segunda-feira, junho 12, 2006

Xquim Brás ao Poder!

Conterrâneo Ministro do Trabalho e da Segurança Social do céu

"Encontrei o Boletim Flores sobre a Terra e com muita fé e confiança recorri a Monsenhor Joaquim Alves Brás e fui atendida, por isso venho agradecer a graça recebida. Tendo dado ao meu marido um AVC, eu não podia sozinha dar-lhe a volta, então pedia ao Servo de Deus que a minha filha obtivesse a reforma para me poder ajudar e, graças a Deus, conseguiu.
A segunda graça é a seguinte: tendo contratado uma funcionária e estavam a acontecer coisas que me desagradavam, mas eu não a queria despedir para evitar conflitos, mas Deus encarregou-se de o fazer.
Por isso dou graças a Deus e ao Monsenhor Joaquim Alves Brás como tudo se passou. Obrigado Senhor. Ofereço 20 euros para a Beatificação do Servo de Deus.
Conceição Borgas - Lisboa"

(in FLORES SOBRE A TERRA, boletim para a causa de beatificação de Mons. Joaquim Alves Brás. Nº46 Abril/Junho de 2006)

È de louvar a atitude do nosso conterrâneo “Juquim” na distribuição de reformas. Um acto digno de um Caseguense! Porém já não posso gabar a atitude do seu superior hierárquico…
-Porra, ó Javé, então mas agora andamos a despedir a malta é? Assim não pá…é claro que está mal, isso não é bem governar…
Porque é que não pedes ao Xquim Brás que te de uma explicaçõezitas de “Arte do Bem Praticar”? Aproveita e leva também o Sócrates e o Cavaco!
O Xquim sim, esse é que governa bem, distribui reformas e merece ser então Beatificado. Merece sim senhor os 20 euritos, eu também queria enviar, pois não sabia que as beatificações estavam em saldos! Agradecia que alguém que tivesse a direcção do nosso querido conterrâneo fizesse o favor de ma enviar para o meu mail arrocho@sapo.pt.
Vamos todos unir-nos e criar o movimento “Quim Brás ao Poder”, pois quem anda por aí a despedira pessoas a torto e a direito, não merece governar! Ora vejam só, coitada da mulher…
-Ó Quim, se também lês o blog, atende lá a minha prece e arranja lá também uma reforma para a senhora que ficou desempregada e já agora outra para mim, que eu logo te envio o Money. É 40 as duas não é?

Um abraço nesses ossos deste teu amigo Almocreve e até um dia destes!

domingo, junho 11, 2006

AI SE EU FOSSE MENINO ! ...

De vez enquando faz -nos bem ler um pouco de poesia. Para além de nos elevar um pouco e fazer bem à alma, também apura o nosso sentir. E porque não também escrevê-la? É absolutamente essencial, por vezes, cortar com as nossas rotinas diárias. E o meu "Relax" é mesmo a poesia. E porque não postar aqui também música e harmonia?
Este poema, embora um pouco virado para o passado é muito da consciência colectiva por que passaram muitos de nós. Não foram momentos ou vivências tristes. Casegas, nesse tempo, apesar dalguma pobreza e da dureza da vida, consequência também do fascismo e que todos na pele sentiamos, era bem mais sentida. No antigamente na vida, além da envolvente natureza e da sua beleza, a convivência entre a juventude era bem salutar. E este poema é muito dessa alma, desse sentir.



Ai se eu fosse menino ...
Se eu fosse criança ...

Nesta Primavera,
Sofregamente, eu correria pelos campos fora
No ervaçal me envolveria
E por entre pampilhos e leitugas
Me deliciaria com o sabor acre das azedas

Ai se eu fosse menino ...
Se eu fosse criança!
Nesta Primavera ,
Me embrenharia por entre o cheiro forte
Da urze, do rosmaninho, das giestas e carqueijeiras
E removendo a terra bem junto das estevas
Deleitar- me- ia com o resinífero sabor de pútegas

Ai se eu fosse ... Se eu fosse menino!...
Nesta Primavera ,
Pediria: Mãe, hoje não ...
Hoje não me mandes deitar a água da presa

E vestido com a minha nudez,
Perto do bater da roupa pelas lavadeiras, e das barrelas
No Portal do Meio, nas suas águas me refrescaria

E, bem já pela tardinha ...
No SQUEIRÔ ou na EIRA,
Nas covinhas da terra batida,
Com os outros meninos,
Ao jogo da berlinda brincaria.

