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quinta-feira, abril 17, 2008

CARTA A SOPHIA OU O QUINTO POEMA DO PORTUGUÊS ERRANTE

NB: Pela intemporalidade que oferece, o canto de Manuel Alegre serve de poética a gerações diferenciadas mesmo pela ideologia. Recusamos, ontem, o país que nos era oferecido. Recusamos hoje um país que referencia uma mera democracia formal, continuando, assim, a oferecer à generalidades dos seus cidadãos uma vida sem dignidade.

Querida Sophia: como os índios do seu poema
também eu procurei o país sem mal.
Em dez anos de exílio o imaginei
como os índios utópicos também eu queria
um outro Portugal em Portugal.
Mas quando regressei eu não o vi
como eles me perdi e nunca achei
o país sem mal

Talvez a própria vida seja isto
passar montanha e mar sem se dar conta
de que o único sentido é procurar.
Como os índios do seu poema eu não desisto
sou um português errante a caminhar
em busca do país que não se encontra.

Do "Livro do Português Errante"

M. Alegre

in blog REGINOT

domingo, abril 13, 2008

Cantam bem...


Desde a entrada em vigor da nova lei do tabaco que todas as manhãs, tenho de deixar o que estou a fazer para me dirigir a uma sala que a empresa onde trabalho arranjou para fumar o meu cigarrinho. Ia comecar a falar o Alberto Martins pelo PS no debate quinzenal com o Promeiro-ministro. Ouvi-o a ele e ouvi depois o discurso-resposta do Sócrates. Ambos tentaram justificar o novo contrato com a Aeronorte, que como disse num post anterior tinha sido condenada por tentativa de lesar o estado em mais de três milhões de euros, e a ida do Jorge Coelho para a Mota-Engil , empresa que tutelou como ministro. Ambos tentaram dizer que tudo tinha sidi feito de acordo com a lei e que não aceitavam criticas morais. Eu, como mero cidadão, não me posso esquecer que as leis de que falam são leis feitas pelo poder politico que agora justifica a legalidade daquilo que se passsa com essas leis. Fazem as regras do jogo, um jogo que só eles podem jogar e onde nunca podem perder (Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte e esta gente é artista nestes jogos). Recusam a critica moral , a critica dos valores e da sériedade porque aí não têm onde se agarrar. Na politica comi muito bem se diz, quem por lá anda tem de ser como a ulher de Cesar. Não lhe basta ser honesta, tem de mostrar que o é, coisa que esta gente parece recusar fazer. Eles lá sabem porquê.

por kaos

quarta-feira, abril 02, 2008

VERGONHOSO!

O PAÍS INTEIRO PRECISA DE SABER......

Com 46 anos...

Inapto por Junta Médica... Hein!

... Diz-se ainda que com reforma de 35000 € mensais...

O nosso problema continua a ser a distribuição de riqueza...

O problema não está só nos funcionários públicos... O tempo o dirá...

Afinal foram só..... 9732 milhões

As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas.

Afinal há quem não se queixe das mesmas.
Ontem mesmo, em carta enviada ao Público,
Paulo Teixeira Pinto indica que passou "à situação de reforma em função de relatório de junta médica".
Certamente ainda mal refeito da forma como foi corrido do BCP e da Opus Dei, este banqueiro de
46 anos foi considerado inapto para o trabalho, apesar de já ter arranjado um cargo numa consultora financeira.


Teixeira Pinto nega ter recebido 10 milhões de euros de "indemnização pela rescisão do contrato" com o BCP, garantindo que apenas recebeu a "remuneração total referente ao exercício de 2007": 9.732 milhões de euros em "compensações" e "remunerações variáveis".

Estas juntas médicas são as mesmas que recusam reformas a Professores com Cancro.
....Mas o Governo não sabe disto ?
Façam andar até isto chegar a alguem......

quarta-feira, março 26, 2008

PS abre campanha eleitoral!

Governo vai baixar IVA 1 ponto percentual.
...15 dias depois de Sócrates ter afirmado que quem pensa em baixar impostos é irresponsável leviano. E de o labrego do Vitor Constâncio dizer que não vai ter efeito nenhum nos bolsos (menos nos dele talvez) dos portugueses.

