segunda-feira, maio 07, 2007
Mãe
É no carinho com que amanhas a terra
É na semente lançada, na planta cultivada,
Nas roseiras e flores, nas tílias do teu quintal
É no afago com que olhas os meninos da escola
Que está o sonho da tua vida!...
Persistente e sempre autêntica
É nesta tua afirmada forma de ser e estar
Que a coragem da tua luta te eterniza
É assim, Mãe, que te olhando
Já pela calada da noite me acalentas o sonho
E reflectindo nas agruras desta vida
Me esperancias que amanhã é sempre outro dia
Me encorajas a continuar, a olhar e a sentir a vida! ...
Mãe!...
Donde emerge toda essa tua força, todo esse vigor?
Como é possível teres uma presença tão frágil e franzina
Mas tão perseverante no cuidar do teu quintal?
De sachola na mão, ajeirando e regando dás vida à tua plantação!
E como entender ainda o tempo que dedicas às coisas do coração?
Mãe!
É na tua forma tão própria e sofrida de amar
É na simplicidade, na humanidade e humildade da tua vida
É na casa aberta, de ar sempre renovado, que todos os dias constróis
Mãe! É na tua alma ... no teu âmago
Que está o segredo, o folgo de toda a tua vida!...
tonho, 1 de Julho de 2000
domingo, maio 06, 2007
A TODAS AS MÃES CASEGUENSES.....
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe!
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos!
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais!
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura!
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos...
Mas tu esqueceste muita coisa!
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha - queres ouvir-me? -,
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
"Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal..."
Mas - tu sabes! - a noite é enorme
e todo o meu corpo cresceu...
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas...
Boa noite. Eu vou com as aves!
quinta-feira, maio 03, 2007
Colónia alienigena invade Covão d´Ametade
Vejamos como vivem estes pequenos seres nesta colónia:
Em baixo vemos uma banca de aluguer de Super Ternós alienigenas! Estes pequenos seres, ao contrário dos "Serranos" que utilizam os Ski e Snowboard na neve, os Biscaioparvos, utilizam estas placas graniticas, para deslizar em pistas de lama e escrementos que constroem para o efeito.
As placas graniticas aquecem e depois é só por a carne a grelhar, um método mais ecológico, económico e não poluente. Uma criação revolucionária desenvolvida pelos mais graníticos cérebros de Fazedores especializados em Palhaçadas Biscaioparvas!
Tem apenas um pequeno inconveniente este equipamento, afirma quem já o viu em funcionamento, quando há muita nuvem, tem de se cortar a carne em pedaços mais finos, pois o aquecimento das placas não é tão intenso e sendo pedaços muito grossos, ficam mal passados e tornam-se indigestos, o que obriga estes pequenos seres a mascar erva de forma facilitar a digestão à semelhança dos nossos caninos.
E é tudo meus amigos! Foi mais uma reportagem asinina! Se virem por aí algum Biscaioparvo, fotografem para eu ver! Escusado será recomendar, que não se aproximem muito pela altura da Páscoa por causa dos sacrifícios!
terça-feira, maio 01, 2007
Não podia estar melhor!
Este é o trabalho genial de uns miúdos DA Universidade do Porto. Explorem bem cada página, clicando em tudo. Não se limitem a ler, há surpresas de todo o tipo, porque quase tudo tem animação! Algumas coisas podem demorar um bocadinho a carregar, mas vale a pena a espera. Eis.. O Portuga l de A-Z:
segunda-feira, abril 30, 2007
Adeus Acenssão...!
O sorriso de boa disposição estampado no rosto era uma constante, apesar de uma vida inteira de trabalho árduo do campo, a caminho do Cascalhal com o T´xquim dos Bigodes e finalmente já mais só no seu lar e no quintal que deixou semeado e também, uma companhia aqui em casa. Até estranhava quando não ouvia a Acenssão subir as escadas acima e me perguntar: “Tão a tu mãe?” ou "Amanhã quero um burlhão!"
Uma mulher admirável, “desembaraçada” e inteligente! Duvido que haja alguém da mesma idade em Casegas e com o mesmo “desembaraço” e inteligência. Ultrapassava os mais adversos problemas sozinha…lembram-se do post do Almocreve(Clique para relembrar)? Ela metia-se no autocarro, ia à ”Câmbra”e ao urbanismo e vinha de lá toda contente, que era lá bem tratada…quando não conseguia resolver qualquer coisa cá, lá ia ela, metia-se no autocarro para fazer frente aos “engravatados”.
Vou ter saudades de quando vinha aqui para o meu lado para lhe mostrar o blog e trazer fotos para o post do seu também falecido T´Xquim dos Bigodes (clique para relembrar) ou só para dizer <<ó Ri Jorge, manda lá um “meil” pó meu Zé para o Canadá…>>.