Tonho, 12 de Junho de 2000

Momento relax...


Tem opinião formada acerca da liberalização das drogas leves e da não proíbição do consumo de tabaco?

sexta-feira, junho 09, 2006

As sextas no Restaurante Ovelhita...

Un dia de Noviembre - Leo Brouwer

(André Vaz)

Motivo Barroco- Celso Machado

(André Vaz e João Clemente "Papa")

Tzigane-Jean Gauffriau

(André, João e Edgar)

Desculpem lá a publicidade, mas um pouco de boa musica também faz bem de vez em quando. Ainda mais quando se trata de alunos de um Caseguense a interpretá-la, o meu “caro amigo” João Magalhães.
Uma maravilha! Terríveis os putos…

quinta-feira, junho 08, 2006

S.O.S.


Encontra-se desaparecido desde Domingo (16:30) da aldeia de Vales do Rio este Senhor que vêm na foto. Ele tem manifestado perdas de memória e as buscas feitas pela GNR e outros ainda são inconclusivas. Pelo facto ainda não se pôs de parte a possibilidade de ele estar perdido.À data do desaparecimento vestia uma camisola de malha fina cinza clara e calças de ganga azuis.Assim, caso alguém se cruze com ele é favor contactar as autoridades.Pedia também a quem tem blogs na região que divulgasse este desaparecimento.

Silhas



Para os mais novos, "Silha" é uma palavra um pouco estranha ou até longínqua, alguns já ouviram falar de um tal de "Vale das Silhas", lá para os lados do Pigeiro, bem no limite de Casegas, mas já não sabem o que essa palavra quer dizer ou melhor dito o que ela nomeia.
A Silha, era uma construção, para resguardar as colmeias dos texugos e raposas que iam ao mel. Se consultar-mos a Enciclopédia ou outros registos sobre Casegas ficamos a saber que um dos seus rendimentos principais era o mel e o mel, ou melhor , as colmeias tinham que ser protegidas e orientadas em relação com o sol, para que as abelhas trabalhassem o máximo e então rendessem também em produção. Tanto o Pigeiro como o vale das Silhas estão orientados a Nascente e são territórios de muito mato de flor que dá um optimo mel. As imágens que junto são de duas Silhas no Pigeiro Grande. Infelizmente, não têm colmeias em produção. Outra curiosidade do Pijeiro, era que lá existia um núcleo de sobreiros, que os incendios já devoraram e cuja cortiça se destinava a fazer os cortiços de toda uma grande família. Que hoje deve andar perto dos cento e muitos descendentes. E o mais certo é que uma grande percentagem deles não sabe destas histórias.

quarta-feira, junho 07, 2006

Pato com Molho Branco


O marido chega a casa às 18h e cansado diz à mulher que tem uma reunião ás
22h mas que não quer ir porque considera isso um abuso!
A mulher preocupada com o marido convence-o que o trabalho é importante.
O marido vai então tomar um banho para se preparar e pensa: " foi fácil
enganá-la! "
Como todas as mulheres, quando o marido entrou na casa de banho, ela
revistou os bolsos do seu casaco e encontra lá um bilhete que dizia o
seguinte:
"Amor, espero-te para jantar. Vai ser pato com molho branco!
Beijão Ana!"
Quando o marido sai do banho encontra a mulher toda sensual e fogosa e
começa logo a rolar um clima.
Ela dá-lhe um tratamento tão bom que ele adormece.
Quando chega a hora, a mulher acorda-o mas ele já não quer ir à "reunião"
mas a mulher mais uma vez convence-o a ir.
Quando chega a casa da amante o homem cansado diz-lhe que trabalhou muito e que só quer tomar um banho e descansar um pouco.
Como todas as mulheres quando o amante entra no banho ela revista os bolsos
do casaco e encontra um bilhete que diz:
"QUERIDA ANA:
O PATO FOI, MAS O MOLHO BRANCO FICOU CÁ TODO!!!!!!!!

