Anda por lá também uma pequena cadela preta e castanha muito mansinha.
Se alguém souber de quem são ou queira adoptar...seria porreiro.

HOMENAGEM DUM GRUPO DE AMIGOS DO BATALHÃO DE CAÇADORES 2858 “ OS GARRAS” QUE NO SÁBADO DIA 30 DE JUNHO SE DESLOCOU A CASEGAS ONDE MANDOU CELEBRAR UMA MISSA PELA SUA ALMA E RUMOU DEPOIS AO CEMITÉRIO ONDE DEPÔS UMA LÁPIDE SOBRE A SUA CAMPA.
No final da Missa o amigo Pinto residente na Trofa lembrou o Padre António desta forma:
"Diz quem sabe que o nosso melhor património não é o dinheiro, nem os bens materiais, mas sim a Família e os amigos, quando eles são de facto verdadeiros amigos na acepção da palavra.
E porque assim é, estamos hoje todos mais pobres porque perdemos um pedaço do nosso património com a morte do querido amigo, Padre Carvalho. Para muitos era o Padre Carvalho, para outros um cidadão comum, para nós era o nosso Capelão e connosco integrou o Batalhão de Caçadores 2858 “ Os Garras”.
De uma ou outra forma, ele era um Amigo.
Um amigo muito especial que estava sempre disponível para ajudar com um sorriso, uma palavra amiga, um gesto, ou uma atitude que alegrava sempre os nossos corações e nos ajudava a resistir.
E foi por isso que chegou a ter problemas com os seus superiores hierárquicos, porque sempre estava ao lado dos mais desfavorecidos.
É por esta razão que aqui viemos, hoje, prestar esta simbólica homenagem a um Companheiro que durante 24 meses nos ajudou nos momentos mais difíceis a cumprir a nossa Missão, numa Guerra injusta, como ele muito bem dizia.
Sentimos e sabemos que o poder político vem ignorando cada vez mais aquilo que foi a nossa missão em terras do ex-Território Ultramarino Português, votando ao esquecimento os ex-combatentes.
Sinto e sei que estas breves palavras que aqui expresso com grande pesar, são insuficientes para descrever tudo o que me vai na alma sobre este nosso amigo. Ele merecia muito mais!
Os teus amigos, que hoje aqui te vieram homenagear pedem a Deus que descanses em paz e até amanhã António, porque um dia voltaremos a estar junto de ti."
Um abraço dos teus companheiros da C.C.S. Batalhão de Caçadores 2858
Os Alcoviteiras
Anda por ali entre o cruzamento e o muro da ribeira uma nova espécie de alcoviteiras, contrariando a tendência natural predominantemente feminina, estes alcoviteiras, são muito “machos”.
E machos entre aspas porquê?
- Porque só são machos para o que não presta: Alcovitar, mexericar, coscuvilhar, minar, invejar, caluniar, injuriar, difamar, baboseirar, etc. Enfim, estava aqui o dia todo…Formas de estar na vida no reino dos “Bardamerdaseternamentecontratudoquemexe”, classificação taxonómica atribuída pelo atumnespereira há uns tempos atrás. O atumnespereira, para quem chegou mais atrasado, é um dos nossos contributors, afastado por questões técnicas e profissionais (regressa brevemente), que também se dedica ao estudo científico destes estranhos bichos semi-racionais.
Há várias espécies mas vou tentar descrever aqui algumas delas muito sucintamente, Os “Pançaintchada-Viperinus” atacam ao fim de semana, de dia com pés de veludo e durante a noite à medida que vai amanhecendo, com pés de chumbo. Estes seres nómadas andam sorrateiros, de café em café, escondem-se normalmente atrás de um jornal a ver os desenhos, e vão folheando enquanto lançam olhares de raposa manholas, sorrateiramente sob a linha do horizonte da página. Frustrados pela sua nula utilidade, deprimem-se e têm crises alimentares, vai daí que saem de toca e vão à caça! Alimentam-se de informação extraída às suas presas, armazenando a excedente no ventre, que se apresenta sempre notoriamente inchado, para utilizarem na criação de nova informação sempre que haja escassez desta. Laboram todo o dia, sugam num pouso saltam para outro, e ao final da jorna fazem banquetes de alcoviteirices com os “semi-raconais” da mesma família. Autenticas orgias! Lindo de se ver!