Foi-se esta semana, teimosa e bem disposta e apesar dos problemas de coração, morreu a trabalhar até ao último dia. “Teve uma morte santa”, como diz o povo, não deu trabalho a ninguém, antes pelo contrário, sempre voluntariosa!
Adeus Acensão e obrigado pela tua humildade, boa disposição e companhia…
O funeral realizar-se-á amanhã, Segunda-Feira...
Eu, como sempre, não a irei acompanhar, prefiro ficar com a imagem dela aqui ao meu lado, a querer que lhe mostrasse sempre mais da “Intrenet” e do blog…
Até sempre companheira!
domingo, abril 29, 2007
sexta-feira, abril 27, 2007
quarta-feira, abril 25, 2007
É que eram mesmo malucos os Fachos. Eram e são...

Possa, tão caro!
terça-feira, abril 24, 2007
E porque é 25 de Abril e ninguém nos cala...
Nosso snhor me perôe e a virjain, mas num poss tar quêdo quand vêj ist!
Atão num é q´est matacão dest capatez num faz nada q granjêi tanha!!!
U raix cu partira alma du dieb q num tem ária pa nada, só pa reguér u jardim deil nu caminh q assambarcou u pov!!!
Ele é cada asneréda qé de bradar ós céus!
Atão mas algum dia se viu, smâint in cima de paralels?
S num sabe cmé q s fazain valeitas, q tchame algâin pa mor das fazeir ulhó alma du diéb!
E umas tchapadas de smâint c´umas manilhas in cima das fragas...
Digueim lá s´ist são proposts de jaint?! Era asmintér-lhe masé a cabçona d pão blarâint! Ó atão interra-lo e dar-lhe umas catchamnadas cmó galo du film de Cazegas pa ver s´assainta!
Arra pôrra, num tem termins!
segunda-feira, abril 23, 2007
Roam-se de inveja
Hoje almocei à antiga!
Cozi uns chispes com uma chouriça. Depois, na mesma água cozi umas couves migadas e umas batatas que esmaguei depois com o garfo, uma regadela de azeite e já está!
Um tintinho da prima Ilda do Carvalhal...Ó rapaz, fiquei que nem um padre! Até a louça me soube bem...!
Parecia a mesa do T´Xquim Bernardo!
sábado, abril 21, 2007
Se as árvores falassem
Correio do Leitor enviado por "Joaquim Até Ver"
No últimos anos os nossos autarcas, não sei se contagiados com os maus exemplos que por aí abundam, elegeram o Fernando a podador-mor, quiçá orientado por algum capataz licenciado na Independente em “Copas mal formadas e gomos adventícios.”
Um dos plátanos que está junto à fonte da Eira tem os dias contados e os outros não vão ter melhor sorte. As árvores excessivamente podadas ficam quase sempre deformadas e susceptíveis a podridões.
No lameiro da ribeira, as podas praticadas contrariam a forma natural das árvores, e jamais veremos a exuberância e esplendor dos “prunus serrulata” e “liquidambar styraciflua”, algumas das espécies ali existentes.
Seguem-se alguns excertos do texto "Se as árvores falassem"*, da autoria do Dr. Francisco Coimbra, e que é uma lição sobre as árvores no ambiente urbano.:
«As árvores que dignificam as nossas praças e avenidas e embelezam os nossos jardins e parques são um elemento essencial de qualidade de vida, autênticos oásis no "deserto" que são tantos dos nossos espaços urbanos actuais. E, no entanto, é por demais evidente a ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano. (...)
De facto, é inacreditável como certos preconceitos sobre a poda de árvores ornamentais estão arreigados nos responsáveis pela sua gestão e manutenção. É frequente ouvirmos dizer, como justificação, que as "podas" radicais, ou "rolagens", rejuvenescem e fortalecem as árvores, ou que são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade... quando, na verdade, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: - tanto melhor quanto menos se der por ela! (...)
2. Fortalece-a? - NÃO, a poda radical é um acto traumatizante e debilitante, uma porta aberta às enfermidades. (...)
3. Torna-a menos perigosa? -NÃO, estas "podas" induzem a formação, nos bordos das zonas de corte, de rebentos de grande fragilidade mecânica, pois têm uma inserção anormal e superficial no tronco. (...)
4. É a única forma de a controlar em altura? - NÃO, a quebra da hierarquia -que estava estabelecida entre os ramos naturalmente formados - permite o desenvolvimento de novos ramos de forte crescimento vertical, mas agora de uma forma desorganizada e muito mais densa! (...)
