quarta-feira, abril 30, 2008
1 de Maio, Dia do Trabalhador
Respeite-se a si próprio e o futuro dos seus.
Lute pela dignidade no trabalho, é um direito seu. Não espere que alguém o faça por si!
A força é feita da união e não do comodismo!
Sem luta não há frutos!
Está à espera de quê? Morrer à fome?
MEXA-SE!
terça-feira, abril 29, 2008
Uma tarde na ribeira...
segunda-feira, abril 28, 2008
Feijoada do 25 de Abril não pode falhar na CPC! Ai vão elas!
Quando estes dois não aparecerem é porque nesse ano não houve feijoada! Heh!
Um agradecimento especial às sócias "Beatriz do Gabriel" e Diamantina por toda a logística. Voluntárias incondicionais que não podem passar ao lado dos sócios a realçar. Não esquecendo os garrafões de vinho do Zé Neves que também devem ter marcado a habitual presença, que é quase a adega do Povo(e não estive lá para ver hehe)!
Desmontando armadilhas

Numa comunicação escrita, datada de 15 de Abril de 2008, o Presidente do CE da EB 2/3 D. João I da Baixa da Banheira informa os docentes do seguinte:
Apesar das faltas legalmente equiparadas a serviço lectivo não contarem para efeitos da falta de assiduidade ao nível de avaliação, no entanto, de acordo com o que consta na ficha de avaliação de desempenho de 7/04/ 2008, o ponto A.2 do Anexo XIII – empenho para a realização das aulas previstas: compensações, permutas, preparação das substituições – remete para todo o serviço lectivo distribuído (total de aulas previstas). Ora, de acordo com este anexo, terá de se registar o número de aulas que não foi leccionado, independentemente das razões que originaram as faltas. Assim, continua o Presidente desta Escola, as aulas não leccionadas acabam por incidir na avaliação de cada docente, independentemente de ter sido leccionada toda a matéria curricular, podendo até agravá-la. E, para ultrapassar esta situação, terão de se aplicar modalidades compensatórias já implementadas na Escola, tal como a permuta e a reposição do serviço lectivo [reprodução não textual, mas fiel ao enunciado escrito].
Se todos os Conselhos Executivos seguirem a referida Escola – e ver-se-ão forçados, a curto prazo, a fazê-lo – esta ilegalidade que o ME, através de um Regulamento, lhes impõe executar, revoga o artigo 103.º do ECD, pois retira-lhe efeito útil.
Imaginem as subsequentes situações:
1. O docente faltou por motivo de greve.
Esse dia é-lhe descontado no vencimento. Ao "exigirem-lhe" que reponha o número de aulas em falta, a greve ficou sem efeito útil. Mais grave ainda: trabalha e não recebe, ou seja, repõe as aulas não leccionadas, mas não lhe repõem o pagamento do dia de greve.
2. O docente faltou por motivo de nojo.
Não recebe o subsídio de refeição correspondente aos dias em falta. Repõe as aulas não leccionadas, mas não recebe o subsídio de refeição correlativo.
3. O professor não lecciona por motivo de visita de estudo.
O professor que foi em visita de estudo organizada por outro grupo disciplinar tem de repor as aulas não leccionadas apesar de nesse dia ter trabalhado mais horas do que as referenciadas no seu horário de trabalho.
Caros colegas:
Temos de lutar contra esta aberração legislativa de compensar as aulas não leccionadas, pois põem em causa o princípio constitucional da igualdade.
Conhecem algum médico, juiz ou operário que seja obrigado a repor as horas que justificadamente não trabalhou?
Em Direito ensinaram-me que as leis inferiores não revogam leis superiores; que o respeito pela hierarquia das leis é um dos fundamentos de um Estado de Direito Democrático.
Ou ensinaram-me mal ou, pelos vistos o Estado de Direito Democrático não existe.
Vítor Barros
quinta-feira, abril 24, 2008
A Grade do Post anterior
(roubando um pouco da rubrica do atumnespereira)Para os mais novos:

A grade era uma grelha feita de madeira, sob a qual era colocado um peso para que os dentes de madeira em forma de lâmina enterrasse na terra.
Era puxada, por burros, cavalos, machos, mulas, bois...
Servia para desterroar a terra depois de lavrada e torna-la mais "fofa" para semear ou para gradar depois de espalhada uma semente...se bem que na Ferraria havia lá cada calhau que até fazia faísca, que tratada a terra ou não, quando se acertava num calhau parecia ficar doente de Parkinson por momentos .
Uma vez, tinha eu 4 ou 5 anitos, o meu avô, T´Xquim Bernardo punha-me a fazer Surf juntamente com uma pedra em cima da grade...um vez enfiei o pé no intervalo da grelha, andei meio hora à procura da sapatilha.
Eram tempos um pouco mais lixados que hoje...e nas vinha o trabalho tinha de ser humano...A propósito vou-me confessar:
Uma vez enganámos o meu pai:
Tinhamos lá uma boa vinha, com cerca de 1/2Ha, dava branco com 12 graus (dificil nos solos de Casegas). Tinha eu uns 10 anitos, mais ou menos...o meu irmão um pouco mais velho...O meu pai propôs-nos cavar a vinha por 12 contos se quizessemos, em vez de contratar alguém. Ora como na altura, os papás e as mamãs não enchiam os bolsos de dinheiro aos putos a torto e a direito como é agora e se fizéssemos birra ainda levávamos nas trombas por cima,resolvemos aceitar Hercúlea tarefa lol
Resultado: Uma turra infernal, só de olhar para o cimo da vinha, o desânimo era notório, comparado, só as ida a pé ás serra quando nunca mais se viam as torres...
Depressa chegámos á conclusão que aquilo não "ia dar"...
- Então como vamos resolver isto?
Bem, para não sermos completamente desonestos, decidimos, cavar em volta das videiras, e a terra cavada, espalha-la pela não cavada, para que ficasse tudo castanho cor de terra.
Mas depois havia outro problema...o tempo! Não podíamos acabar muito depressa, logo, cavávamos de manhã, comíamos a merenda ao almoço, e dormíamos a sesta e ala pa casa que à tarde não se podia lá andar.
Foi sol de pouca dura, não levou muito tempo, o Ti Zé Francela, ou o T´Zé Almedilha, que por ali passavam todos os dias, logo se encarregaram de nos "xibar"
"- Olha que eles anda lá só a emborralhar a vinha!" lol
Claro que deu bronca, mas já tinhamos o dinheiro no bolso heh!
Fogo...eramos putos a cavar meio campo de futebol em solo cheio de pedras com cerca de 800 a 1000 videiras...vai lá vai...
Acho que não foi grave!
Na altura levámos com a correia de pneu, mas já não me doi! heheh!!!
20 anos depois...
O Ti Zé Julio, pai do Henrique, meu cunhado, inventou uma geringonça que liga ao tractor, cava no intervalo das videiras, detecta a cepa, salta fora e entra outra vez a seguir...Se o conhecessemos na altura, chamávamos-lhe um figo, meu amigo! lol
Passei neste e gostei. Visitem.
SOBREVIVÊNCIAS ...
V.A..2007
Gradar a terra desta forma já não é uma prática muito comum neste Portugal dito rural sem ruralidade...
quarta-feira, abril 23, 2008
ABRIL AINDA VALE UM POEMA ! ...
AFINAL,
Que fizemos da esperança?
Será paixão sem lembrança?
Os cravos vermelhos de Abril,
Foram enfeite na ponta do fuzil?
AFINAL,
Onde está do ZECA a canção?
Perante as teologias do cifrão,
Não foi a promessa desmentida?
Onde as manhãs claras da vida?
AFINAL,
Onde está a grandeza de Portugal?
Jaz morta no oceano profundo,
Na rota que GAMA abriu ao mundo?
Há séculos nascido de lança viril,
Levanta-te, caminha e luta PORTUGAL
A liberdade e a esperança são de ABRIL ! ...
Setubal, 25 de Abril de 2001
j.c. pacheco alves
terça-feira, abril 22, 2008
segunda-feira, abril 21, 2008
domingo, abril 20, 2008
Imposto pago pela banca, baixa 29%
Orçamento do Estado de 2007, comprometeram-se tomar medidas para que a banca
pagasse uma taxa de imposto
efectiva igual à paga pelas outras empresas.
Como provo no estudo que envio, utilizando os próprios dados divulgados pela
Associação Portuguesa de Bancos, esse compromisso público do governo também
não foi cumprido pois, em 2007, apesar dos lucros obtidos pela banca serem
superiores aos de 2006, o valor do imposto pago pela banca baixou em cerca
de 29%, sendo a taxa efectiva de apenas 14% que é praticamente metade da
legal, se incuirmos o IRC e a derrama para as autarquias.
Espero que este estudo possa ser útil.
Ver resumo do estudo
Eugénio Rosa
Economista
sexta-feira, abril 18, 2008
Surpresas
Serra da Estrela - Rota dos Vales Glaciares 16/07/2007
Afinal sempre tínhamos fotógrafo!A vida reserva-nos estas surpresas...!
Ver fotos
quinta-feira, abril 17, 2008
CARTA A SOPHIA OU O QUINTO POEMA DO PORTUGUÊS ERRANTE
NB: Pela intemporalidade que oferece, o canto de Manuel Alegre serve de poética a gerações diferenciadas mesmo pela ideologia. Recusamos, ontem, o país que nos era oferecido. Recusamos hoje um país que referencia uma mera democracia formal, continuando, assim, a oferecer à generalidades dos seus cidadãos uma vida sem dignidade.
Querida Sophia: como os índios do seu poema
também eu procurei o país sem mal.
Em dez anos de exílio o imaginei
como os índios utópicos também eu queria
um outro Portugal em Portugal.
Mas quando regressei eu não o vi
como eles me perdi e nunca achei
o país sem mal
Talvez a própria vida seja isto
passar montanha e mar sem se dar conta
de que o único sentido é procurar.
Como os índios do seu poema eu não desisto
sou um português errante a caminhar
em busca do país que não se encontra.
Do "Livro do Português Errante"
M. Alegre
in blog REGINOT
quarta-feira, abril 16, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
domingo, abril 13, 2008
Cantam bem...