Coisas de mentirosos compulsivos

É bom lembrar que Sócrates, como medida de combate à obesidade, havia baixado o IVA nos Ginásios, de 21% para 5%, mas o que aconteceu, foi que os meninos dos ginásios, mantiveram os preços e alambazaram-se com a diferença.

É caso para dizer: Somos pobres, mas fisicamente honrados!

Resta saber como vai Sócrates garantir que os seus compinchas não vão engordar mais uma vez à custa do Zé Povo.

PELO DIREITO À ÁGUA - POR UMA GESTÃO PÚBLICA DE QUALIDADE


Clique na imagem para assinar a petição

terça-feira, março 25, 2008

Vejam só quem se reformou agora aos 50 aninhos!...



*Caixa Geral de Aposentações**
Mais outra de outro!! Contra estas e outras do género é que nos devíamos insurgir de verdade!... Marques Mendes - Novo Pensionista ! Aos 50 anos de idade e com 20 anos de descontos como deputado, Marques Mendes acaba de requerer a Pensão a que tem direito,no valor mensal vitalício de 2.905 euros mensais. Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva.

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir asmoscas..."

Guerra Junqueiro escrito em 1886
Parece que merecemos esta sina...

quinta-feira, março 20, 2008

Politicas sociais que cheiram mal


«À partida seria uma boa notícia para quem tem que comprar medicamentos: o Governo decidiu baixar em 2007 o preço dos fármacos em seis por cento. Mas agora é o próprio presidente do Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed), Vasco Maria, quem reconhece que os doentes não beneficiaram daquela descida. Os ganhos ficaram todos no Estado, que, enquanto baixava o preço final, cortava também na comparticipação que está a seu cargo na generalidade dos medicamentos.» IN “Portugal Diário”

Quem não se lembra desta medida, anunciada com grandes parangonas como sendo um enorme beneficio para os utentes, pelo governo e que, como se vê, nada mais foi que mais uma forma de poupança, mas para o governo. Estas são as grandes medidas sociais deste governo. Tão ridícula como o é considerar que abrir uma linha de crédito para os Estudantes Universitários possam pagar as propinas que o governo não para de aumentar é um dos exemplos daquilo que são os benefícios sociais deste governo. Fazer os jovens iniciarem a sua vida profissional, isto se tiverem a sorte de encontrar um emprego, já endividados, não me parece ser nada de muito benéfico a não ser para os bancos. Ainda hoje o Engenheiro foi ao Parlamento dizer que os portugueses com mais de 65 anos passarão a pagar só metade da taxa moderadora nas consultas. Até ele teve de reconhecer que a medida serve pouca gente, já que 80% destes idosos já estavam isentos desse pagamento. Não critico a medida, é certamente boa, mas não será hipócrita ser tomada por quem durante estes anos não parou de aumentar essas mesma taxas e criou muitas outras? Dá a ideia de que nos vieram roubar o prato de comida, para depois nos atirar um osso com grande pompa e circunstância da sua benevolência. Eu por mim dispenso este tipo de favores, mas também de politicas do Engenheiro.

kaos

terça-feira, março 18, 2008

Antes depois e agora II



Lembra-se?
Se não lembra
Não faz mal
A esta parte está tudo igual

A merda é a mesma...
Mudou o cheiro?

Antes depois e agora

Depois...Comício de Sócretinos no Porto...

Manifestação de professores
(Milu: "De quem? Não vi nada!")



Antes depois e agora...começam a dar nas vistas.
Quando o povo se manifesta, ficam nervosos...

Estes gajos andam doidos!!!