O comportamento dos “Delirius-Inconformatus” é um pouco diferente, com genes aracnídeos, esta espécie sedentária de Alcoviteira do reino dos “Bardamerdaseternamentecontratudoquemexe”. Apesar viverem deprimidos com receio de morrerem virgens, os Delirius-Inconformatus, são bastantes activos, reparem:
Alimentam-se fundamentalmente de informadores, dos quais são completamente dependentes a apresentam também uma natural tendência para ganhar raízes que têm de ser aparadas periodicamente. Atraem as vítimas com um composto de cevada, agarra-se a eles, vai construindo a sua teia onde instrui as presas para actuarem em motins e provocar estados caóticos, faz um fio aqui, um fio acolá…muito sorrateiramente...normalmente ao fim de semana já tem a teia armada. Instala-lhe um detonador, espera pelo momento certo…e CLIC, carrega no botão e lá vão as presas eufóricas todas desvairadas por ali a fora a espalhar a desordem por todo lado de pistola em punho a dar tiros nos pés enquanto que os “Delirius-Inconformatus” se congratulam com regozijo orgásmico.
Pelo contrário os “Pançaintchada-Viperinus” são pais passivos, bem como uma outra espécie que fica para um outro episódio: A espécie “Bezanisfumusbufatutis” de língua bífida, contudo, não menos perigosos.
Cuidado com eles, apesar de aparentemente inofensivos, podem causar mazelas ou tornar-mo-nos num deles se não estivermos vacinados! Esta análise é uma das vacinas, é um genérico "Chamensan Bovinal Plosnomesicina".
Vou dedicar a estes simpáticos seres um destes azulejos pirosos que a minha mãe espalha aqui por casa:
Ou Deus ou seja quem for...
SANEAMENTO BÁSICO
Nos últimos dias verifiquei que junto à Ponte se construiu uma caixa de intercepção do emissário de esgoto com uma saída aparentemente directa para a ribeira.
Para quê e porquê, é uma pergunta que se impõe?
Parece-me que os responsáveis pela Junta de Freguesia, tão apressados em explicações e acções quando os interesses são mais restritos, se mostram lestos quando o interesse é colectivo.
Preocupado, como muitos outros Caseguenses, com o deficiente funcionamento da ETAR que provoca desequilíbrios no sistema, procurei informar-me.
E que me foi dito?
Que estão a construir um descarregador de tempestade.
É certo que em dias de maior pluviosidade é frequente a saída nas caixas entre a ponte e a estação de tratamento (ETAR), de águas da chuva misturada nos efluentes, certamente pela ocorrência de infiltrações em zonas mal tamponadas, mas em grande parte porque de forma “ilegal” muitos residentes ligaram à rede de esgotos as descargas de águas não residuais.
Tecnicamente é essa uma das formas de resolver o problema da afluência de águas pluviais na rede de esgotos/ETAR, mas será que a ligação à ribeira é feita em conduta sifonada para não deixar sair os cheiros?
Terá a caixa feita no centro da via, em blocos e vigas de pré-esforçado, resistência suficiente para suportar o peso das viaturas?
Saberão também os responsáveis pela Junta de Freguesia que a Águas da Serra empresa que explora e faz a manutenção da ETAR, traz de outras Freguesias cisternas de águas residuais que despeja na nossa estação de tratamento e que vão parar à ribeira sem o devido tratamento?
SÓ NOS FALTAVA MAIS ESTA.
Por "Joaquim até ver"
O objectivo de Sebastião Antunes, mentor do que em tempos foram os "Peace Makers" e que, desde 1991, deu origem ao grupo Quadrilha, é fazer a fusão entre formas próprias da tradição portuguesa e uma certa sonoridade Celta. Por outro lado, tem uma preocupação - fazer chegar a música popular às classes etárias mais novas. Segundo o próprio, é muito importante que os jovens se identifiquem com a sua música e, acima de tudo, que sintam que é algo que lhes pertence.