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sábado, junho 07, 2008

AdC branqueia aproveitamento da especulação pelas petrolíferas

A Autoridade da Concorrência (AdC) acabou de apresentar o seu relatório sobre a formação dos preços dos combustiveis em Portugal.

Neste estudo abordo aquilo que a ADC devia ter analisado mas o não fez, tornando-se assim conivente com o aproveitamento que as petrolíferas estão a fazer da especulação para inflacionar os seus lucros à custa dos portugueses.

Espero que este estudo possa ser útil.

Eugénio Rosa - Economista

"Não há cartelização" -dizem eles-, mas quando um sobe o preços, os restantes vão todos em fila-pirilau!
Não é preciso combinações, isto já está instituído. É mecânico.

Poupe combustivel! (ver como)

segunda-feira, junho 02, 2008

O futuro (?)































































































Não se esqueça de não abastecer nos postos Galp, BP e Shell nos dias 1,2 e 3 de Junho!
Alguém os mandou ir "roubar para a estrada"! E não é que vieram mesmo!?

sexta-feira, maio 30, 2008

Justiça Criminosa

«A JUSTIÇA CRIMINOSA»

NB: Não sabemos em que jornal foi publicado o artigo de Clara Ferreira Alves, e que aqui publicitamos, já que nos foi transmitido por amigo que também não conseguiu descobrir a fonte. Pela clarividência que revela , vale apena ler e meditar! ...


*A Justiça criminosa* por Clara Ferreira Alves

«Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhunm português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços do enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogues, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muito alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos.
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria suspeita de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa.»

In Reginot

quinta-feira, maio 22, 2008

O PinókiKalimero

O Calimero

Ontem o Engenheiro considerou que esta crise mundial como uma injustiça para este governo que tanto fez para equilibrar as contas publicas e que agora vê tudo a desmoronar-se à sua volta. É uma injustiça para nós portugueses, não para o governo do Engenheiro que está a ser vitima exactamente das políticas que defende. Quem defende o liberalismo, quem defende o capitalismo global, quem defende que devem ser os mercados a auto regularem-se, quem defende a retirada do estado de todo o lado? Eu não certamente, e aqui já o referi diversas vezes, pelo que afirmo que a culpa é dele, do Engenheiro, dos Portas, dos Santanas, dos Cavacos, de todos os que deram mão livre aos senhores do grande capital e agora se admiram que eles abusem. Estavam à espera de quê?

kaos

quarta-feira, maio 21, 2008

O que eles não querem que se saiba...



As 'nossas' TV´s não passam actualmente estas reportagens por não serem politicamente correctas (outra maneira de dizer 'não vamos incomodar os nossos parceiros nos negócios corruptos')

EM BAIXO UMA CRÓNICA DE UM ANGOLANO CHAMADO NINITO A todos aqueles que de uma maneira ou outra, Angola lhes diz alguma coisa, não deixem de ver e divulgar este pequeno documentário.

Esta é a realidade Angolana, não aquelas fotos de Avenidas cheias de prédios Novos e Grandes, projectos de nova Marginal e Cidade nova lá para os lados da Praia do Bispo e Corimba.
Governo de Ladrões bandidos e assassinos. O povo Angolano sofre agora como nunca sofreu. No tempo dos chamados colonos, nunca eu vi crianças a viverem nos esgotos e a comerem ' NADA ' Angola é rica mas só para meia dúzia, e hoje é recolonizada, por estrangeiros de todo o mundo. Esta definitivamente não é a Angola que os Portugueses fizeram, não é a Angola que os Portugueses queriam para todos e tão pouco é a Angola que os Portugueses deixaram, esta é a Angola da agonia, da corrupção, da desigualdade sem precedentes, da falta de vergonha e da falta de respeito pelo mais sagrado direito : A VIDA HUMANA.

ABAIXO O GOVERNO ANGOLANO. Quando os Americanos sugarem todo o petróleo, quero ver o que irá acontecer ! Estarei sempre ao lado de todos aqueles que são povo ANGOLANO, mas nunca ao lado daqueles que delapidam em seu proveito pessoal e de suas famílias, tudo o que Angola tem e que os Portugueses souberam preservar durante 500 anos. Nunca os Portugueses fizeram em 500 anos, o que os novos representates da pseudo-independente Angola, estão a fazer e fizeram em sómente 30 anos. Que vergonha meus senhores. Abaixo a propaganda falsa e hipócrisia do Governo Angolano



sexta-feira, maio 16, 2008

Entenderam bem porque é que existem listas de espera???

Em 6 dias operou tanto como 5 médicos!!! num ano e por metade do preço cobrado na privada.

Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a "indignar" a Ordem dos Médicos. Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo
ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia. No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde. Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano). No final do
ano passado, a lista de espera era de 384, e foi entretanto reduzida a 50 com a intervenção do médico espanhol.

A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme. Foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo.
Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola - em Dom Benito (Badajoz) e Mérida. Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses. "Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros", diz ao DN o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.

As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidade de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador. O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.

HÁ QUE ACABAR COM A CHULAGEM DA ORDEM DOS MÉDICOS, BAIXAR AS MÉDIAS DE MEDICINA E ABRIR NOVAS FACULDADES. ASSIM ACABA-SE A MAMA DESTA CAMBADA DE PARASITAS

Luís Carvalho (Lyonnais aka Abrantes)

Vêm em bandos com pés de veludo...

Chupar o sangue fresco da manada...

NÃO BASTA SALTAR!
NÃO BASTA GRITAR!
NÃO BASTA ERGUER O CACHECOL!
AJUDE O BES!!!