BEIJÃO. A ESPOSA"

Novo endereço

Para quem aínda não reparou, o endereço no nosso link de envio de queixas ao asno, situado na barra de tarefas, foi alterado, sendo o mesmo aplicado ao "MSN messenger" (quem já tiver, terá de trocar). Desta forma, o endereço do asno passa a ser o seguinte:
asno.casegas@gmail.com

Saudações asininas.

terça-feira, junho 06, 2006

06/ 06/ 06, a data do numero da besta (nº666)

Pensavam que me tinha esquecido da data?
Mas enganaram-se! Não me ía esquecer das parentes bestas de carga e das outras que estão descritas abaixo.
Iao Braxa
(Animal demoníaco, na mitologia Persa, onde é descrito como um cruzamento entre um dragão de duas pernas e uma serpente com cabeça de galo ou de burro. O seu nome significa « o ser supremo». Desde a Antiguidade até à Idade Média as gemas, pedras semipreciosas artisticamente lapidadas com a figura de Abraxas eram tidas como poderosos amuletos. Será este O Criador?)

Lobisomem

Metade homem, metade lobo tem as suas origens na antiga crença pagã da Grécia. Na lenda popular o Lobisomem era perigoso e perverso na sua forma animal, massacrando animais e devorando crianças; durante o dia porém, não passava de um inofensivo aldeão. Temos em Casegas um cruzamento da sua espécie, durante o dia é um mero capataz, durante a noite um agente da pide.

Chupa Cabras
(Nome dado a um suposto ser ou monstro que ataca e mata animais, tirando todo o seu sangue e causando mutilações bastantes especificas, geralmente na região dos olhos e da boca.
O nome parece ser originário do México, mas o fenómeno repete-se em toda a América. Existe um cruzamento desta espécie em Casegas, o "Monta Cabras", que não chupa as suas presas, apenas as monta, deixando-as atordoadas e apaixonadas. Com estes estranhos seres, costuma coabitar outro tipo de besta com tendências semelhantes, que pratica os mesmos actos, substituíndo a Cabra por crianças inocentes, ficando este tipo de besta rara, impune)

Lucifer

Príncipe dos demónios, seu nome significa " Estrela da Manhã ",sem dúvida pelo esplendor de sua presença. É um dos mais belos dentre os anjos caídos, e sua formosura é especialmente melancólica, com uma sombra de dor que cobre continuamente a suavidade de seus traços . Costuma-se dizer que nesta característica reside a chave de sua sedução já que não há nada mais irresistível ao coração humano do que o sofrimento unido à beleza . Existe na filosofia muçulmana sob o nome de Iblis ou Eblis , exerce poder geográfico sobre todos os países da Europa .Sua personalidade é sempre tranquila e segura de si um verdadeiro aristocrata e estrategista por natureza ,mesmo quando irritado mostra-se calmo sendo assim bem diferente de Satan , na verdade muitos acham que os dois são duas caras de uma face só. Temos também um exemplar desta espécie em Casegas. Muda de religião com frequência. Quando raramente se passeia pelas ruas de Casegas é uma simpatia, mas a agir nos bastidores é uma autêntica besta poderosa bípede, destruídora de aldeias inteiras.

Também poderia falar nestas, mas são um exclusivo do "Mafia da Cova".

segunda-feira, junho 05, 2006

Os famosos...

Feijões com Couves

Um bom molhe de Couves-galegas
Feijão Vermelho (pode ser usado feijão catarino e substituição)
Cenoura
Cotovelinhos ou esparguete (partido pequenino)
Orelha de Porco
Chouriço de Carne
Morcela de Arroz de Casegas (temos hoje, quem fabrique e venda boa morcela de arroz em Casegas)
Farinheira
Chispe (podemos também usar ossos do espinhaço, rabo de porco, etc.)
Entremeada (se bem que a que o meu avô utilizava, era um toucinho mais para o gordo que para o entremeado, antigamente os porcos de pia era muito mais gordos, mas também mais saborosos)

Coloque-se o feijão a demolhar e temperam-se as carnes com sal, com um dia de antecedência.
Coloque, as carnes e o enchido a cozer numa panela com água temperada de sal (ter em conta que a carne já está temperada).
Junte-lhe o feijão e deixe cozer (esta processo de cocção requer alguma experiência em cozinha, uma vez que os ingrediente têm tempos de cozedura distintos)
Verifique se o feijão está quase cozido e entretanto o enchido já está cozinhado e pode ser retirado.
Junte as couves cortadas em Juliana grossa (tiras de 1cm aprox.) e a cenoura cortada em quatro, no sentido longitudinal, e posteriormente, "migada" em pequenos triângulos.
Logo que a couve e a cenoura estejam quase cozidas, junte a massa e mexa para que não agarre ao fundo. E deixe cozinhar.
Rectifique o tempero escorra o “entulho” com uma escumadeira deixando ficar algum, que irá dar origem a uma deliciosa sopa: o “Caldo do Cimo e do Fundo”.
Sirva os feijões com couves temperados com o bom azeite de Casegas e com as carnes e enchidos trinchadas, regadas com um pouco de caldo da cozedura.