Nunca fui admirador dos “piercings” e até sempre me fez alguma confusão andar a furar a língua, a cara e sei lá que mais. Pretende-se agora proibir a sua colocação em alguns locais do corpo (língua por exemplo) a toda a gente e em qualquer local do corpo, bem como o fazerem tatuagens, a menores de 18 anos (mesmo com autorização dos pais). O argumento, uma vez mais, é a saúde pública. Não sei qual a quantidade de casos e de problemas que a colocação de piercings tem criado, mas temo que uma vez mais estejamos diante de um abusivo ataque à liberdade individual. Isoladamente não passaria daquilo que é, mas se lhe juntarmos as actividades da ASAE no cumprimento de uma série de leis perfeitamente ridículas e despropositadas, a paranóia que tem sido feita com a lei do tabaco, tudo legislado em nome da nossa saúde, retirando-nos o direito de gerirmos as nossas vidas como muito bem o desejarmos, tudo nos transporta para um mundo onde nem de nós próprios seremos donos. Eu gosto de comer um queijo caseiro, um bolo feito no café onde não há casa de banho para empregados, e de temperar a minha comida com azeite que não venha em horríveis pacotes impossíveis de utilizar sem ficar com as mãos ensopadas em gordura. Gosto de fumar o meu cigarro e não ser olhado como um criminoso, mesmo que o esteja a fazer num local em que o meu fumo não prejudique ninguém. Gosto de sentir que sou senhor de mim mesmo, que posso escolher e não de ser tratado como um irresponsável a quem o estado tem de proibir que faça mal a si próprio.
Quantas pessoas morrem anualmente com problemas de alcoolismo? Proíba-se então a venda de álcool. Quantas pessoas morrem em desastre de viação? Proíbam-se os carros e já agora também os comboios que podem descarrilar, os aviões que podem cair ou os barcos que afundam. E toda aquela gente que anualmente morre em acidentes de trabalho, proíba-se. E os afogados? Vedem-se as praias. E os doentes que morrem em ambulâncias a caminho dos hospitais porque a urgência local foi fechada por um ministro qualquer, não deveria fazer com que se proibisse essa gente de chegar ao governo?

(kaos)

quinta-feira, março 13, 2008

O profeta da desgraça...

O Nababo

Em declarações aos jornalistas no Fórum do Diário Económico sobre Banca e Mercados de Capitais, em Lisboa, Vítor Constâncio disse que "o custo de financiamento para os bancos vai aumentar". "Até agora, os bancos não reflectiram isso concretamente, mas a continuação desta situação, se não houver uma normalização nos mercados internacionais, terá reflexos no preço a que os bancos oferecem os serviços aos seus clientes", acrescentou o governador.

Não há dia em que, quando vejo aparecer este profeta da desgraça nas televisões, sei que vêm aí mais uma maldição. Não há vez em que ele fale que não nos recite a Bíblia dos Bilderberg em homilias de louvor ao Deus do Lucro e do Capitalismo. Quem reclama para si salários milionários não se cansa de nos condenar a salários cada vez mais baixos, vem agora informar-nos que os Bancos tem toda a razão em nos assaltar ainda mais as contas. Custa a entender toda esta crise financeira, em que a ganância da banca por lucros cada vez maiores, acaba em problemas de crédito mal parado e, somos nós que temos de a pagar. Custa a entender que a Banca se queixe de problemas quando apresenta aumentos de lucros superiores a 20 ou 30 por cento. Custa a entender que queiram que sejam aqueles que perdem poder de compra todos os anos que tenham de sustentar os salários e reformas de milhões que os abutres recebem. Vai custar a entender e a aceitar vermos os custos das nossas contas bancárias aumentarem ou, quando finalmente conseguirem cobrar.nos um euro e meio de cada vez que nos dirigirmos a uma Caixa Multibanco. O Governador do Banco de Portugal devia estar ao serviço do estado, ou seja dos cidadãos, que são quem lhe paga principescamente os salários e as mordomias que recebe, e não de interesses privados e de lucros das arábias para meia dúzia de nababos.

in Wehavekaosinthegarden

Foi este mesmo sacripanta que ajudou o Sócrates a ganhar poleiro, anunciando o fim do mundo se Sócrates não nos pusesse a pedir e que tinhams de andar a pagar que nem cordeirinhos ou o mundo acabaria.
Se soubesse o que sei hoje quando este camelo foi a Casegas...ai as bogas do chão da velha, que gordinhas andavam hoje!

