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quinta-feira, outubro 16, 2008

E o Caseguense, também ignora?

Reflexos da fome

Nesta imagem que criei gostava que a tecnologia permitisse que cada uma das pessoas que lê este post ai visse a sua cara reflectida. Isso para que cada um ganhasse a consciência que aquela fotografia podia ser dele se tivesse a pouca sorte de nascer no local errado na hora errada. Só de 2007 para 2008 o número de pessoas que sofrem de fome no mundo aumentou em 75 milhões (de 850 para 925 milhões de pessoas). No século XXI, o século das tecnologias, dos aviões, das comunicações aceitamos que a cada 2 segundos morra uma criança de fome, desidratação, maus-tratos ou por falta de assistência médica.
As Nações Unidas afirmaram ser necessários 30 mil milhões de dólares para duplicar a produção alimentar e eliminar a fome. Parece muito dinheiro, mas quando vemos os governos gastarem muitas vezes estes mil milhões para salvar um banco, ou os países da OCDE a financiarem a sua própria agricultura em 376 mil milhões ou 1204 mil milhões de dólares em armamento, chegamos à conclusão que a fome só existe devido à ganância de alguns e falta de empenho de todos nós. Deixarem morrer um Banco e salvarem a vida de milhões será certamente uma muito melhor maneira de gastarem o nosso dinheiro.

kaos

segunda-feira, julho 07, 2008

S.O.S. Estes já ocuparam o antigo ensaio da banda! Falta o principal...



Fazia aqui um pedido aos donos destes bombos, que ao que parece são mais que muitos:

Até que se consigam comprar ou fabricar uns bombos, fizessem o favor de (em vez de estarem guardados) emprestarem estes bombos a este grupo de jovens, com o fim de formarem um grupo de musica etnográfica.

A Casa do Povo responsabilizar-se-ia por qualquer sinistro que os bombos possam vir a sofrer, qualquer reparação e manutenção dos mesmos.

Sem bombos é que não dá para "arrancar". Ou caso alguém tenha algum encostado em casa que queira ceder, ficaríamos gratos.
Penso que um grupo musical destes será de salutar numa terra cada vez mais desertificada e menos atractiva para os jovens.

quarta-feira, maio 21, 2008

O que eles não querem que se saiba...



As 'nossas' TV´s não passam actualmente estas reportagens por não serem politicamente correctas (outra maneira de dizer 'não vamos incomodar os nossos parceiros nos negócios corruptos')

EM BAIXO UMA CRÓNICA DE UM ANGOLANO CHAMADO NINITO A todos aqueles que de uma maneira ou outra, Angola lhes diz alguma coisa, não deixem de ver e divulgar este pequeno documentário.

Esta é a realidade Angolana, não aquelas fotos de Avenidas cheias de prédios Novos e Grandes, projectos de nova Marginal e Cidade nova lá para os lados da Praia do Bispo e Corimba.
Governo de Ladrões bandidos e assassinos. O povo Angolano sofre agora como nunca sofreu. No tempo dos chamados colonos, nunca eu vi crianças a viverem nos esgotos e a comerem ' NADA ' Angola é rica mas só para meia dúzia, e hoje é recolonizada, por estrangeiros de todo o mundo. Esta definitivamente não é a Angola que os Portugueses fizeram, não é a Angola que os Portugueses queriam para todos e tão pouco é a Angola que os Portugueses deixaram, esta é a Angola da agonia, da corrupção, da desigualdade sem precedentes, da falta de vergonha e da falta de respeito pelo mais sagrado direito : A VIDA HUMANA.

ABAIXO O GOVERNO ANGOLANO. Quando os Americanos sugarem todo o petróleo, quero ver o que irá acontecer ! Estarei sempre ao lado de todos aqueles que são povo ANGOLANO, mas nunca ao lado daqueles que delapidam em seu proveito pessoal e de suas famílias, tudo o que Angola tem e que os Portugueses souberam preservar durante 500 anos. Nunca os Portugueses fizeram em 500 anos, o que os novos representates da pseudo-independente Angola, estão a fazer e fizeram em sómente 30 anos. Que vergonha meus senhores. Abaixo a propaganda falsa e hipócrisia do Governo Angolano



quinta-feira, maio 10, 2007

Toda a ajuda é pouca

Lá por as autoridades portuguesas não actuarem da mesma forma quando se trata do "Zézito da esquina" que desapareceu da rua ou até mesmo nos casos das Esmeraldas escondidas nas próprias barbas, não temos de lhes seguir o exemplo, as crianças não têm culpa.