
Se fosse hoje, podia ter usado pelo menos o dobro dos rostos usados.

Em matéria de sexo, as secções das revistas femininas tipo «consultório do amor» estão a substituir a velha confissão da Igreja Católica.Dantes, os pecados (muito especialmente os ligados ao sexo) tratavam-se no confessionário, a dois, e ficavam selados pelo segredo da confissão – a inconfidência do padre era delito grave e se ele revelasse os pecados de alguma paroquiana arriscava-se a ser repreendido pelo seu bispo e mesmo a ir para o Inferno. Por isso as mulheres (e os homens) não receavam conta-los, pois tinham a certeza de jamais seriam divulgados. É claro que se pecava tanto ou mais do que agora, sobretudo no que toca a pecados sexuais, mas o que se passava na alcova não vinha para a praça pública. As coisas mudaram e muito; e hoje as meninas e senhoras (e os homens) contam tudo; já não ao padre (que guardava segredo) mas nas páginas das revista femininas com tiragens de dezenas ou centenas de milhar. Contam, sem pudor, as fraquezas da carne e os vícios sexuais mais abjectos. Fazem-no sob a forma de «consultas de amor» com uma liberdade de conceitos e de linguagem que nos deixa de boca aberta. Todos conhecemos essas secções pois são o atractivo de tais revistas. Coisas assim:«O meu namorado gosta que eu lhe faça sexo oral e eu também não desgosto de o fazer, mas acho o sabor do esperma muito desagradável. Embora saiba que ele é uma pessoa muito limpa, não consigo vencer a repugnância e custa-me engolir. Só não lho digo por vergonha e para que ele não me ache uma moça muito antiquada. Que devo fazer?».A consultora, responsável pela secção na revista, responde:«Não há razão para se sentir envergonhada. Há muitas mulheres a quem isso acontece e, realmente, o sabor do esperma varia de homem para homem. Mas não se preocupe que, se insistir, o que agora lhe repugna, tornar-se-á agradável e até desejável».Isto pode parecer incrível aos leitores de boa formação moral. Nós achamos simplesmente curioso, sobretudo o facto de a consultora dizer que «o sabor do esperma varia de homem para homem». Supomos que ela seja uma provadora emérita e experimentada. (Nota: Tão rápida caminha a engenharia biológica que um dia os homens produzirão esperma com sabor a morango ou a framboesa, à vontade das suas amadas.)
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