O tratado em 10 parágrafos



O projecto de tratado europeu, assinado em Lisboa, a 13 de Dezembro passado, pelos 27 chefes de Estado e de Governo da União Europeia, reproduz praticamente na íntegra a malograda «constituição europeia», recusada nos referendos de 2005 pelos povos francês e holandês. Tal como aquela, o presente texto atenta gravemente contra a soberania dos povos, consagra e aprofunda o capitalismo como sistema único, reduz direitos sociais e laborais ao mínimo e aponta para a criação de um império antidemocrático e militarizado, onde as decisões dependeriam da vontade de um directório restrito de grandes nações, ao serviço do grande capital e das multinacionais.

1. Tal como pretendia a dita «constituição europeia», o «Tratado de Lisboa» confere à União Europeia personalidade jurídica, lançando assim as bases para a criação de um super-estado. Neste sentido, são criados os cargos de Presidente do Conselho Europeu, pondo fim às presidências rotativas, e de Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, ao qual competirá a condução da política externa e de segurança comum da União.

2. Os estados-membros ficam comprometidos a melhorar progressivamente as suas capacidades militares e a colocá-las à disposição da União de modo a contribuir para os objectivos definidos pelo Conselho em matéria de política de segurança e de defesa. Para a promoção da escalada militarista é criada a Agência Europeia de Defesa que identifica as necessidades operacionais e executa medidas de reforço da base industrial e tecnológica da defesa. Prevendo o aumento da despesa militar dos estados-membros, o tratado subordina expressamente os compromissos e a cooperação neste domínio ao quadro da NATO ou, por outras palavras, ao comando dos Estados Unidos.

3. O âmbito das competências exclusivas da União é substancialmente alargado, passando a incluir regras de concorrência do mercado interno e a conservação dos recursos biológico do mar, para além da política comercial comum, da união aduaneira, política monetária da zona euro e acordos internacionais.

4.Incomparavelmente mais vasto é o campo das ditas competências «partilhadas», nas quais, reza o tratado, «os estados-membros exercem a sua competência na medida em que a União não tenha exercido a sua». Na realidade, também aqui, as instâncias supranacionais prevalecem sobre os órgãos nacionais democraticamente eleitos, com a agravante de poderem interferir em domínios que afectam o quotidiano das pessoas: mercado interno, política social, coesão, agricultura e pescas, ambiente, defesa dos consumidores, transportes, energia, espaço de liberdade, segurança e justiça, etc. Todas estas políticas nacionais são subordinadas às regras do mercado capitalista, garantidas por «um sistema que assegura que a concorrência não seja falseada». Dito de outro modo, os estados terão dificuldades crescentes para financiar serviços públicos, apoiar as micro e pequenas empresas, ou a economia social.

5. A Carta dos Direitos Fundamentais, documento minimalista que reduz conquistas históricas dos trabalhadores a uma expressão ridícula, adquire «o mesmo valor jurídico que os tratados», sendo que a interpretação do seu articulado é agora balizada pelas anotações do relatório de Giscard d’Estaing sobre os trabalhos da Convenção. Como exemplo, refira-se que, nela, o direito constitucional ao trabalho é transformado num alegado «direito de trabalhar» e numa hipotética «liberdade de procurar emprego, de trabalhar». A «Carta» representa uma regressão de mais de meio século, ficando aquém da Declaração Universal dos Direitos do Homem, da Carta Social Europeia do Conselho da Europa e, naturalmente, a anos de luz da Constituição da República Portuguesa, uma das mais avançadas da Europa e importante obstáculo ao avanço das reformas neoliberais.

6. A institucionalização da regra de maioria dupla na tomada de decisão («O Conselho delibera por maioria qualificada, salvo disposição em contrário nos Tratados») significa, na prática, que nenhuma decisão poderá ser tomada contra a vontade dos quatro maiores estados da UE (Alemanha, França, Itália, Reino Unido), o que se traduz no reconhecimento «constitucional» do «directório dos grandes», que já hoje determina o rumo do essencial das políticas comunitárias, das quais é também o principal beneficiário. Este grupo de países, com a Espanha e a Polónia, dominarão igualmente a maioria dos deputados do Parlamento Europeu. Sem possibilidade de vetar uma decisão que fira o interesse nacional, Portugal perde também o comissário permanente na Comissão Europeia e fica sem dois deputados no Parlamento Europeu.