Sugestão: Em Casegas, os feijões com couves também são muito apreciados com sarinha assada...tudo regadinho com azeite...Hummm, já andava...!

Nota: Há quem opte por não por massinha, eu pessoalmente gosto, fica o prato mais agradável ao paladar e á vista!
Para os menos experientes, cozam a tudo por partes, ou cozam a carne com antecedência e depois utilizem o caldo de carne para cozinhar os restantes ingredientes. O importante é usar o mesmo caldo, ficando desta forma com os sabores mais concentrados e com um caldo mais nutritivo.
Não tenho foto,mas da próxima vez que fizer, tiro e coloco depois. Se alguém fizer antes e quiser enviar, agradecemos todos!


Bom apetite!

sábado, junho 03, 2006


E HÁ MAIS E MUITO MAIS
DO SQUEIRÔ E DA EIRA .


Justificava-se efectivamente alguma intervenção nesta parte central da aldeia. Mas foi-se longe de mais, pelo menos na EIRA e no SQUEIRÕ. Não sabemos se o assunto foi efectivamente discutido em Assembleia de Freguesia, ou apenas se tudo aconteceu por falta de sensibilidade dos responsáveis pela governação da aldeia. O certo é que o projecto está em andamento, mas penso que talvez ainda fosse possível atenuar alguns dos erros cometidos.
Não somos contra o desenvolvimento ou pelo emblezamento das nossas vilas e aldeias, o que somos é contra o desperdício de dinheiro público, porque somos todos nós, como contribuintes, que pagamos todos estes desmandos. E era bom que os verdadeiros responsáveis fossem aceitando estas e outras críticas. Ninguém nasce ou é perfeito e é mesmo bom que nem o chegemos a ser. Para se estar de cabeça erguida na vida, com moral e alguma ética, é absolutamente essencial escutar, saber ouvir e conviver com a crítica.
E não estamos aqui para destruir a obra, estamos aqui apenas a afirmar que ninguém é perfeito, mas também humildemente devemos aceitar e corrigir os erros. E a EIRA e O SQUEIRÔ, gente da MINHA RUA e da EIRA, merecia mais respeito. Qualquer pessoa da aldeia, e não é preciso estudos para avaliar a obra, bastando a experiência da vida e o sentir da nossa aldeia, sabe que algo de errado está neste projecto de arquitecto, que só podia ter sido feito por quem não é da aldeia e talvez nem mesmo da Beira.
Tonho


A CURVA DO CARPINTEIRO VISTA DE OUTRO ÂNGULO

JÁ NÃO TEMOS SQUEIRÔ

NEM BEIRA NA EIRA

PORQUE, POVO DA MINHA ALDEIA,

ESTES TRAÇOS, ESTA CURVA,

PORQUÊ ESTA ARQUITECTURA?

Tonho

O SQUEIRÔ E A EIRA




Quando eu era menino
Eu compreendia,
Sim, eu compreendia,
Que A MINHA RUA,
Fosse mesmo de TERRA NUA

Como todas as RUAS da BEIRA,
O SQUEIRÔ e a EIRA
Só poderiam ser de TERRA CRUA

Sim eu compreendia,
Que a MINHA RUA e a EIRA
Fossem de terra batida
Lamacenta com a chuva
E como todas as RUAS DA BEIRA
Sim, eu compreendia
Que os meninos da minha ALDEIA
Brincassem à BILHARDA!
Ao CALHOTE ou ao SALTIVÃO!
Ou que nas covinhas na EIRA
Brincassem ao jogo da BERLINDA

SIM SENHOR, EU COMPREENDIA! ...

