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terça-feira, setembro 28, 2010

Só nos gozam estes ditos socialistas...

Quando passar numa das principais artérias da cidade de Lamego, não vai precisar de muita atenção para esbarrar numa original placa. Não se trata de um escritório de advogado, ou um consultório médico, nem mesmo de um gabinete de contabilidade, mas sim da novíssima profissão liberal de, imagine lá... deputado!A mediocridade não enxerga além de si mesma, já dizia Doyle e, antigamente este tipo de pessoas recebiam apropriado adjectivo mas hoje, ainda que tal aconteça pouco lhes importa... já perderam a noção do ridículo e a vergonha!

"Socialistas"...Do PS, que eu conheça, chegam os dedos duma mão para os contar. 
Lobos vestidos de ovelha e sepulcros caiados de branco...?UUUUII isso  é mato!

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Censura. Eles andem aí....

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.

Este artigo foi censurado no JN

sábado, novembro 15, 2008

Paúl no seu melhor

Há uma ponte no Paúl que incomoda? É isso?

Pronto pronto! Tá bem, nós paramos, não é preciso mais STOPs...não se zanguem...

sábado, junho 14, 2008

Com raça desta, não quero eu nada!

 Cheiro a Batota

O Tratado de Lisboa tinha como obrigatoriedade para a sua aplicação a necessidade de ser ratificado pelos 27 países que constituem a União Europeia. Sem isso não pode ser aplicado. Para o conseguirem esta gente não se coibiu de fazer batota e de ser desonesta. Mentiram, faltaram com a palavra, conspiraram, fizeram um texto que ninguém entendesse, impuseram a sua vontade recusando saber a nossa por referendo, Cedo cantaram vitória num “Porreiro pá”. Lá foi o tratado sendo ratificado de parlamento em parlamento até que chegou o dia da única dificuldade que tinham no caminho; a obrigatoriedade da Constituição Irlandesa que obrigava à realização de um referendo. Aí não havia volta a dar para poderem evitar a vontade popular. Os Irlandeses disseram não e o Tratado de Lisboa devia simplesmente ser atirado para o lixo, como disse o Cherne, não havia plano B. Isso era o que devia ter acontecido ontem, mas como a desonestidade desta gente é por demais conhecida, já todos, desde o Engenheiro ao Cherne, passando pelos Sarkozy’s, Merkel’s, e outros Bilderberg que por aí andam, já vieram dizer que as rectificações parlamentares que ainda não e realizaram devem ser feitos. Porquê? Não era obrigatório 27 Sim’s para o Tratado poder existir? Que aldrabices já andam a tramar? Que mentiras se preparam para nos dizer? Não duvido que vão fazer batota, que vão aldrabar o “jogo” e impor-nos a vontade dos seus “Donos”. Sabem que descer mais baixo do que aquilo que já fizeram é difícil, mas para seres como eles tudo é possível.

kaos

Biltres da pior espécie!
Aquela raça de gente que é capaz de vender a mãe e dizer que fui eu. Lembram os jogadores dos "dados e copo" na "Boite do Pneu" do falecido Ti Zé Campos.
Mas de que raio é feito esta gente?
Gostava de saber o que acham os discretos e sempre ausentes "senhores PS" de Casegas, acerca das atitudes desta gente.
Ou vão manter a passividade típica, a mesma que tem aquando das eleições autárquicas em Casegas, a mesma passividade responsável pela passiva Junta de freguesia que temos tão passiva que nem mencionada é em Boletins Municipais por mais grossos quanto a lista telefónica sejam.
Façam com que eu tenha razão, razão para dizer que são tão previsiveis quanto o senhor Ingenhêro e o resto desta escumalha Bilderberg.

quinta-feira, maio 15, 2008

E purque tams nu mês de Maria...

...um filme de Fátma!



Reclame:

"Se tem uma promessa para cumprir e o não pode fazer, ou se simplesmente quer agradecer a N.ª Sr.ª de Fátima as Boas Graças recebidas ao longo da vida,

Carlos Gil
Percorre por si, o caminho de Fátima a pé, e transporta com ele o pagamento da sua promessa ou o seu agradecimento a N.ª Sr.ª de Fátima.
Acende, em seu nome, o nº de velas prometido no Santuário."

Pa mor de ver u saite carregue aqui

Faltô falar na mlhor parte, que deu hoje na tervisão, cada camnheda leva 2.500 aérios.

segunda-feira, março 10, 2008

100.000 em Lisboa.

Desta vez, como não puderam deturpar o numero de manifestantes...
...resolveram ignora-los...
...quando o que deviam fazer, era olharem-se ao espelho e recuar com tanta medida estúpida.
Sócrates diz que foi eleito e diz arrogantemente QUEM MANDA SOU EU, NÓS É QUE SABEMOS TUDO E FAZEMOS TUDO BEM!
E não é verdade que a maioria dos manifestantes votou nele?
Das maioria absolutas nascem ditadorsitos destes.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Cartas do primo Jumento

Manjedoura! Já tens aqui um comparsa!

O meu primo Jumento também apanhou a dos disticos!