7. Salários, condições de trabalho e sistemas de protecção social ficam debaixo do fogo da «concorrência livre e não falseada» à escala da União. Sem entraves à liberdade de estabelecimento das empresas, as deslocalizações e o dumping social acentuar-se-ão. É o próprio tratado que o afirma ao prever que a «harmonização» das «condições de vida e de trabalho» e a «promoção do emprego» resultarão «do funcionamento do mercado interno» que «favorecerá a harmonização dos sistemas sociais» tendo em conta a «necessidade de manter a capacidade concorrencial da economia da União». As recentes decisões do Tribunal de Justiça Europeu sobre os casos Laval e Viking são a alarmante antecipação de futuras decisões em que os direitos dos trabalhadores serão preteridos em favor do capital explorador.

8. O alargamento dos poderes da União, que passaria a tutelar com exclusividade o sector das pescas, por exemplo, põe em causa o direito soberano e inalienável de cada país a utilizar os seus recursos para o desenvolvimento da sua economia e elevação do bem-estar da sua população.

9. A decisão por maioria constitui um procedimento normal no funcionamento das instituições democráticas de cada país. Todavia, este método torna-se intolerável no relacionamento entre estados soberanos, como são os 27 países que integram a União Europeia, já que os interesses das chamadas «grandes» nações passariam a impor-se aos restantes parceiros impedidos de evocar o interesse nacional. A eliminação das decisões por unanimidade (único princípio aceitável no relacionamento multilateral entre estados), e a aplicação de um sistema de maioria qualificada (55% de países e 65% da população) vêm assim acentuar o carácter antidemocrático da União Europeia (igualmente expresso no alargamento das competências exclusivas da UE), visando retirar aos povos a capacidade de decidirem democraticamente sobre questões centrais que afectarão as suas vidas e as gerações vindouras.

10. A tendência para o esvaziamento dos órgãos nacionais (os únicos que resultam directamente da vontade democrática dos povos), é também visível na redução das competências dos parlamentos nacionais, que perdem poder de decisão em áreas fundamentais, transformando-se numa espécie de órgãos consultivos sem direito de vetar decisões comunitárias contrárias aos interesses nacionais. Por outro lado, o reforço das competências do Parlamento Europeu, sendo feito à custa dos poderes dos parlamentos nacionais, coloca em clara desvantagem países como Portugal que, em consequência do novo projecto de tratado, veriam ainda mais reduzidas as suas já hoje fracas representações no hemiciclo de Estrasburgo e Bruxelas.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Não é só Casegas que vai nua....


Será que o Marinho Pinto se estará a referir a algum destes ????
Eles não andam nus, andam cobertos pelo manto diáfano da fantasia... e nós não há maneira de dizermos que estes reis vão nus!

Fernando Nogueira:
Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
- Presidente do BCP Angola
José de Oliveira e Costa:
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
- Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
Rui Machete:
Ministro dos Assuntos Sociais
- Presidente do Conselho Superior do BPN
- Presidente do Conselho Executivo da FLAD
Armando Vara:
Ministro adjunto do Primeiro Ministro
- Vice-Presidente do BCP
Paulo Teixeira Pinto:
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
- Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de "trabalho", Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer…)
António Vitorino:
Ministro da Presidência e da Defesa
- Vice-Presidente da PT Internacional
- Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta
Celeste Cardona:
Ministra da Justiça
- Vogal do CA da CGD
José Silveira Godinho:
Secretário de Estado das Finanças
- Administrador do BES
João de Deus Pinheiro:
Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
- Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa:
Secretário de Estado da Construção e Habitação -
- Vogal do CA do BES
Ferreira do Amaral:Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
- Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.
O que é isto?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no esplendor do gamanço e da cunha!!!

MAS HÁ MAIS…NÃO SÃO SÓ ESTES…!

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Iste é q éie amore!

Quase no fim de uma entrevista colectiva, um repórter fez a seguinte pergunta aos três políticos presentes:
- Senhores, se fossem solteiros, com quem os senhores gostariam de se casar ???