O que hoje não compreendo,
POVO DA MINHA ALDEIA
São os traços da MINHA RUA
Os da “NOVA” ARQUITECTURA .

Tonho

sexta-feira, junho 02, 2006

Brigada Dumper Trash & Fred volta à carga!


É verdade, acabadinha de chegar à redacção esta noticia!
Chegou-me há pouco ás orelhas que á brigada Dumper, Trash & Fred, levou a cabo uma mega operação de extermínio de serpoeiros das velhotas de Casegas! Olhem que nem a propósito, ainda á uns dias o À Manjedoura nos falou tanto dessa espécie tão querida por nós, que é o serpão para depois ser assim tratada.
Recebemos esta triste notícia com o maior pesar.
Parece (dizem as velhotas), que a brigada Dumper Trash & Fred anda pelas ruas de Casegas a pulverizar herbicida indiscriminadamente por tudo o que é planta.

Aproveito, para deixar um recado ao Sr. Fred que ao ser confrontado e alertado pela funcionária do posto médico para a eminência do encerramento do posto médico de Casegas, não teve mais uma vez papas na língua, saindo-se com mais um dos seus já típicos resmungos de quem tem a fala rápida demais para o pensamento:
-“Vai-te queixar aos da Internet!”
Pois então digo-lhe Sr.Fred, que blog, está cá para ajudar quem precisar no que for preciso e não SÓ AOS AMIGOS (doutrina defendida por Vossas Excelências), por isso caso entenda manifestar os seu desagrado a um eventual encerramento do posto médico, faça ao favor de pedir à funcionária da Junta que o ensine a escrever naquelas televisões com muitos botões que recentemente adquiriram para a sede e envie-me um mail com o seu manifesto, que eu publico! Ou então dite, que isso o senhor sabe fazer bem (mal): “ditar”.
Querem ver que qualquer dia o blog está na presidência da Junta…? Já nos é remetido o serviço da sua competência…Arre que ainda os há!

A máfia que perdoe o plágio, mas é por uma boa causa

Em que é torrado o nosso pilim:
http://mafiadacova.blogspot.com/2006/06/pj-caa-autor-de-blog-contra-figuras-da.html

A resposta:
http://mafiadacova.blogspot.com/2006/06/aos-gosmas-anti-mfia.html

lol

HIIIII-ÓÓÓÓÓ´!!!

Povoado de Santa Teresinha 2



Amigos do Blog, enviaram-me algumas fotos actuais do sítio(as minhas foram tiradas depois do incendio). Mesmo com a vegetação consegue ver-se o que parece a muralha de um povoado. Luciano, tens de levar la o tipo do IPA.

António Aleixo e Casegas


Comparando esta fotografia com a outra mais antiga publicada no blog, podemos ver que existem algumas diferenças no edifício. Na foto antiga podemos ver janelas e ameias que já não existem, assim como o desenho das janelas era todo diferente, a fujir para o neo-gótico. O projecto original da igreja, que descobri em péssimo estado, numa sacristia da igreja e que espero que esteja mais bém guardado do que estava a Bula Papal (que também descobrí no meio do chão da antiga casa paroquial), da última vêz que a vi.
Posso um dia falar do pretenço Museu e das barbaridades que por lá se fizeram se tiver pachorra para isso.


Pára-raios nas Igrejas
Para mostrar aos ateus
Que os cristãos por mais que o sejam
não acreditam em Deus

(António Aleixo, in "Este livro que vos deixo")

P.S.
Já agora, não se podem voltar a programar os toques de sino? É que o Tio Zé Reis sempre tocou mal e podiam pedir ao Fernando João para tocar os toques para a máquina "aprender", é que da maneira que está, sempre que os oiço parece que mudei de aldeia...(Além do mais, os Sinos mais do que à igreja, pertencem à comunidade e têm um uso público para sinalizar várias coisas. Neste momento duvido que alguem conseguisse tocar a rebate, que é um toque de urgencia sem perder meia hora ou mais).

quinta-feira, junho 01, 2006

...se o prometido é de vidro, então é para cumprir! Para os amigos...

Eu disse que sabia o que fizeste, não disse?
Mais uma vez o “Casegas vai Nua” em cima do acontecimento.
Então cá vai, lembram-se de quando andaram a “borrar” as ruas de alcatrão nos Plomes e também os carros das pessoas, que ao reclamarem levavam uma roda de “anti-progressistas”?
Então não é que o capataz da brigada “Dumper Trash and Fred”, voltou a fazer das suas?!