5. É mais barata? - NÃO, se a gestão do património arbóreo for pensada a médio e longo prazo! (...)»
Bem, e melhor que o Professor Gonçalo Ribeiro Telles, ninguém o poderá expressar:
«Qualquer supressão de que resulta um aspecto definitivamente mutilado da árvore deve considerar-se inadmissível visto comprometer definitivamente a finalidade estética da planta ornamental. É preferível nesse caso a supressão pura e simples do indivíduo. Apenas se exceptuarão os casos raros de indivíduos ligados a factos históricos ou quando se pense que seja possível uma reconstituição aceitável da planta.
Normalmente os cortes devem fazer-se de modo a não se notarem. O maior elogio que se pode fazer a um podador de árvores ornamentais é que não se perceba que a árvore foi podada. A forma da árvore é perfeita e portanto não é necessário corrigi-la no sentido estético nem fisiológico.»
«Se não há espaço para a árvore é preferível plantar só o arbusto, ou mesmo só a flor e não contar depois com a tesoura para manter com proporções de criança o gigante que se escolheu impensadamente.»
in "A Árvore em Portugal" de Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Telles (Assírio & Alvim, 1999. 2ª ed.) p. 161
quarta-feira, abril 18, 2007
A ESTRADA DO NOSSO DESCONTENTAMENTO
Homens e máquinas vão saltitando com a frente dos trabalhos. Pela manhã escavam do lado de Casegas, à tarde do lado do Paul, e de novo voltam aos mesmo locais cumprindo um programa de trabalhos que nos baralha e nos deixa a sensação que se pretende adiar a sua conclusão, não sei se por falta de dinheiro ou se para coincidir com qualquer calendário eleitoralista do Município. Já à chegada ao Paul deparamos com o troço que atravessa a quinta do casal onde tudo está na mesma, julgo que pelo facto de o proprietário da quinta, exigir e bem, uma passagem desnivelada sobre a via destinada à passagem de máquinas agrícolas e do enorme rebanho que se alimenta nos férteis terrenos da quinta.
Pelo meio perdeu-se uma oportunidade de corrigir o traçado e dotar a ligação entre Paul e Casegas de parte de uma via moderna para servir as ignoradas Populações do Sul do Concelho, e de ligação ainda ao Concelho de Seia via Pedras Lavradas e Concelho de Pampilhosa da Serra via São Jorge da Beira. Ganha-se um escasso metro na largura, mas continuamos a ter curvas perigosas, inclinações acentuadas e o convite a uma maior velocidade que irá aumentar inevitavelmente a sinistralidade.
Mas como me dizia um amigo: que se espera duma Câmara que “baptiza” modestos arruamentos na Cidade de AVENIDAS E ALAMEDAS? O caminho Municipal Casegas Paul no léxico Municipal passará a ser, talvez um IC (Itinerário Complementar) ou porque não um IP (Itinerário Principal)?
Quem somos nós para duvidar?
Da ligeira correcção que foi feita de algumas curvas, ficou o traçado antigo que praticamente à mesma cota poderia ser aproveitado como zona de paragem, mas que decidiram simplesmente “entulhar”.
Na zona de “aterro” do Ribeiro das Maias, um aqueduto construído, irá descarregar as águas no centro do “barroco” e destruirá inevitavelmente as pequenas parcelas agrícolas a jusante. Será que os proprietários o consentiram?
Sem qualquer aparente benefício, à descida para o Casal “repetiram” uma curva ao lado da existente que acentuou mais a forte inclinação.
De pontes ou pontões nada nos dizem e como tal impõe-se manter a proibição de circulação a viaturas com peso bruto superior a 3,5 toneladas para que a “nossa “ ponte continue a resistir.
Mais que nunca me convenço que as boas acessibilidades podem ser parte importante da solução para travar a desertificação das zonas rurais. Ninguém escolhe viver a 30 ou 40 Kms da Cidade se os transportes públicos levam 60 minutos a percorrer um trajecto sinuoso e onde o perigo espreita em cada curva.
Mais que um prazer, é um acto heróico viver hoje nos confins de tudo, onde paira a ameaça iminente de encerrar a Escola e o Posto de Saúde.
Será que não merecíamos mais?
Sócrates n'«Os Lusíadas»!
As equivalências e os termos assinados,
Que na ocidental raia Lusitana,
Por cursos nunca antes frequentados,
Passaram ainda além dos seis dias da semana,
Em betão armado e pré-esforçado,
Mais do que prometia a desfaçatez humana,
E entre gente bem mais douta edificaram
Novo currículo, que tanto sublimaram;
E também as notícias gloriosas
Daqueles feitos, que foram omitindo
A Lisura, a Hombridade, as Virtudes valerosas
Das corporações que foram destroçando;
E aquele, que por obras viciosas
Se vai da lei da respeitabilidade libertando;
Sobranceiro, entre pares, no plenário,
Cantarei, se a tanto me ajudar o engenho sanitário.
