? Talvez, porque já sabem que um dia, quando deixarem de ser deputados, o seu futuro passa por ocuparem cargos nessas em presas públicas? Se o seu destino fosse irem parar a uma fábrica ou trabalharem numa caixa de supermercado não tivessem aprovado as leis de trabalho que retiram direitos e facilita os despedimentos e tivessem exigido que o acordo para aumentar o ordenado mínimo para 500 euros fosse cumprido.
Kaos
Numa altura em que o país não tem dinheiro para nada pode parecer estranho que não pense que pode poupar alguma coisa com gente que ganha milhares, dezenas de milhares e em alguns casos centenas de milhares de euros, sem contabilizar os cartões de crédito, carros, telefones, prémios e todas as outras alcavalas que recebem. Porque será que votaram contra? Talvez, porque já sabem que um dia, quando deixarem de ser deputados, o seu futuro passa por ocuparem cargos nessas em presas públicas? Se o seu destino fosse irem parar a uma fábrica ou trabalharem numa caixa de supermercado não tivessem aprovado as leis de trabalho que retiram direitos e facilita os despedimentos e tivessem exigido que o acordo para aumentar o ordenado mínimo para 500 euros fosse cumprido.
Kaos
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
terça-feira, fevereiro 15, 2011
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
terça-feira, fevereiro 08, 2011
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Mais uma grande musica dos Deolinda
Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
Sou da geração "casinha dos pais"
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
Sou da geração "vou queixar-me pra quê?"
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração "eu já não posso mais!"
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
A letra de "Que Parva que eu Sou" encontra-se já reproduzida em numerosos blogues e até sites de forças partidárias, prometendo dar que falar nos próximos tempos.
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