Para quem desdenha dos vendedores de automóveis, os senhores do BES como angariadores de sócios de selecções, também deixam muito a desejar...
Bem, também me poderiam responder:
- E quem disse que a ideia é ajudar a selecção?
A verdade é que no euro 2004 houve mobilização e apoio pelo país inteiro e não foi preciso cartões da treta alguns.
Visto isto, a questão que se me põe é:
Quem é que afinal anda a angariar o quê e para quem?
Lamentável é ver o desporto envolvido nestas caldeiradas.

segunda-feira, abril 28, 2008

Desmontando armadilhas


À ATENÇÃO DOS PROFESSORES E DOS SINDICATOS

Numa comunicação escrita, datada de 15 de Abril de 2008, o Presidente do CE da EB 2/3 D. João I da Baixa da Banheira informa os docentes do seguinte:

Apesar das faltas legalmente equiparadas a serviço lectivo não contarem para efeitos da falta de assiduidade ao nível de avaliação, no entanto, de acordo com o que consta na ficha de avaliação de desempenho de 7/04/ 2008, o ponto A.2 do Anexo XIII – empenho para a realização das aulas previstas: compensações, permutas, preparação das substituições – remete para todo o serviço lectivo distribuído (total de aulas previstas). Ora, de acordo com este anexo, terá de se registar o número de aulas que não foi leccionado, independentemente das razões que originaram as faltas. Assim, continua o Presidente desta Escola, as aulas não leccionadas acabam por incidir na avaliação de cada docente, independentemente de ter sido leccionada toda a matéria curricular, podendo até agravá-la. E, para ultrapassar esta situação, terão de se aplicar modalidades compensatórias já implementadas na Escola, tal como a permuta e a reposição do serviço lectivo [reprodução não textual, mas fiel ao enunciado escrito].

Se todos os Conselhos Executivos seguirem a referida Escola – e ver-se-ão forçados, a curto prazo, a fazê-lo – esta ilegalidade que o ME, através de um Regulamento, lhes impõe executar, revoga o artigo 103.º do ECD, pois retira-lhe efeito útil.

Imaginem as subsequentes situações:

1. O docente faltou por motivo de greve.

Esse dia é-lhe descontado no vencimento. Ao "exigirem-lhe" que reponha o número de aulas em falta, a greve ficou sem efeito útil. Mais grave ainda: trabalha e não recebe, ou seja, repõe as aulas não leccionadas, mas não lhe repõem o pagamento do dia de greve.

2. O docente faltou por motivo de nojo.

Não recebe o subsídio de refeição correspondente aos dias em falta. Repõe as aulas não leccionadas, mas não recebe o subsídio de refeição correlativo.

3. O professor não lecciona por motivo de visita de estudo.

O professor que foi em visita de estudo organizada por outro grupo disciplinar tem de repor as aulas não leccionadas apesar de nesse dia ter trabalhado mais horas do que as referenciadas no seu horário de trabalho.

Caros colegas:

Temos de lutar contra esta aberração legislativa de compensar as aulas não leccionadas, pois põem em causa o princípio constitucional da igualdade.

Conhecem algum médico, juiz ou operário que seja obrigado a repor as horas que justificadamente não trabalhou?

Em Direito ensinaram-me que as leis inferiores não revogam leis superiores; que o respeito pela hierarquia das leis é um dos fundamentos de um Estado de Direito Democrático.

Ou ensinaram-me mal ou, pelos vistos o Estado de Direito Democrático não existe.

Vítor Barros

domingo, abril 20, 2008

Imposto pago pela banca, baixa 29%

O ministro das Finanças e o próprio 1º ministro, durante o debate do
Orçamento do Estado de 2007, comprometeram-se tomar medidas para que a banca
pagasse uma taxa de imposto
efectiva igual à paga pelas outras empresas.

Como provo no estudo que envio, utilizando os próprios dados divulgados pela
Associação Portuguesa de Bancos, esse compromisso público do governo também
não foi cumprido pois, em 2007, apesar dos lucros obtidos pela banca serem
superiores aos de 2006, o valor do imposto pago pela banca baixou em cerca
de 29%, sendo a taxa efectiva de apenas 14% que é praticamente metade da
legal, se incuirmos o IRC e a derrama para as autarquias.

Espero que este estudo possa ser útil.

Ver resumo do estudo

Eugénio Rosa
Economista

quarta-feira, abril 02, 2008

VERGONHOSO!

O PAÍS INTEIRO PRECISA DE SABER......

Com 46 anos...

Inapto por Junta Médica... Hein!

... Diz-se ainda que com reforma de 35000 € mensais...

O nosso problema continua a ser a distribuição de riqueza...

O problema não está só nos funcionários públicos... O tempo o dirá...

Afinal foram só..... 9732 milhões

As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas.

Afinal há quem não se queixe das mesmas.
Ontem mesmo, em carta enviada ao Público,
Paulo Teixeira Pinto indica que passou "à situação de reforma em função de relatório de junta médica".
Certamente ainda mal refeito da forma como foi corrido do BCP e da Opus Dei, este banqueiro de
46 anos foi considerado inapto para o trabalho, apesar de já ter arranjado um cargo numa consultora financeira.


Teixeira Pinto nega ter recebido 10 milhões de euros de "indemnização pela rescisão do contrato" com o BCP, garantindo que apenas recebeu a "remuneração total referente ao exercício de 2007": 9.732 milhões de euros em "compensações" e "remunerações variáveis".

Estas juntas médicas são as mesmas que recusam reformas a Professores com Cancro.
....Mas o Governo não sabe disto ?
Façam andar até isto chegar a alguem......