Desde a entrada em vigor da nova lei do tabaco que todas as manhãs, tenho de deixar o que estou a fazer para me dirigir a uma sala que a empresa onde trabalho arranjou para fumar o meu cigarrinho. Ia comecar a falar o Alberto Martins pelo PS no debate quinzenal com o Promeiro-ministro. Ouvi-o a ele e ouvi depois o discurso-resposta do Sócrates. Ambos tentaram justificar o novo contrato com a Aeronorte, que como disse num post anterior tinha sido condenada por tentativa de lesar o estado em mais de três milhões de euros, e a ida do Jorge Coelho para a Mota-Engil , empresa que tutelou como ministro. Ambos tentaram dizer que tudo tinha sidi feito de acordo com a lei e que não aceitavam criticas morais. Eu, como mero cidadão, não me posso esquecer que as leis de que falam são leis feitas pelo poder politico que agora justifica a legalidade daquilo que se passsa com essas leis. Fazem as regras do jogo, um jogo que só eles podem jogar e onde nunca podem perder (Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte e esta gente é artista nestes jogos). Recusam a critica moral , a critica dos valores e da sériedade porque aí não têm onde se agarrar. Na politica comi muito bem se diz, quem por lá anda tem de ser como a ulher de Cesar. Não lhe basta ser honesta, tem de mostrar que o é, coisa que esta gente parece recusar fazer. Eles lá sabem porquê.
por kaos
quinta-feira, abril 10, 2008

Há um pequeno lapso: faltam os contactos. Como já repararam ao fundo dos posts, vem a etiquete ou o tema do post. Se clicarem no link "Caminhadas", serão conduzidos para os posts relacionados com caminhadas. Aí encontrarão toda a informação necessária no cartaz anterior. Pedimos desculpa pelo lapso.
quarta-feira, abril 09, 2008
terça-feira, abril 08, 2008
Submissão sem frutos ao melhor estilo de Casegas

A distância da terra por vezes afasta-nos das coisas importantes da vida e da terra, mas não posso deixar de evidenciar o comentário de "viva o povo" na box, que a ser verdade, é mais uma vergonha ao bom estilo "lambe botas" a que Casegas nos vem habituando.
"Viva o povo: O vosso Presidente da Junta de Freguesia votou pela venda da água de Casegas à Somague. Contentes? Felizes? Quando receberem a factura de água podem agradecer-lhe o valor que irão pagar."
Em suma, uma submissão que poucos frutos tem dado ao nosso eleitorado.
Ao melhor estilo!