Então eu passo a contar:
Era uma vez uma senhora idosa a quem há cerca de 8 anos foi “borrado de alcatrão” o largo á beira de sua casa e também a quem foi prometido um subsídio para reparação do telhado (mais uma vez em véspera de eleições).
Então vamos por partes:
(Parte I) Sua Competência o Nosso Querido Presidente, prometeu á nossa idosa, a condução do processo de candidatura a um subsidio para a reparação do telhado, penso que na altura através do PERID (Programa especifico de Recuperação de Imóveis de Degradados), que subsidia até 3000€, salvo erro, os custos das obras. Até aqui tudo normal…até que sua incompetência resolve meter o “bedelho” para arrebanhar mais um votosito! Conclusão: processo foi mal conduzido, não foi remetida toda a documentação requerida…e vai daí que a nossa idosa que gastou mais de 2000€ (mais de 400contos), acaba por receber como prémio de consolação cerca de 50€ (menos de 10 contos). QUE BURLA MEUS SENHORES! Não é assim que se tratam os idosos, penso já ser bastante aterrorizá-los em vésperas de eleições com ameaças de encerramento do Centro de Dia (caso os senhores não ganhem).
(Parte II) Outra vez a mesma senhora idosa, a quem foi “borrada de alcatrão” um pequena eira junto de sua casa, teve a infelicidade, de derivado ás obras, começassem a haver infiltrações de água para o interior do edifício, e isto já lá vão 8 ANOS!!!









- E perguntam muito bem.
Então cá vai mais palha: Um membro que actual lista, vizinho da senhora idosa, necessitou de cobrar o jeitinho de entrar na lista tal qualquer empreiteiro de meia tigela ou “tachista” que se preze e está no seu direito. O membro daquela lista de “amigos” que nunca mais acabava (lembram-se?), necessitou de disfarçar uma rampasita, pois raapava no chão com o eixo do moto cultivador e de colocar umas grelhas ali junto de sua casa. Isto tudo, nas barbas da senhora idosa que mal apanhou o nosso capataz e regedor se dirigiu a ele com o fim de reclamar a situação discriminatória:
-Olha lá, ó Fred, quando é que me arranjas esta cena meu? Olha que vem lá o Inverno e enche-se-me a loja de água, e já reclamo há 8 anos! Olha que eu vou fazer queixa á “Cambra” (onde já tinha ido pelo mesmo motivo em 2001)!
- Ande vá vá, leve o Álvaro (note-se que a senhora desloca-se sempre sozinha á “Cambra”. Mulher de Cojones!)!
Mas Fred não ficou por ali e mais retorquiu:
-Olhe, sempre a tive como um mulher bem-educada, mas vejo que é uma malcriada!
PIMBA!! Toma que já embrulhaste! Quem a mandou reclamar?
(Um pequeno aparte: Mas ó Fred, tu ganzas-te ou que? Também gostavas que falassem assim para a tua mãezinha?)
Aaah, mas a nossa idosa é das rijas…No dia seguinte agarrou nas perninhas, meteu-se no “tócarro de manhen e foi á Cambra que a tratam lá muito bem”. Sabe-se que a obra foi visitada por um fiscal, que averiguou a situação. Vamos ficar a aguardar o desfecho, que esperamos que seja o melhor.
Moral da história e fazendo jus a mais um dos provérbios de Casegas: “Come, cala-te, e não bufes”.
O “Casegas Vai Nua”, sempre ao serviço da comunidade e principalmente dos mais fracos e oprimidos.