Caro Professor Teixeira dos Santos
Ministro das Finanças e da Administração Pública

Apesar de fumar apoio a decisão de proibir o fumo em recintos fechados, medida que defendi aqui ainda antes do seu governo ter reparado que isso era regra noutros países. Até lhe elogio a coragem pois vai ter que prescindir de muitas receitas fiscais e, ainda por cima, vai ter que pagar pensões e despesas de saúde por mais tempo aos que graças a esta decisão vão “bater as botas” mais tarde e de forma mais penalizadora para o SNS por terem deixado de fumar ou optado por não fumar graças a esta medida. Como sabe os fumadores morrem mais cedo e de forma mais simples do que os não fumadores.

Comido o bolo-rei, mesmo sendo algarvio tive o cuidado de não muito encher a boca para evitar que as bochechas se assemelhassem a uma betoneira evitando ainda o risco de me ficar atravessada alguma fava na goela, fui para o trabalho convencido de que teria de fazer um pequeno sacrifício, mesmo que de vez em quando tivesse que me dirigir a alguma sala de chuto para aliviar a síndrome da abstinência.

Só que quando cheguei à porta do serviço fui confrontado com a proibição de entrar, o autocolante oficial lá colocado diz expressamente “Não fumadores”. Ora, se estou no pleno domínio das minhas capacidades, algo que neste país começa a ser difícil, por “não fumador” entende-se aquele que não fuma e não o que está a fumar. Eu sou fumador, isto é, alguém que fuma, sou-o quando acendo um cigarro da mesma forma que o sou quando não estou agarrado ao instrumento do vício.

Não é fumar que está proibido, o que se proibiu foi a entrada de fumadores, o que é o meu caso. Assim, não me resta outra alternativa senão vir solicitar-lhe que mude o meu local de trabalho para um sítio que não esteja vedado à minha presença, bem como a aquisição de equipamento adequado à instalação do meu gabinete num espaço ao ar livre. Bom, bom seria ir trabalhar para um dos salões do Casino Estoril mas ninguém me convidou nem Vexa estaria disposto a pagar a despesa.

Tendo em consideração as várias possibilidades permito-me sugerir-lhe que me coloque no Terreiro do Paço, junto à estátua de D. José. Para além de ser um local suficientemente arejado para que as minhas baforadas não lhe prejudiquem a inspiração, algo que ainda não perdi a esperança de o ver dar mostras de que a possui, fico em boa companhia. Passados dois anos a aturar governantes pouco dados ao diálogo a companhia do cavalo do D. José permitir-me-á ter alguns momentos de cavaqueira, pois estou convencido que o conhecido equídeo sabe mais de Administração Pública do que muitos dos que ocuparam o seu gabinete. Além disso, como é de bronze produz menos bostas que outros equídeos que costumam frequentar o Terreiro do Paço.
Com os melhores cumprimentos.

O Jumento

lol

sábado, dezembro 01, 2007

1 de Dezembro - Restauração da Independência


Porque lutar pela nossa independência territorial, política, económica, judicial, cultural e social é cada vez mais urgente, aqui fica a minha singela homenagem aos revoltosos de 1 de Dezembro de 1640.
Pela Liberdade!!

Coroação de D. João IV,
Veloso Salgado (1908),
Óleo sobre tela, 325x285 cm,
Espólio do Museu Militar

sexta-feira, setembro 21, 2007

Piropo passa a dar pena de prisão


Cada vez que pensar mandar um piropo na via pública, ou seja onde for, pense duas vezes antes. É que agora, que está em vigor o novo Código Penal, um galanteio mais explícito pode constituir aquilo que está definido como um crime de "importunação sexual", segundo o que está definido no artigo 171.º. Se o alvo não apreciar muito a piada e decidir avançar com uma queixa, o autor da gracinha corre o risco de passar uma temporada na cadeia.Reza o artigo que "importunar uma pessoa, praticando actos de carácter exibicionista ou constrangendo-a a contacto de carácter sexual" pode conduzir a uma pena de um ano de cadeia ou multa ate 120 dias. Enquanto anteriormente tal conceito se aplicava, por exemplo, aos que exibiam os órgãos sexuais em público, neste caso a coisa pia muito mais fino. E até os juízes acham um exagero."Um acto censurável e inaceitável socialmente não quer dizer que seja também censurável criminalmente", diz ao 24horas António Martins, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), que critica o âmbito do novo artigo. Para a ASJP, está em causa "um alargamento porventura excessivo de uma criminalização que, como estava, protegia e assegurava a tutela do bem jurídico liberdade sexual". "Estão a ser criminalizadas situações desagradáveis mas de duvidosa gravidade", diz António Martins. Além dos piropos, outras situações estão contempladas no renovado item do Código Penal. Todas elas relacionadas com abordagens sexuais contra a vontade de outrem. Os juízes dizem que se forem confrontados com um processo do género não terão outro remédio senão de o levar em frente. Mas parecem um pouco contrariados. "A nós compete-nos aplicar as leis, desabafa o resignado líder da ASJP. Além dos piropos, outro tipo de comportamentos está implícito no artigo 171 do novo Código Penal. Tal como apurou o 24horas, alguém que force o contacto corporal nos transportes públicos ou na via pública pode também ser alvo de uma queixa-crime do ofendido. Outra situação que configura a possibilidade de ir parar à cadeia diz respeito aos que apalpem alguém sem consentimento. Exibicionistas e afins continuam debaixo da alçada da lei, tal como dantes.