O primeiro a responder foi Santana Lopes:

- Eu casaria com a Soraya Chaves, a mulher mais bonita de Portugal!!!
Então, um bêbado, lá no fundo, batendo palmas, grita:
- Isso mesmo, muito bem, casou pela beleza, vale, muito bem !!!
Logo após, Cavaco Silva deu a sua resposta:
- Eu casar-me-ia com a minha actual esposa, pois eu amo-a e ela ama-me !!!
O bêbado, mais uma vez:
- Muito bem, tá certo, casou por amor, boa !!! Muito bem !!!
E então, o José Sócrates, demagogo como sempre, deu a sua resposta:
- Eu casaria com Portugal, meu coração pertence ao país !!!
O bêbado, mais eufórico que nunca, respondeu lá de trás:

- Sim senhor, muito bem, isso é que é um homem honrado: fodeu, tem que casar...!!!

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Cornudos voltam à carga (parte II)!

Pois é amiguinhos, desta vez as
vitimas foram os “marrecos” que Leonel Craveiro tem a amabilidade de trazer de vez em quando para o parque de lazer de Casegas para beneficio comum, sem quaisquer interesses. Mas pelos vistos quem exerce este tipo de voluntariado ou presta serviços sem qualquer interesse ou cobrança, tem de pagar a factura à empresa Cornudo&Filho-da-Puta Lda”.

Tinha o Leonel trazido mais um GANSO anteontem que foi amarrado com a uma corda durante três dias para que o bicho ali se ambientasse...era para ser soltado amanhã. O bovino desta vez marrou com as aves, resolveu cortar a corda e roubar o bicho!

Filhos da puta! Que par de cornos têm!

Queria dizer ao usurpador, besta, cabrão, cornudo por excelência, e outros nomes que não lhe chamo somente porque não me ocorrem de momento, que se não lhe assenta a classificação e adjectivação bem simpática que lhe atribuo(modéstia aparte), tem sempre a hipótese de reclamar junto à minha malcriadíssima pessoa, ou junto do Leonel Craveiro, que manda dizer a Vossa Ex.ª senhor ranhoso da subclasse em vias de expansão dos “bardamerdaseternamentecontratudoqmexe-ou-voa”, que caso pretenda mais aves, mais raras que a merda que o senhor é, lhe poupa o gamanço e “serviço”, pois tem mais em sua posse e terá todo o gosto em fornecer-lhas.

Sem mais de momento.

PS: Atenção que este post na sua essência, pretende realçar o calão e a linguagem

popular, o resto não existiu, estava só a brincar com os puritanos…mas a ave não está na ribeira e a corda está cortada! Deve ter sido impressão minha…!

Epah, Será que inventei esta história toda e estou louco? Tenho de ver disto! Não sei se me confesso se me interno no centro de saúde mental! Que baralhada!

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Assim também eu. O doente é que sofre!


CHCB continua a reduzir défice
Director do Pêro da Covilhã diz ter «orgulho» na capacidade de atracção de médicos internos

O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) reduziu o seu défice para cerca de quatro milhões de euros em 2007, perto de 50 por cento do valor do ano anterior e inferior ao de 2000.

O anúncio foi feito na semana passada pelo presidente do Conselho de Administração (CA), João Casteleiro, durante as comemorações do oitavo aniversário da instituição.

O director considerou 2007 um ano «decisivo e importante» para o CHCB, apesar de ter sido «polémico» em termos de reorganização do sector. «Com racionalização, estratégia e limitações conseguimos baixar o nosso défice sem perdermos qualidade no atendimento», garantiu.

«Começámos com 12 milhões de défice. Temos tido reduções na ordem dos 50 por cento nos dois últimos anos e, neste momento, situa-se entre três e quatro milhões, com a ressalva de que as contas de 2007 ainda não estão fechadas», adiantou João Casteleiro, à margem da cerimónia.

Ricardo Cordeiro - O Interior

Em resposta a a isto nada mais adequada que o post do Manjedoura para ilustrar como o senhor presidente do Conselho de administração baixa défices!
Senhor doutor, responda ao post do Manjedoura sff.
História (verídica) do Manjedoura aqui

Mais uma machadada ao bom estilo "Socialight".
A saúde no CHCB mede-se em euros!
Assim também eu administro...um corte daqui um coice de acolá e cá vamos andando com a cabeça entre as orelhas!