Cruzeiro, fontes, direitos de autor e egos inchados






mandam as regras da deontologia, que sempre que se copia alguma obra e se substitui um original por uma cópia, se diga que estamos perante uma cópia feita em tal data para substituir o original de determinado autor, por este, original, se encontrar em estado de não poder ser recuperado. Também deve ser indicado o nome da(s) pessoa(s) que efectuou a cópia. Mandam as regras do bom senso que não se devem reinaugurar obras. às pessoas com o ego maior do que o mundo deve pedir-se-lhes que façam novo, que não inaugurem velho.
No caso do Cruzeiro:
O cruzeiro original, era o cruzeiro que marcava o cimo do cemitério velho (no lugar onde hoje é a Casa do Povo), junto ao muro do alvar (onde hoje estão os baloiços) e era junto dele, numas pedras que ali estavam para o efeito, que se pousava a tumba e se resava o último "Pai Nosso" por alma do defunto antes deste recolher à terra(informações do meu primo Joaquim Vaz). Quando da construção do camitério novo, o portão velho foi para o novo e o cruzeiro foi para o adro para marcar o lugar onde tinha sido a igreja. Ali permaneceu, em cima de uns degraus de cimento e pedra, até que num dia de festa, já nos anos sessenta, atarem uma corda à parte de cima do cruzeiro, para porem um toldo a fazer sombra à banda. Durante a festa, um rapaz pendurou-se na corda e o cruzeiro desmoronou-se. As pedras do cruzeiro foram para junto do cemitério, onde foram sendo, aos poucos, saqueadas para portas de forno e alambiques. Sempre se falou em recuperar o cruzeiro, mas nunca se havia conseguido juntar vontades e dinheiro para tal. O cruzeiro tal como está, deve-se à vontade da Fernanda, mais do que a todas as Juntas passadas, presentes e futuras. Sobre este cruzeiro, só posso dizer que está bem, mas devia-se ter tido mais cuidado com alguns pormenores. A localização anterior tinha que ver com o centro da antiga igreja que se quiz assinalar e não com o centro do largo. Ele neste momento é simplesmente decorativo. Os trifólios que marcam o final dos braços da cruz foram feitos noutra pedra e colados e não há colas de pedra que durem sempre (eu tinha dito à comissão para terem cuidado ao fazerem a encomenda que era possivelmente isso que eles iam fazer mas que não quizessem e que puzessem no contrato que as pedras tinham que ser inteiriças)podem vir a dar problemas com o tempo. Quanto aos degraus, fizeram bem em não fazer de cimento como os originais e usar as pedras que sobraram da demolição da capela de Santo António. Escusava-se a placa de inauguração, ou a colocar-se alguma coisa que se tivesse optado pela parte de trás.
No caso das Fontes:
Que se recupere o que está degradado, é mister que uma Junta de Freguesia deve empreender sem desculpas e sem tentativas de louros. Só está a cumprir a missão para que foi eleito. Está tudo bem? Pela amostra nem tudo está bem. O verde dos azulejos antigos era outro (era um verde escuro, sendo as gradações de claro escuro obtidas pela diluição da tinta e não pela aplicação de outro verde mais claro, como os azulejos da igreja que são de um só azul, Aliás seguindo a tradição da azulejaria antiga ) e não tinha mistura de outras cores.
Estes novos, não indicam que são uma cópia, o que é grave. Estarem assinados e com o nome da fábrica já não é mau, o que lhes dá mau nome é dizerem que foram eles que fizeram (quando foi um artista em 1949). Outro aviso: são azulejos para interior ou são azulejos preparados para exterior? Se são azulejos para interior o que se vai passar é que o frio do inverno e as infiltrações de àgua vão, com o tempo, destacar a camada de pintura vidrada e esta vai saltar, como se vêm em várias varandas de Casegas. Já agora, esqueça a placa de inauguração, até porque a fonte tem escrito nos azulejos a data de 1949.
P.S.
Se por acaso lhes passou pela ideia de mudar o nome à Rua da Eira para a novel Alameda Carlos Pinto, lembro-lhes um episódio que se passou em casegas a seguir ao 25 de Abril de 1974. No tempo da outra senhora, resolveram as cavalgaduras da Covilhã vir a dar nomes às ruas de Casegas. Todas as figuras, figurinhas e figurantes do regime tiveram direito a rua, quelha ou beco. Já no tempo da LIBERDADE, juntaram-se os poucos músicos que ainda restavam da antiga banda e com o povo deram uma ruada e por onde passaram as placas foram partidas voltando as ruas a ter os nomes que sempre haviam tido. Fica para lembrança que a única placa do antigo regime que se mantém é a Rua Monsenhor Alves Brás, por motivos obvios. Para bom entendedor...

1 de Junho, dia Mundial da criança


Vamos todos relembrar os direitos da criança, nunca é demais, porque por vezes caiem no esquecimento ou simplesmente são ignoradas como foi o caso da Criança da foto[Declaração dos Direitos da Criança]