Enviado por António Gaspar
terça-feira, abril 17, 2007
Aviso!
Não sei se fazem compras nos hipermercados Jumbo, mas esta informação pode ser de muita utilidade.
Mando esta informação para avisar que fui vítima de um assalto no Jumbo, mas poderia ter sido em qualquer outro supermercado. Funciona da seguinte maneira:
Duas miúdas bem boas, aproximam-se enquanto está a guardar as compras no porta-bagagens e começam a limpar o pára-brisas com esponja e produto de limpeza. Dizem que é um novo produto que pode ser usado sem água e que elas são demonstradoras. Os seus seios praticamente saem das camisas e assim fica impossível não olhar... Eu até quis dar uma gorjeta, mas elas não aceitaram e perguntaram-me se eu ia passar próximo do Carrefour, pois iam para lá! Eu disse que sim, que não tinha problema, e entraram as duas no banco de trás. Pelo caminho começaram a beijar-se e em seguida começaram a fazer amor. Logo de seguida uma delas passou para o banco da frente e começou fazer-me sexo oral, enquanto que a outra me roubava o dinheiro que estava no bolso de trás das calças.
Estejam alerta, pois poderá acontecer também com vocês!!!
Roubaram-me na segunda-feira, na terça-feira duas vezes, na quarta, na quinta... e amanhã vou lá outra vez!!!
ODE AO TIO ZÉ
Respondeu sem gaguejar
Levou montes de papel
Para tudo comprovar
Até propinas pagou
Imaginem, vejam só!
Os recibos nos mostrou
Alguns deles já com pó
Das fichas d'Assembleia
Que dizem ter a dobrar
Esqueceu, não faz ideia
Como foram lá parar
Também um ex-Professor
Que nunca mais contactou
Viria a ser Director
Por Despacho que assinou
Com as falhas de memória
E o nariz tão comprido
Inda vai ficar na História
Como ZÉ "O ESQUECIDO".
Por "Joaquim até ver" no post anterior
Aiii que não posso mais, este Joaquim mata-me a rir, tive de alargar dois buracos à silha!!
É caso para dizer: "Aqui há talento"
Boa malha Joaquim!
sábado, abril 14, 2007
Jornalismo made in Portugal
Não nego ser possível existirem no passado curricular de José Sócrates algumas confusões e trapalhadas. Mas mais ou menos dúbio, esse é um problema do foro particular do Primeiro-ministro, não uma questão de imperativo nacional. É certo que esta celeuma poderá minar a credibilidade pessoal de Sócrates, mas quem tem um passado isento de falhas? Se Sócrates é Primeiro-ministro é-o pelo seu trabalho político, não pela sua prestação enquanto engenheiro.
Mas este não é um post para defender Sócrates. Este é um post que pretende apontar os podres e a mediocridade d'algum jornalismo português. Com ou sem pressões uma coisa parece-me clara: alguém quer fragilizar a posição de Sócrates e com isso trazer instabilidade ao país. Será porque a instabilidade venderá mais jornais? Ou será que outros há que ganharão com essa instabilidade? E diga-se que também não é menos verdade que existem problemas bem mais prementes no país, mas alguém insiste em camuflar a verdade e entreter-nos com corriqueirices.
E os responsáveis por tudo isto? Os media! Fabricadores de notícias e opiniões. Influenciáveis. Corruptíveis. Sensacionalistas. Parciais.
E não haja dúvida que, diga o que disser José Manuel Fernandes, nesta salgalhada toda o Público está a ter um papel preponderante. Basta visitar a página on-line do Público para verificar isso mesmo (na últimas semanas não houve um único dia em que as habilitações de Sócrates não estivessem em destaque).
Agora que penso, talvez alguém esteja interessado em deitar abaixo o Governo... assim sendo é capaz de ser mais fácil alterar já a Constituição e em vez de eleições de 4 em 4 anos passávamos a fazer de 2 em 2. É que parece ser moda em Portugal nos últimos tempos...
quarta-feira, abril 11, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
Então aí vai um pouco do filme...do que consegui!
Possa...ainda falam de algum pessoal do blog, olhem que estes eram bem piores!!!
Então esta aqui de enterrar o galo e enfiar-lhe umas cacetadas na crista de olhos vendados...porra!
E o chorar do entrudo? Encostava os primórdios deste blog a um canto...pois pois, boas peças!


